Gazeta do Litoral


Pesquisa CNT/MDA aponta 55,4% de satisfação com Governo Bolsonaro

Para 55,4%, o governo de Bolsonaro está sendo melhor que o de Temer, enquanto 24,3% consideram que está sendo igual e 8,7% avaliam que está pior

Com 2.002 pessoas ouvidas, a 143ª Pesquisa CNT/MDA aponta que 55,4% dos entrevis-tados disseram que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) está melhor do que a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). O estudo, realizado de 21 a 23 de fevereiro, foi divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) na terça-feira, dia 26, e mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal do atual chefe da Nação.

A avaliação do Governo Bolsonaro é positiva para 38,9% dos entrevistados, contra 19% de avaliação negativa. Para 29%, a avaliação é regular e 13,1% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 57,5%, contra 28,2% de desaprovação, além de 14,3% que não souberam opinar.

EXPECTATIVA – A expectativa dos entrevistados para os próximos seis meses como relação a emprego, 51,3% disse que acredita que vai melhorar; 17,2%, que vai piorar; e 28,7%, vai ficar igual. Sobre a renda mensal, 33,8%, afirmou que vai aumentar; 9,6%, que vai diminuir; e 51,2%, que vai ficar igual. Quanto aos setores que consideram primordiais, na Saúde 41,7% respondeu que vai melhorar; 19,2%, que vai piorar; e 36%, que vai ficar igual. A Educação 47,2% dos ouvidos acreditam que vai melhorar; 15,6% que vai piorar; e 34,8% que vai ficar igual. E sobre a Segurança pública, 53,3% disseram que vai melhorar; 17,5%, que vai piorar; e 26,3%, que vai ficar igual.

ELEIÇÕES – O levantamento questionou também quantos votaram para presidente em outubro, e 82,7% afirmaram que cumpriram seu dever como eleitores. Destes, 70,4% estão satisfeitos com o voto e 15,9% estão muito satisfeitos; enquanto 7,6% estão arrependidos. Para 55,4%, o governo de Bolsonaro está sendo melhor que o de Temer, enquanto 24,3% consideram que está sendo igual e 8,7% avaliam que está pior. Na comparação entre Dilma Rousseff (PT) e Bolsonaro, 55,9% acham que o governo atual está sendo melhor; enquanto 19,4% avaliam que está pior e 14,5% consideram que está sendo igual.

Ao serem questionados se Bolsonaro reúne as condições para unificar os brasileiros, 40,5% responderam que sim, que a atuação dele vai contribuir para reduzir a separação política entre as pessoas. Já 21,6% afirmam que vai acirrar a separação política e 18,1% avaliam que não vai alterar.

METODOLOGIA - Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

28/02/2019

 
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João Doria se reúne com líderes sulamericanos no Fórum Mundial

 Doria esteve em reuniões com a participação de líderes da América Latina em Davos

O governador João Doria iniciou na terça-feira, 22, a agenda de encontros no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Os compromissos buscam, principalmente, investimentos externos para São Paulo. Entre as reuniões, destacam-se as que foram realizadas com líderes da América Latina, como os presidentes do Paraguai, Mario Benítez, e da Costa Rica, Carlos Quesada.

Benítez confirmou que participará do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, que será realizado ano que vem na Cidade de São Paulo. “São mais de 5.000 participantes e 3,000 são empresários, dirigentes de corporações, banqueiros, comandantes de fundos soberanos e fundos de investimento que vêm em busca de oportunidades e querem conhecer opiniões e posições de chefes de estado, inclusive da América Latina”, disse Doria.

Durante o dia, o governador participou de almoço organizado pelo Itaú Unibanco, que contou com palestra do ministro da Economia, Paulo Guedes. Em seguida, Doria participou do pronunciamento realizado pelo presidente Jair Bolsonaro no Fórum. A agenda do Governo de São Paulo também inclui o seminário New Era in Latin America - com os presidentes do Paraguai, Costa Rica, Colômbia (Iván Duque), Equador (Lenín Moreno) e Peru (Martín Cornejo) - e um jantar com integrantes do banco BTG Pactual.

Doria está em Davos para apresentar a investidores estrangeiros o pacote de desestatização do Estado. O plano de privatizações do Governo de São Paulo é extenso e contempla desde aeroportos até novos trechos de rodovias e estradas férreas estaduais. Principalmente focado em áreas de mobilidade urbana e atração de investidores para expansão e administração de ativos.

PROJETOS - Doria preparou um vídeo para mostrar o potencial de investimento do estado de São Paulo para investidores estrangeiros. Ele busca atrair investidores para 20 aeroportos regionais, novas concessões para expandir estradas estaduais e para tornar o Instituto Butantã o maior produtor mundial de vacinas.

No vídeo promocional em inglês, o Governo destaca as riquezas do Estado como líder global na produção de açúcar, etanol e suco de laranja, as exportações pelo Porto de Santos e “a força de trabalho mais qualificada do Brasil”. Além disso, oferece aos investidores estrangeiros as parcerias para tornar o Instituto Butantã o maior produtor de vacinas do mundo; investir em 20 aereportos regionais; US$ 270 milhões para explorar direitos de transporte e geração de energia nos rios; 260 km de linhas de trem intercidades e metrô; 650 mil m² para criar o Vale do Silício brasileiro (na região do Ceagesp); e novas concessões para expandir a rede estadual de estradas.

Na quarta-feira, dia 23, Doria deu palestra no evento que teria ainda as participações de Bolsonaro e dos ministros Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça) e Ernesto Fraga Araújo (Relações Exteriores). Também estavam previstas reuniões do governador com diretores de empresas como General Eletric, Novartis, Enel e Bracell. E na quinta-feira, dia 24, terá encontro com executivos da indústria farmacêutica Merck e a de telecomunicações At&T.

