Gazeta do Litoral


Italo Ferreira defende o título do Rip Curl Pro Bells

O potiguar largou na frente na corrida pelo título mundial vencendo o Quiksilver Pro Gold Coast e também foi o campeão das duas próximas etapas, de Bells Beach e de Keramas em Bali


O potiguar Italo Ferreira ganhou tudo na abertura da temporada 2019 na Austrália e vai defender o título das duas próximas etapas do World Surf League Championship Tour. A primeira vitória da sua carreira na divisão de elite foi no Rip Curl Pro Bells Beach, quando ele badalou o sino do troféu de campeão após a final contra Mick Fanning, na bateria que marcou a despedida do tricampeão mundial. Italo vai competir com a lycra amarela do Jeep Leaderboard, que vinha sendo usada por Gabriel Medina até a Gold Coast. A “seleção brasileira” terá doze surfistas participando do segundo desafio do ano, que começa nesta quarta-feira e vai até o dia 27 de abril na gelada região de Victoria, no sul da Austrália.
O Brasil vem dominando o Circuito Mundial de uma forma impressionante, conquistando dez vitórias nas últimas onze etapas disputadas desde o primeiro título de Italo Ferreira em Bells Beach no ano passado. O potiguar de Baía Formosa venceu o Rip Curl Pro e a próxima etapa também, o Corona Bali Protected, que neste ano será realizada entre os dias 13 e 25 de maio em Keramas Beach, antes do Margaret River Pro em West Australia, que em 2018 foi encerrada em Uluwatu, também na Indonésia, com o catarinense Willian Cardoso sendo o campeão.
Depois de Italo Ferreira defender o título em duas etapas seguidas, será a vez de Gabriel Medina e Filipe Toledo fazerem o mesmo nas próximas. No ano passado, Filipe conquistou dois bicampeonatos, no Oi Rio Pro em Saquarema, que mudou de data para os dias 20 a 28 de junho, e no Corona J-Bay Open que acontece em julho na África do Sul. A rotina de duas vitórias prossegue com o bicampeão mundial Gabriel Medina nas etapas seguintes, o Tahiti Pro Teahupoo em agosto e o Surf Ranch Pro na piscina de ondas em setembro. Depois, vem a única não vencida pelo Brasil, o Quiksilver Pro France, mas Italo volta a defender o título no MEO Rip Curl Pro Portugal e Medina no Billabong Pipe Masters que fecha o ano no Havaí.
Italo vai estrear com a lycra amarela do Jeep Leaderboard em Bells Beach junto com outro brasileiro que tinha decidido o título do Rip Curl Pro antes da vitória do potiguar, o paulista Caio Ibelli, vice-campeão na final de 2017 com o sul-africano Jordy Smith. Caio está substituindo o dono da outra única vitória verde-amarela no evento mais tradicional do WSL Tour, o campeão mundial Adriano de Souza, que ainda se recupera de uma cirurgia. Os dois vão disputar duas vagas para a terceira fase na quarta bateria, contra o havaiano Ezekiel Lau.
O Rip Curl Pro Bells Beach vai começar com outro potiguar, Jadson André, líder disparado do WSL Qualifying Series com uma vitória e dois vice-campeonatos nas três primeiras etapas do QS 6000 da temporada. O natalense de Ponta Negra vai enfrentar o australiano Owen Wright e o francês Jeremy Flores na primeira bateria. Na terceira, tem Filipe Toledo com dois norte-americanos, Griffin Colapinto e o onze vezes campeão mundial, Kelly Slater.
Depois, tem o bicampeão mundial Gabriel Medina com o australiano Ryan Callinan e ainda aguardando o terceiro componente desta sexta bateria, que será indicado pela triagem. Na disputa seguinte, entra o cearense Michael Rodrigues com o americano Conner Coffin e o italiano Leonardo Fioravanti. O Brasil ainda participa das quatro baterias que fecham a primeira fase, com Yago Dora na nona, Deivid Silva na décima, Willian Cardoso e Jessé Mendes estreiam juntos na 11.a e Peterson Crisanto está na 12.a e última.


CT FEMININO – Entre as meninas, a gaúcha Tatiana Weston-Webb segue sendo a única representante do Brasil, pois a cearense Silvana Lima ainda está se preparando para voltar a competir depois de operar os dois joelhos no ano passado. Tatiana foi vice-campeã do Rip Curl Pro Bells Beach em 2018, na final contra a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore. Ela está escalada na quinta bateria com a havaiana Malia Manuel e a australiana Macy Callaghan.
Assim como na categoria masculina, as duas primeiras colocadas nas baterias da rodada inicial avançam direto para a terceira fase, que no CT feminino já é oitavas de final. Na abertura da temporada 2019 na Gold Coast, Tatiana foi barrada nas quartas de final pela própria Malia Manuel e divide a quinta posição no Jeep Leaderboard com a australiana Stephanie Gilmore, a francesa Johanne Defay e a norte-americana Sage Erickson.
O Rip Curl Pro Bells Beach será transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo e Facebook Live da World Surf League. A chamada do primeiro dia será as 6h30 da quarta-feira na Austrália, 17h30 da terça-feira no fuso horário de Brasília.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.
Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensesn, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