 
Bolsonaro quer conciliar preservação e economia

O presidente estreou em eventos internacionais como presidente no Fórum Econômico Mundial, na Suíça

Em sua primeira participação em eventos internacionais, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) estreou na abertura da sessão plenária do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, na terça-feira, dia 22. Em seu discurso, afirmou que o governo investirá “pesado” em segurança para que estrangeiros visitem mais o Brasil; pretende “avançar” na compatibilização da preservação ambiental e desenvolvimento econômico; diminuirá a carga tributária para “facilitar a vida” de quem produz; trabalhará pela estabilidade macroeconômica; colocará o Brasil entre os 50 melhores países para se fazer negócios; entre outras questões.

Bolsonaro foi o primeiro chefe de Estado da América Latina a discursar na abertura do Fórum. Cerca de 250 autoridades do G20 (grupo das 20 principais economias do mundo) e de outros países compareceram ao evento.

O encontro deve contar com apenas três líderes do G7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo): o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe; a chanceler alemã, Angela Merkel; e o premiê italiano, Giuseppe Conte.

MEIO AMBIENTE - Diante das desconfianças internacionais em relação à política do governo para a preservação ambiental, o presidente salientou que o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente e afirmou que o governo quer compatibilizar preservação do meio ambiente e biodiversidade com avanço econômico. Criticado pelas mudanças que implementou na estrutura de preservação ambiental do governo, ele citou estatísticas para demonstrar aos líderes mundiais que o agronegócio não estaria avançando sobre áreas de preservação ambiental, como as florestas. Segundo Bolsonaro, a agricultura ocupa somente 9% do território brasileiro e a pecuária, menos de 20%. “Hoje, 30% do Brasil são florestas. Então, nós damos, sim, exemplo para o mundo. O que pudermos aperfeiçoar, o faremos. Nós pretendemos estar sintonizados com o mundo na busca da diminuição de CO2 e na preservação do meio ambiente”, salientou.

NEGÓCIOS - O presidente destacou que pretende investir em educação e repetiu, mais uma vez, que deseja tirar o “viés ideológico” dos negócios realizados com outros países, “visando o comércio com aqueles que comungam com práticas semelhantes à nossa”. Ele também afirmou que o governo vai promover uma abertura na economia do País ao comércio internacional, que considera relativamente fechada.

OMC - Bolsonaro defendeu uma reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC). “Buscaremos integrar o Brasil ao mundo também por meio de uma defesa ativa da reforma da OMC, com a finalidade de eliminar práticas desleais de comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais”, disse.

CORRUPÇÃO - O presidente afirmou que assumiu a Presidência da República com uma “profunda crise ética, moral e econômica”. Após dizer que não aceitou pressões políticas para montar seu ministério, Bolsonaro apresentou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, como “homem certo” para o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.

REFORMAS - Bolsonaro afirmou que tem “credibilidade” para realizar as reformas que o Brasil precisa e que o “mundo espera”, sem especificar quais seriam as mudanças estruturais que pretende propor ao longo do mandato. Ao responder perguntas, mencionou a intenção de realizar as reformas previdenciária e tributária.

 
Candidatos pagam anúncios em rede social fazendo críticas aos presidenciáveis

Lei permite postagens nas redes sociais para promoção dos candidatos e partidos

Em menos de 15 dias do início da campanha eleitoral foram registradas 36 postagens patrocinadas no Facebook com críticas a candidatos à Presidência. Os anúncios pagos foram liberados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela primeira vez esse ano, mas a determinação é que sejam exclusivamente para promover ou beneficiar candidatos ou seus partidos.

Até segunda-feira, dia 27, tinham sido publicados anúncios com referências negativas a seis candidatos: Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), Lula (PT) e Marina Silva (Rede). Todas as postagens foram pagas por candidatos a deputados federal ou estadual. Os dados foram obtidos na Biblioteca de Anúncios, ferramenta do Facebook que permite analisar as postagens patrocinados de temas políticos.

Conforme a Lei nº 9.504/97, conhecida como Lei das Eleições, os candidatos estão autorizados a pagar para impulsionar o alcance de postagens que fazem nas redes sociais. Esses anúncios devem ser claramente identificados, só podem ser pagos por candidatos, partidos e coligações e apenas com o fim de promover ou beneficiar candidatos ou suas agremiações.

Devido a isso, alguns advogados interpretam que, embora os candidatos façam críticas a adversários nas redes sociais, só podem pagar para impulsionar postagens positivas sobre si mesmo ou alguém que apoiem. Outros consideram que numa interpretação mais ampla é possível entender a crítica a um adversário como uma estratégia para “promover ou beneficiar um candidato” – e, portanto, legítima.

Como o trecho da lei que trata sobre impulsionamento nas redes sociais foi incluído em 2017, a Justiça Eleitoral ainda não tomou decisões em casos que indiquem qual será a interpretação da norma em relação a esses anúncios negativos.

INVESTIMENTO – A publicação de anúncios no Facebook ou Instagram (ambos da mesma empresa) teve baixa adesão entre os candidatos à Presidência neste início da campanha. Dos 13 presidenciáveis, somente três pagaram para promover suas postagens entre 16 e 27 de agosto (os primeiros 12 dias de campanha): Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoedo (Novo), segundo levantamento nos registros do Facebook.

Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSL), Lula (PT) e Marina Silva (Rede) – tiveram os nomes mencionados em anúncios pagos por outros candidatos. Em alguns casos, para criticá-los. Não houve registros de anúncios durante esse período com os nomes de Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Eymael (DC), João Goulart Filho (PPL) e Vera Lúcia (PSTU). Além dos anúncios de terceiros favoráveis, foram identificadas 36 postagens com críticas a seis dos candidatos a presidente.

 
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