RIP CURL PRO BELLS BEACH – 1.o e 2.o=Terceira Fase e 3.o=Segunda Fase:
1.a: Owen Wright (AUS), Jeremy Flores (FRA), Jadson André (BRA)
2.a: Jordy Smith (AFR), Adrian Buchan (AUS), Jack Freestone (AUS)
3.a: Filipe Toledo (BRA), Griffin Colapinto (EUA), Kelly Slater (EUA)
4.a: Italo Ferreira (BRA), Ezekiel Lau (HAV), Caio Ibelli (BRA)
5.a: Julian Wilson (AUS), Joan Duru (FRA),
6.a: Gabriel Medina (BRA), Ryan Callinan (AUS),
7.a: Conner Coffin (EUA), Michael Rodrigues (BRA), Leonardo Fioravanti (ITA)
8.a: Kolohe Andino (EUA), Seth Moniz (HAV), Soli Bailey (AUS)
9.a: Wade Carmichael (AUS), Yago Dora (BRA), Ricardo Christie (NZL)
10: Michel Bourez (TAH), Sebastian Zietz (HAV), Deivid Silva (BRA)
11: John John Florence (HAV), Willian Cardoso (BRA), Jessé Mendes (BRA)
12: Kanoa Igarashi (EUA), Mikey Wright (AUS), Peterson Crisanto (BRA)
RIP CURL PRO BELLS BEACH – 1.a e 2.a=Oitavas de Final e 3.a=Segunda Fase:
1.a: Lakey Peterson (EUA), Nikki Van Dijk (AUS), Paige Hareb (NZL)
2.a: Carissa Moore (HAV), Coco Ho (HAV), Keely Andrew (AUS)
3.a: Stephanie Gilmore (AUS), Bronte Macaulay (AUS),
4.a: Caroline Marks (EUA), Courtney Conlogue (EUA), Brisa Hennessy (CRI)
5.a: Tatiana Weston-Webb (BRA), Malia Manuel (HAV), Macy Callaghan (AUS)
6.a: Johanne Defay (FRA), Sally Fitzgibbons (AUS), Sage Erickson (EUA)

TOP-22 DO JEEP WSL LEADERBOARD – ranking da 1.a etapa:
01: Italo Ferreira (BRA) – 10.000 pontos
02: Kolohe Andino (EUA) – 7.800
03: Jordy Smith (AFR) – 6.085
03: John John Florence (HAV) – 6.085
05: Gabriel Medina (BRA) – 4.745
05: Conner Coffin (EUA) – 4.745
05: Wade Carmichael (AUS) – 4.745
05: Seth Moniz (HAV) – 4.745
09: Filipe Toledo (BRA) – 3.320
09: Owen Wright (AUS) – 3.320
09: Michel Bourez (TAH) – 3.320
09: Kanoa Igarashi (JPN) – 3.320
09: Mikey Wright (AUS) – 3.320
09: Willian Cardoso (BRA) – 3.320
09: Yago Dora (BRA) – 3.320
09: Reef Heazlewood (AUS) – 3.320
17: Julian Wilson (AUS) – 1.330
17: Sebastian Zietz (HAV) – 1.330
17: Michael Rodrigues (BRA) – 1.330
17: Jeremy Flores (FRA) – 1.330
17: Adrian Buchan (AUS) – 1.330
17: Griffin Colapinto (EUA) – 1.330
--------outros brasileiros:
17: Jessé Mendes (SP) – 1.330 pontos
17: Peterson Crisanto (PR) – 1.330
17: Deivid Silva (SP) – 1.330
17: Mateus Herdy (SC) – 1.330
33: Adriano de Souza (SP) – 265
33: Caio Ibelli (SP) – 265
33: Jadson André (RN) – 265

TOP-10 DO JEEP WSL LEADERBOARD – ranking da 1.a etapa:
01: Caroline Marks (EUA) – 10.000 pontos
02: Carissa Moore (HAV) – 7.800
03: Sally Fitzgibbons (AUS) – 6.085
03: Malia Manuel (HAV) – 6.085
05: Stephanie Gilmore (AUS) – 4.745
05: Tatiana Weston-Webb (BRA) – 4.745
05: Johanne Defay (FRA) – 4.745
05: Sage Erickson (EUA) – 4.745
09: Lakey Peterson (EUA) – 2.610
09: Courtney Conlogue (EUA) – 2.610

 
Aloha Spirit terá disputas válidas pelo ranking mundial de stand up paddle em Ilhabela

O MAIOR FESTIVAL DE ESPORTES AQUÁTICOS DO CONTINENTE

TERÁ DISPUTAS DE 12 A 14 DESTE MÊS NA PRAIA DO PEREQUÊ

Se o Aloha Spirit já tinha grande importância para as disputas aquáticas no Brasil, ganhou ainda mais destaque com o evento valendo pelo ranking mundial de stand up paddle, o SUP. Assim como aconteceu na final de 2018, em Cabo Frio/RJ, o Festival contará pontos para o ranking da Paddle League, uma das entidades que comandam a modalidade e define os campeões mundiais.

Um dos três maiores festivais de esportes aquáticos do Mundo, o Aloha Spirit tem início nos próximos dias 12 a 14, na Praia do Perequê, em Ilhabela, litoral norte de SP, reunindo atletas de diversos esportes. No SUP, a expectativa é grande, pelos pontos mundiais, com a participação de atletas estrangeiros. A pontuação no mundial também será válida para a etapa de Cabo Frio/RJ, nos dias 22 a 24 de novembro, na Praia do Forte, a grande final, também somando para o ranking da App World Tour.

Entre os destaques confirmados em Ilhabela, estará a campeã mundial, Fiona Wylde, dos Estados Unidos. A atleta do Oregon se classifica como “waterwoman” e chega como favorita nas provas de longa distância e técnica. O Brasil compete bem representado por Lena Ribeiro, atual campeã do Aloha Spirit e que vem de duas medalhas de ouro nos Jogos Sul-Americanos de Praia, na Argentina, tanto na longa distância, quanto na prova técnica.

“Também virão meninas da Argentina, do Peru. Por ser um evento internacional, logicamente o nível aumenta”, afirma Lena, que também vem de vitórias no Brasileiro de SUP, na Bahia. Outro grande nome é Aline Adisaka, que também voltou com ouro dos Jogos Sul-Americanos de Praia, na prova de velocidade, e que tem grande experiência em provas internacionais.

Além do SUP, o Aloha Spirit terá disputas no va’a, também conhecido como canoa havaiana ou polinésia, em equipes, duplas e individual, surfski, paddleboard, waterman e natação em águas abertas. Ainda estarão em ação a apneia estática, e a estreia da beach run, uma corrida de montanha. Fora das competições, o evento contará com uma vasta programação, incluindo festival de cinema, aulas de yoga, slackline, espaço kids, shows musicais, feira de artesanato e de produtos esportivos.

O Aloha Spirit 2019 tem os patrocínios de Corona (Ambev) e Prefeitura Municipal de Ilhabela. Apoios: Mares Limpes e Menos um Lixo. Realização: Associação Magna de Desportes e Ecooutdoor com gestão e produção da Intercult e correalização da Secretaria de Turismo de Brasília.

Saiba mais sobre o Aloha Spirit, no site oficial alohaspirit.com.bre nas redes sociais:youtube.com/alohaspiritBR,instagram.com/alohaspiritbrasilefacebook.com/AlohaSpiritBrasil

 
Medina comanda o show brasileiro na Gold Coast

Gabriel Medina bateu todos os recordes do Quiksilver Pro e Italo Ferreira, Filipe Toledo, Yago Dora, Willian Cardoso e Tatiana Weston-Webb, também venceram baterias na sexta-feira na Austrália


O bicampeão mundial Gabriel Medina comandou o show dos brasileiros nas boas ondas de 3-5 pés da sexta-feira em Duranbah Beach, na Gold Coast, Austrália. Medina ganhou a maior nota nas direitas, 9,33, e também nas esquerdas, 9,80, para atingir incríveis 19,13 pontos de 20 possíveis. Italo Ferreira e Yago Dora também voaram para vencer suas baterias, enquanto Filipe Toledo e Willian Cardoso usaram as manobras de borda em suas melhores ondas para passar para as oitavas de final do Quiksilver Pro. E para fechar o dia, Tatiana Weston-Webb também brilhou para avançar para as quartas de final do Boost Mobile Pro Gold Coast.
“Eu sempre começo a temporada um pouco devagar e estou tentando melhorar isso a cada ano”, disse Gabriel Medina. “Este ano eu estou chegando super focado porque quero começar bem aqui na Austrália. Estou feliz porque é muito bom competir com boas ondas como hoje (sexta-feira) aqui em Duranbah e foi uma bateria muito divertida com o Mateus (Herdy). Ele é muito talentoso e tenho certeza que estará no CT em breve”.
Na sexta-feira, tiveram dois duelos brasileiros na terceira fase e mais dois foram formados nas oitavas de final. O primeiro entre dois dos melhores surfistas do campeonato, Gabriel Medina e Yago Dora. O outro é entre Italo Ferreira e Willian Cardoso. Medina deu um verdadeiro espetáculo no confronto de campeões mundiais com Mateus Herdy e Willian derrotou o cearense Michael Rodrigues. Filipe Toledo foi o único que ficou sozinho e vai disputar a primeira vaga para as quartas de final com o bicampeão mundial John John Florence.

Filipe ganhou a bateria que abriu a sexta-feira e foi toda liderada pelo novato australiano, Soli Bailey. O brasileiro demorou para surfar sua primeira onda e só reagiu nos minutos finais, depois de achar uma direita que armou a parede com pontos críticos para ele mandar três manobras muito fortes, uma diferente da outra. Os juízes deram nota 8,33, já superando o 8,17 de Gabriel Medina na quarta-feira que era o recorde do campeonato.

Já a maior pontuação de Yago Dora no primeiro dia, 14,33, foi ultrapassada na segunda bateria por John John Florence, com o havaiano chegando a 14,83 com notas 7,50 e 7,33. O bicampeão mundial de 2016 e 2017 será o adversário de Filipe Toledo na abertura das oitavas de final. Na sexta-feira, foi utilizado o sistema “dual heat”, com duas baterias sendo disputadas simultaneamente. Essa marca foi logo ultrapassada pelo “wildcard” Reef Heazlewood, que atingiu 16,07 pontos no duelo australiano com o vice-campeão mundial e defensor do título do Quiksilver Pro Gold Coast, Julian Wilson.
Depois da vitória de Filipe Toledo, tiveram duas eliminações brasileiras, de Jessé Mendes para o japonês Kanoa Igarashi e do estreante Peterson Crisanto para o californiano Kolohe Andino, que elogiou bastante o paranaense. Aí veio o primeiro duelo brasileiro da terceira fase com os campeões mundiais Gabriel Medina e Mateus Herdy do Pro Junior. Medina foi em várias ondas e deu um show com um surfe fantástico em Duranbah.
SHOW BRASILEIRO – O primeiro espetáculo do fenômeno foi massacrando uma direita com mais de seis pancadas de backside, variando as manobras a cada ataque nos pontos mais críticos da onda. Foi quando saiu a primeira nota acima de 9 do ano no World Surf League Championship Tour, 9,33. Depois, pegou uma direita para fazer uma apresentação ainda mais incrível, mandando três aéreos diferentes de frontside que valeram 9,80. Um dos cinco juízes chegou a dar nota 10 e Medina venceu por impressionantes 19,13 pontos de 20 possíveis.
Na bateria seguinte, o catarinense Yago Dora também buscou as esquerdas para usar sua arma letal, os aéreos de frontside, contra o “power surf” do francês Joan Duru. Os dois surfaram bem e o placar foi apertado, 15,64 a 14,57 pontos. Com a vitória, foi formado o primeiro confronto brasileiro das oitavas de final, com Yago completando a quinta bateria, do recordista absoluto do Quiksilver Pro, Gabriel Medina. O outro será entre o potiguar Italo Ferreira e o catarinense Willian Cardoso, que já disputou um confronto nacional na sexta-feira.
Italo também surfou de forma espetacular, completou aéreos incríveis, manobrou forte nas ondas e foi quem chegou mais perto dos recordes de Gabriel Medina. Sua melhor apresentação recebeu 8,43 dos juízes, que o potiguar somou com 8,10 para totalizar 16,53 pontos. Ainda jogou fora uma nota 8,00, uma 7,83 e um 7,33, na vitória sobre o neozelandês Ricardo Christie. A segunda metade da bateria de Italo Ferreira foi disputada simultaneamente com o segundo confronto brasileiro da terceira fase na sexta-feira em Duranbah Beach.
O catarinense Willian Cardoso usou o seu “power surf”, manobrando forte de frontside nas direitas para superar o surfe mais versátil do cearense Michael Rodrigues. Willian largou na frente com nota 6,50, na segunda onda ganhou 6,00 e a seguinte foi a melhor, valeu 6,97. Ele deixou seu oponente nas cordas e Michael não conseguiu reagir, sendo nocauteado por 13,47 a 12,13 pontos. Ainda teve o estreante Deivid Silva fechando a terceira fase e ele quase consegue a última vaga nas oitavas de final, mas o taitiano Michel Bourez levou a melhor por uma pequena vantagem de 10,96 a 9,70 pontos.
METADE AVANÇA – Dos dez brasileiros que disputaram a terceira fase na sexta-feira, metade deles segue na disputa do título do Quiksilver Pro Gold Coast, que vale a liderança no primeiro ranking do World Surf League Championship Tour 2019. Filipe Toledo vai disputar a primeira classificatória para as quartas de final e o Brasil já tem duas classificações garantidas nos duelos verde-amarelos das oitavas, com Gabriel Medina defendendo a lycra amarela do Jeep Leaderboard contra Yago Dora e Italo Ferreira enfrentando Willian Cardoso.
Os cinco eliminados na terceira fase, Michael Rodrigues, Jessé Mendes, os estreantes na “seleção brasileira” do CT, Deivid Silva e Peterson Crisanto e o convidado da World Surf League para esta primeira etapa, Mateus Herdy, começam a temporada 2019 em 17.o lugar com 1.330 pontos. Outros dois ficaram na 33.a e última posição com apenas 265 pontos, por terem perdido na repescagem sem vencer nenhuma bateria em Duranbah Beach, Jadson André e Caio Ibelli, que está substituindo o campeão mundial Adriano de Souza na Austrália.
BRASIL NAS QUARTAS – Depois da terceira fase masculina, foi a vez das meninas disputarem as oitavas de final do Boost Mobile Pro também em baterias simultâneas em Duranbah. As surfistas mais bem ranqueadas confirmaram o favoritismo, com a gaúcha Tatiana Weston-Webb surfando bem para fazer o maior placar das três primeiras baterias, 14,07 pontos. A sua última onda foi a melhor e valeu 7,30 para sacramentar a vitória sobre uma das estreantes na elite das top-17 esse ano, Brisa Hennessy, da Costa Rica.
As marcas da brasileira foram logo batidas no confronto seguinte, o melhor das oitavas de final femininas. A havaiana Malia Manuel e a australiana Nikki Van Dijk pegaram boas ondas e fizeram grandes manobras para registrar os recordes do dia. Nikki conseguiu a maior nota – 8,50 – em sua última onda para totalizar 14,67 pontos, que seriam suficientes para vencer todas as outras sete baterias. Menos a dela, pois Malia somou 8,17 com 6,93 para vencer por 15,10 pontos e avançar para enfrentar Tatiana Weston-Webb nas quartas de final.
Elas vão disputar a segunda bateria e a primeira será entre a atual campeã mundial Stephanie Gilmore e a jovem norte-americana Caroline Marks. Depois da bateria da brasileira, tem a australiana Sally Fitzgibbons contra Sage Erickson, que despachou a defensora do título da etapa da Gold Coast no confronto americano com Lakey Peterson. E a última vaga para as semifinais será disputada pela havaiana Carissa Moore e a francesa Johanne Defay.
A primeira chamada do sábado será as 6h30 na Austrália, 17h30 da sexta-feira no fuso horário de Brasília, para as duas categorias. A comissão técnica também irá decidir se a competição prossegue em Duranbah Beach ou em outra praia da Gold Coast. As baterias estão sendo transmitidas ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo Facebook Live e pelo Aplicativo da World Surf League.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.
Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensesn, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

OITAVAS DE FINAL DO QUIKSILVER PRO – 9.o lugar com 3.320 pontos:
1.a: Filipe Toledo (BRA) x John John Florence (HAV)
2.a: Conner Coffin (EUA) x Kanoa Igarashi (JPN)
3.a: Seth Moniz (HAV) x Reef Heazlewood (AUS)
4.a: Owen Wright (AUS) x Kolohe Andino (EUA)
5.a: Gabriel Medina (BRA) x Yago Dora (BRA)
6.a: Jordy Smith (AFR) x Mikey Wright (AUS)
7.a: Italo Ferreira (BRA) x Willian Cardoso (BRA) 
8.a: Michel Bourez (TAH) x Wade Carmichael (AUS)
QUARTAS DE FINAL DO BOOST MOBILE PRO – 5.o lugar com 4.745 pontos:
1.a: Stephanie Gilmore (AUS) x Caroline Marks (EUA)
2.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) x Malia Manuel (HAV)
3.a: Sally Fitzgibbons (AUS) x Sage Erickson (EUA)
4.a: Carissa Moore (HAV) x Johanne Defay (FRA)
RESULTADOS DA SEXTA-FEIRA NA AUSTRÁLIA:
TERCEIRA FASE – Vitória=Oitavas de Final e Derrota=17.o lugar com 1.330 pontos:
1.a: Filipe Toledo (BRA) 13.93 x 11.50 Soli Bailey (AUS)
2.a: John John Florence (HAV) 14.83 x 11.20 Adrian Buchan (AUS)
3.a: Kanoa Igarashi (JPN) 13.14 x 8.50 Jessé Mendes (BRA)
4.a: Conner Coffin (EUA) 11.00 x 8.70 Jeremy Flores (FRA)
5.a: Reef Heazlewood (AUS) 16.07 x 13.40 Julian Wilson (AUS)
6.a: Seth Moniz (HAV) 12.60 x 12.57 Griffin Colapinto (EUA)
7.a: Kolohe Andino (EUA) 14.10 x 12.90 Peterson Crisanto (BRA)
8.a: Owen Wright (AUS) 10.14 x 5.00 Ezekiel Lau (HAV)
9.a: Gabriel Medina (BRA) 19.13 x 12.23 Mateus Herdy (BRA)
10: Yago Dora (BRA) 15.64 x 14.57 Joan Duru (FRA)
11: Jordy Smith (AFR) 11.27 x 10.53 Ryan Callinan (AUS)
12: Mikey Wright (AUS) 14.26 x 10.47 Jack Freestone (AUS)
13: Italo Ferreira (BRA) 16.53 x 13.10 Ricardo Christie (NZL)
14: Willian Cardoso (BRA) 13.47 x 12.13 Michael Rodrigues (BRA)
15: Wade Carmichael (AUS) 15.50 x 8.80 Sebastian Zietz (HAV)
16: Michel Bourez (TAH) 10.96 x 9.70 Deivid Silva (BRA)
OITAVAS DE FINAL DO BOOST MOBILE PRO – 9.o lugar com 2.610 pontos:
1.a: Stephanie Gilmore (AUS) 11.40 X 8.87 Macy Callaghan (AUS)
2.a: Caroline Marks (EUA) 13.84 x 8.27 Isabella Nichols (AUS)
3.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) 14.07 x 12.67 Brisa Hennessy (CRI)
4.a: Malia Manuel (HAV) 15.10 x 14.67 Nikki Van Dijk (AUS)
5.a: Sage Erickson (EUA) 13.34 x 8.80 Lakey Peterson (EUA)
6.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 14.43 x 12.90 Courtney Conlogue (EUA)
7.a: Carissa Moore (HAV) 12.63 x 12.27 Bronte Macaulay (AUS)
8.a: Johanne Defay (FRA) 11.26 x 11.07 Coco Ho (HAV)

 
Francês leva o primeiro troféu de campeão do Claro Open Pro - Copa Tubos QS 3000 no Peru

Gatien Delahaye surfou as melhores ondas do domingo para festejar o título em Señoritas na final contra o costa-ricense Carlos Muñoz e os dois entraram no G-10 do QS em Punta Hermosa


O francês Gatien Delahaye, de apenas 21 anos de idade, levou o primeiro troféu de campeão do Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 surfando as melhores ondas do domingo nas esquerdas perfeitas do pointbreak de Señoritas, em Punta Hermosa, no Peru. A decisão do título foi contra o costa-ricense Carlos Muñoz, 26 anos, com ambos entrando na lista dos dez surfistas que o WSL Qualifying Series classifica para a elite dos top-34 da World Surf League. Os dois passaram por Alex Ribeiro, 29, e Marcos Corrêa, 22, nas semifinais, com os brasileiros dividindo o terceiro lugar no pódio em mais um dia de praia lotada em Señoritas.
“Nem tenho palavras para descrever a emoção que estou sentindo agora”, disse Gatien Delahaye. “Esse resultado não foi da noite para o dia. Teve muito trabalho por trás disso nestes últimos 2, 3 anos. É uma sensação incrível e quero agradecer todo mundo que está me apoiando, principalmente aos meus pais. Eu ganhei meu primeiro QS 1500 no ano passado e o meu objetivo em 2019 era vencer um QS 3000, o que já consegui aqui. Então, a primeira missão foi cumprida e vamos ver o que vem mais pela frente esse ano”.
O jovem francês também falou sobre as boas apresentações nas esquerdas de Señoritas: “Quando eu me classifiquei ontem (sábado) para as quartas de final, eu sabia que teria que mostrar todo o meu surfe hoje aqui. Eu fui criado numa esquerdinha em Guadalupe, então já estava com aquele aéreo que usei hoje no meu repertório. Mas, as ondas daqui são muito melhores do que a maioria dos eventos do QS, então também usei a estratégia de fazer batidas fortes e depois o aéreo se tivesse uma sessão boa para isso. Estou feliz que deu tudo certo”.
A grande final foi um desafio de “backsiders” nas esquerdas de Señoritas e Carlos Muñoz escolheu bem a primeira onda, que abriu a parede para verticalizar as manobras e largar na frente com nota 7,0. Gatien Delahaye conseguiu 5,67 na primeira dele e logo pegou outra para bater forte e finalizar bem a onda que valeu 5,40 e a liderança na bateria. Não estavam entrando muitas ondas e o tempo foi passando rápido para os dois competidores. O costa-ricense ficou mais ativo, remando de um lado para outro tentando achar alguma coisa, só que pegou uma onda fraca, perdendo a prioridade de escolha da próxima para o francês.
Mesmo assim, Muñoz entrou numa que Gatien deixou passar e mandou duas batidas fortes e mais duas rasgadas que valeram nota 6,07 para voltar à ponta. O francês também remou mais pra baixo para pegar uma onda boa e já começou com um aéreo rodando. Ele seguiu massacrando a esquerda com manobras de borda, até voar de novo na finalização para reassumir a liderança com 8,83. O mar parece ter acordado e a disputa pelo título ficou onda a onda, com o “pura vida” trocando o 6,07 por 6,93, porém o francês seguiu na frente até festejar a vitória no Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 por 14,50 a 13,93 pontos.
“Estou muito feliz, porém gostaria de ter ganhado, porque é a segunda final de QS 3000 que eu faço na minha carreira e não consigo vencer”, disse Carlos Muñoz. “Eu já sabia que esse evento aqui iria ser de alto nível pelo competidores que vieram para cá, então fiquei muito contente com tudo aqui no Peru. A última vez que eu tinha vindo aqui foi em 2011, era bem novo ainda. Agora cresci, aprendi bastante e estou feliz também pelo francês (Gatien), que é meu amigo e surfou muito bem. Estou já há alguns anos tentando entrar no CT e este foi um ótimo resultado para somar no ranking. Minha próxima viagem é para o Japão e espero ir bem lá também”.
O resultado dos finalistas do Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 foi bom para os dois. Ambos entraram no G-10 do QS no principal evento do WSL Qualifying Series da história no Peru. O campeão Gatien Delahaye saltou da 46.a para a oitava posição no ranking com os 3.000 pontos recebidos em Punta Hermosa. E Carlos Muñoz subiu do 33.o para o décimo lugar com os 2.250 do vice-campeonato em Señoritas. Os dois tiraram da lista o norte-americano Cam Richards e o brasileiro Jessé Mendes. Derrotado nas semifinais, Alex Ribeiro também ganhou posições no ranking, saindo do quinto para o terceiro lugar.

SEMIFINAIS – Alex disputou a primeira semifinal, que começou um pouco fraca de ondas. Isso até Gatien Delahaye achar uma que abriu a parede perfeita para ele detonar uma série de cinco manobras potentes de backside e ganhar nota 9,0 dos juízes, a maior do último dia. Ele conseguiu uma boa sintonia com as séries e logo pegou outra onda boa para aplicar uma “combination” de 14,10 pontos em Alex Ribeiro há 10 minutos do fim da bateria.
O brasileiro não conseguiu reagir e o francês avançou para a sua primeira final na temporada. Alex já ganhou um QS 6000 esse ano em Newcastle na Austrália e precisava vencer o Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 para assumir a vice-liderança no WSL Qualfiying Series. Mesmo assim, ganhou duas posições, subindo do quinto para o terceiro lugar. Já o francês tinha que passar essa bateria para entrar na zona de classificação para o CT e conseguiu, tirando o brasileiro Jessé Mendes da lista dos top-10 do ranking.
“O mar está bem difícil, é o maior de todos os dias e ele (Gatien Delahaye) conseguiu achar uma onda com parede mais longa, porque a maioria não abria tanto”, disse Alex Ribeiro. “Eu fico triste em não passar para a final, mas é isso né. Tenho que continuar trabalhando para manter a constância nos resultados e agora é focar no próximo. Foi bom porque fiz boas baterias aqui e você vai se aperfeiçoando para as próximas batalhas. Levo isso aqui como um aprendizado e agora é focar nas etapas maiores, do QS 6000 e QS 10000”.
BRASIL FORA - Na outra semifinal, o costa-ricense Carlos Muñoz também pegou as melhores ondas que entraram na bateria para tirar o Brasil da decisão do Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 no Peru. O “pura vida” foi ampliando a vantagem a cada onda para derrotar o paulista Marcos Corrêa por 13,37 a 10,43 pontos. Com a classificação para a sua primeira final no ano, Carlos Muñoz também entrou no G-10 do QS, tirando o próprio Gatien Delahaye da lista. O francês passou então a precisar da vitória para retornar e conseguiu o título no Peru.
Apesar da derrota nas semifinais, o terceiro lugar no Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 foi o melhor resultado de Marcos Corrêa em 2019. Com os 1.680 pontos recebidos, ele saltou de 142 para 47 no WSL Qualifying Series e da 11.a para a terceira posição no ranking da WSL South America, que define o campeão sul-americano da temporada. Os finalistas do Oi Hang Loose Pro Contest em Fernando de Noronha, continuam na frente, com o vencedor Jadson André em primeiro lugar e Yago Dora em segundo.

INKA TEAM – Assim como no sábado, a praia de Señoritas ficou lotada também no último dia, mas o público chegou mais cedo no domingo para torcer para o único representante do “Inka Team” que chegou no domingo final do Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 em Punta Hermosa. O peruano Carlo Mario Zapata competiu na primeira bateria do dia e surfou bem, porém o brasileiro Alex Ribeiro foi melhor nas duas ondas computadas, para seguir para as semifinais por uma pequena diferença no placar encerrado em 14,03 a 13,00 pontos.
Carlo Zapata não disputava uma etapa do WSL Qualifying Series desde 2013 e surpreendeu com um backside afiado no pointbreak de esquerdas de Señoritas. A torcida vibrou bastante a cada onda que ele surfava e o quinto lugar em Punta Hermosa o levou direto para o 139.o lugar no QS. Além disso, o peruano assumiu a décima posição no ranking da WSL South America, sendo o único não brasileiro entre os top-10 da disputa pelo título sul-americano.
“Estou contente pela minha campanha aqui, mas o Alex (Ribeiro) é um surfista muito bom e grande competidor também”, disse Carlo Zapata. “Estou feliz porque cumpri minha estratégia, surfei bem, não cometi erros, mas campeonato é assim, um tem que passar. É incrível ver tanta gente na praia logo cedo, sentir essa energia da torcida te apoiando a cada onda e este resultado vai me motivar bastante para voltar a competir no Circuito Mundial certamente”.

SEÑORITAS 2020 – A estreia do Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 no Circuito Mundial foi sucesso total, com boas ondas em todos os cinco dias em Señoritas e um grande público na praia principalmente no fim de semana. A segunda edição do evento está praticamente confirmada para 2020, podendo até aumentar o nível de pontuação no ano que vem.
“Tivemos muitas oportunidades de conversar com os representantes da WSL aqui nestes cinco dias e o feedback que recebemos foi bastante positivo. A infraestrutura do evento foi elogiada, que poderia tranquilamente ser de um CT ou um QS 10000 ou QS 6000, superando altamente as expectativas deles”, disse o organizador do evento, Franz Tomasevich. “Tudo funcionou superbem e só o que falta para termos um QS 10000 ano que vem aqui é o apoio da iniciativa privada, que precisam entender a importância do surfe no Peru. Já temos o compromisso garantindo o evento pelo menos por mais um ano e gostaria de agradecer o apoio de empresas como a Claro, Salchichería Alemana, bem como da Promperú, Tubos e outras mais. Ano que vem, certamente estaremos novamente aqui em Señoritas com este evento”.
Mais informações, notícias, fotos, vídeos e todos os resultados do Claro Open Pro - Copa Tubos QS 3000 podem ser acessadas na página do evento clicando em “EVENTS” na barra superior do www.worldsurfleague.com

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.
Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensen, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.
RESULTADOS DO DOMINGO NO CLARO OPEN PRO – COPA TUBOS QS 3000:
Campeão: Gatien Delahaye (FRA) por 14,50 pontos (8,83+5,67) – US$ 15.000 e 3.000 pontos
Vice-campeão: Carlos Muñoz (CRI) com 13,93 pontos (7,00+6,93) – US$ 7.000 e 2.250 pontos
SEMIFINAIS – 3.o lugar com 1.680 pontos e US$ 3.500:
1.a: Gatien Delahaye (FRA) 14.10 x 10.00 Alex Ribeiro (BRA)
2.a: Carlos Munoz (CRI) 13.37 x 10.43 Marcos Correa (BRA)
QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 1.260 pontos e US$ 2.250:
1.a: Alex Ribeiro (BRA) 14.03 x 13.00 Carlo Zapata (PER)
2.a: Gatien Delahaye (FRA) 15.10 x 12.90 Heitor Alves (BRA)
3.a: Carlos Muñoz (CRI) 13.50 x 7.17 Marc Lacomare (FRA)
4.a: Marcos Correa (BRA) 14.17 x 11.60 Ian Gouveia (BRA)

TOP-10 DO RANKING SUL-AMERICANO DA WSL SOUTH AMERICA – 2 etapas:
01: Jadson André (BRA) – 1.000 pontos
02: Yago Dora (BRA) – 750
03: Marcos Corrêa (BRA) – 745
04: Alex Ribeiro (BRA) – 677
05: Ian Gouveia (BRA) – 620
06: Krystian Kymerson (BRA) – 580
07: Italo Ferreira (BRA) – 560
08: Heitor Alves (BRA) – 485
09: Samuel Pupo (BRA) – 480
10: Carlo Zapata (PER) – 420

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – 17 etapas:
01: Jadson André (BRA) – 15.000 pontos
02: Matt Banting (AUS) – 10.350
03: Alex Ribeiro (BRA) – 9.380
04: Jack Robinson (AUS) – 8.070
05: Jordan Lawler (AUS) – 7.910
06: Miguel Tudela (PER) – 6.585
07: Reo Inaba (JPN) – 5.720
08: Gatien Delahaye (FRA) – 5.710
09: Hiroto Ohhara (JPN) – 5.250
10: Carlos Muñoz (CRI) – 4.970
------próximos sul-americanos até 100:
12: Jessé Mendes (BRA) – 4.950 pontos
14: Yago Dora (BRA) – 4.860
17: Alonso Correa (PER) – 4.680
18: Ian Gouveia (BRA) – 4.590
22: Krystian Kymerson (BRA) – 4.310
30: Italo Ferreira (BRA) – 3.550
33: Miguel Pupo (BRA) – 3.470
38: Thiago Camarão (BRA) – 3.230
40: Bino Lopes (BRA) – 3.125
44: Tomas Hermes (BRA) – 2.950
47: Marcos Correa (BRA) – 2.825
53: Lucca Mesinas (PER) – 2.660
54: Gabriel Medina (BRA) – 2.650
57: Marco Giorgi (URU) – 2.570
65: Tomas Tudela (PER) – 2.390
66: Samuel Pupo (BRA) – 2.365
68: Mateus Herdy (BRA) – 2.350
70: Deivid Silva (BRA) – 2.320
78: Heitor Alves (BRA) – 2.105
84: Yuri Gonçalves (BRA) – 2.010
86: Matheus Navarro (BRA) – 1.965
94: Luan Carvalho (BRA) – 1.815
95: Manuel Selman (CHL) – 1.805
100: Phillippe Chagas (BRA) – 1.725
103: Pedro Neves (BRA) – 1.690

 
Começa o Claro Open Pro - Copa Tubos QS 3000 no Peru

Os brasileiros se destacaram vencendo sete das oito baterias da primeira fase, com seis dobradinhas verde-amarelas completadas na quarta-feira de boas ondas em Señoritas


Os brasileiros começaram muito bem no Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000, iniciado com boas ondas no pointbreak de esquerdas de Señoritas, em Punta Hermosa, no Peru. Eles venceram todas as sete baterias que disputaram das oito da rodada inicial, seis delas com dois se classificando juntos para a segunda fase. O paulista Thiago Camarão foi o destaque, estreando com as marcas a serem batidas nesta semana no QS 3000 do Peru, nota 8,00 na melhor onda surfada em Señoritas e 14,50 pontos. As eliminatórias prosseguiram com as seis primeiras baterias da segunda fase fechando a quarta-feira e continuam a partir das 7h45 da quinta-feira em Punta Hermosa, 9h45 no fuso horário de Brasília.

O recordista Thiago Camarão, campeão sul-americano da WSL South America em 2017, estreou na quinta bateria do dia, a única 100% brasileira da primeira fase. Ele conseguiu a maior nota – 8,0 – do Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 na quarta onda que surfou. Depois, pegou outra boa para atingir imbatíveis 14,50 pontos na primeira fase. Camarão estava na Austrália até o último fim de semana, disputando as duas etapas seguidas do QS 6000 e decidiu vir competir no Peru sem ter feito a inscrição dentro do prazo, por isso teve que entrar na primeira fase.
“É sempre bom começar bem qualquer campeonato”, disse Thiago Camarão. “Eu vim aqui pro Peru em busca de um bom resultado e para manter o ritmo de competição. Estou bem focado, surfando bem e concentrado para ir bem no evento. Eu não tinha feito a inscrição porque estava meio sem dinheiro, mas acabei fazendo um resultado na Austrália que rendeu um dinheirinho e optei vir para cá”.
Thiago Camarão também falou que a qualidade da onda em Señoritas influenciou na decisão dele: “É muito bom pra gente do QS, que está acostumado a surfar ondas muito ruins como na perna australiana agora que foi bem fraca de ondas, poder surfar num pointbreak como aqui em Señoritas, que é um lugar bem constante. É tudo o que a gente quer e a previsão está muito boa para os próximos dias, então acredito que vai ser um campeonato com altas ondas”.
A melhor apresentação do Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000 aconteceu logo após a única bateria da primeira fase sem nenhum brasileiro disputando classificação. Antes, todas foram encerradas com dobradinhas verde-amarelas. Flavio Nakagima e Dunga Neto passaram juntos na primeira bateria do campeonato, assim como Kauê Germano e Luciano Brulher na segunda e Luan Carvalho e Deyvson Santos na terceira.
Três peruanos foram eliminados nessas e mais um caiu na quarta bateria, Pablo Honke. A vitória foi do norte-americano Stevie Pittman, que duas semanas atrás foi vice-campeão no QS 1500 da Flórida em Cocoa Beach, vencido pelo brasileiro Matheus Navarro. E o único representante de El Salvador, Brian Perez, passou em segundo para a segunda fase.
“É a minha primeira vez no Peru, estou aqui apenas um dia, mas a água é muito boa, é uma região linda e comemos um jantar ótimo ontem (terça-feira) à noite, então estou gostando bastante de conhecer tudo aqui”, disse o americano Stevie Pittman. “A onda aqui em Señoritas é superdivertida. É uma esquerda longa e você só precisa escolher as ondas que têm um pouco mais de parede para fazer as manobras. Estou feliz por começar bem o evento”.

PERUANO CLASSIFICADO – Depois da vitória americana, ainda teve mais duas dobradinhas verde-amarelas, a do Thiago Camarão com Paulo Andrade e do Luan Wood com Ryan Kainalo, quando mais um peruano foi eliminado, Javier Swayne. Mas, na disputa seguinte, Sebastian De Romana salvou a pátria com a única classificação do Peru, despachando o norte-americano Stefano Mesinas em outra vitória brasileira, de Weslley Dantas.
“Não sabia dessa estatística e fico contente, contente pelo Peru por isso”, disse Sebastian De Romana. “Foi uma bateria igual, sem grandes notas e eu não tinha conseguido achar boas ondas, mas a última foi a única bonita que peguei e o importante no momento era passar para a próxima fase. Acredito que amanhã (quinta-feira) poderei fazer melhor”.
Sebastian De Romana também destacou a estreia do Claro Open Pro - Copa Tubos QS 3000 no Peru: “É um campeonato muito importante para nós, o primeiro da história com esse status QS 3000 aqui no Peru. Vivemos um bom momento, com vários peruanos bem colocados no ranking mundial, então poder competir em casa agora pode ser importante para eles e para todos nós. Vamos firmes tentar conseguir um bom resultado para o Peru neste campeonato”.

INKA TEAM – Apesar da eliminação de seis dos sete peruanos que competiram na primeira fase, ainda tem onze para estrear na segunda, mais seis na terceira e os sete principais integrantes do “Inka Team” fazem parte da lista dos 32 cabeças de chave que só entram na quarta e última rodada de dezesseis baterias do Claro Open – Copa Tubos QS 3000. Entre eles, destaque para o local de Punta Hermosa, Miguel Tudela, que está em sexto lugar no WSL Qualifying Series, a melhor posição de um peruano na história do ranking de acesso para a elite dos top-34 que disputa o título mundial no World Surf League Championship Tour.
Miguel Tudela está escalado na quarta bateria e essa quarta fase vai começar com outro peruano estreando no Claro Open Pro – Copa Tubos QS 3000, Alonso Correa, que é o sul-americano que está mais próximo da zona de classificação para o CT, em 14.o lugar. Alonso foi vice-campeão sul-americano da WSL South America no ano passado e vai estrear junto com um brasileiro que por muitos anos fez parte da elite mundial, Heitor Alves. Outros fortes nomes do “Inka Team” que vão entrar na quarta fase são o atual campeão regional da WSL North America, Lucca Mesinas, Cristobal de Col, Tomas Tudela e Jhonny Guerrero.
O Claro Open Pro - Copa Tubos QS 3000 é a segunda etapa promovida pela WSL South America esse ano e a 17.a válida pelo circuito mundial do WSL Qualifying Series. A competição está sendo transmitida ao vivo de Punta Hermosa pelo www.worldsurfleague.com e a primeira chamada da quinta-feira será às 7h30 no Peru, 9h30 no fuso horário de Brasília.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.

Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensen, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

PRIMEIRA FASE – 3.o=129.o lugar com 29 pts e 4.o=137.o lugar com 21 pts:
1.a: 1-Flavio Nakagima (BRA), 2-Dunga Neto (BRA), 3-Randu Laveriano Urcia (PER)
2.a: 1-Kauê Germano (BRA), 2-Luciano Brulher (BRA), 3-Welton Santos (BRA), 4-Walter Rodriguez (PER)
3.a: 1-Luan Carvalho (BRA), 2-Deyvson Santos (BRA), 3-Ian Gubbins (PER)
4.a: 1-Stevie Pittman (EUA), 2-Brian Perez (SLV), 3-Pablo Honke (PER)
5.a: 1-Thiago Camarão (BRA), 2-Paulo Andrade (BRA), 3-Eduardo Barrionuevo (BRA)
6.a: 1-Luan Wood (BRA), 2-Ryan Kainalo (BRA), 3-Javier Swayne (PER)
7.a: 1-Weslley Dantas (BRA), 2-Sebastian de Romana (PER), 3-Stefano Mesinas (EUA)
8.a: 1-Samuel Pupo (BRA), 2-Wallace Vasco (BRA), 3-Christopher Herold (CHL), 4-Franco Orezzoli (PER)

SEGUNDA FASE – 3.o=97.o lugar com 60 pts e 4.o=113.o lugar com 45 pts:
1.a: 1-André Gonçalves (BRA), 2-Krystian Kymerson (BRA), 3-Flavio Nakagima (BRA), 4-Uriel Sposaro (BRA)
2.a: 1-Carlo Zapata (PER), 2-Shaun Burns (EUA), 3-Dunga Neto (BRA), 4-Gustavo Bertotto (BRA)
3.a: Giorgio Gomez (COL), Yuri Schoenau (BRA), Gianni Porcari (PER), Kauê Germano (BRA)
4.a: Sam Coffey (EUA), Anthony Fillingim (CRI), Agustin Cedeno (PAN), Luciano Brulher (BRA)
5.a: Juninho Urcia (PER), Ricardo Williams (PER), Ryo Kodama (JPN), Luan Carvalho (BRA)
6.a: Jonathan Zambrano (EQU), Aldo Chirinos (CRI), Raul Dañino (PER), Deyvson Santos (BRA)
7.a: Matheus Navarro (BRA), Gabriel André (BRA), Felipe Oliveira (BRA), Stevie Pittman (EUA)
8.a: Carlos Gonçalves (EQU), Ezra Sitt (HAV), Gabriel Aramburu (PER), Brian Perez (SLV)
9.a: Marc Lacomare (FRA), Nicolas Diaz Barriga (CHL), Cristobal Montecinos (CHL), Thiago Camarão (BRA)
10: Luan Hanada (BRA), Gabriel Arturo Vargas (PER), Augusto Villaran (PER), Paulo Andrade (BRA)
11: Balaram Stack (EUA), Daniel Adisaka (BRA), Nicolas Nugent (PER), Luan Wood (BRA)
12: Igor Moraes (BRA), Collin Shinn (EUA), Pedro Bianchini (BRA), Ryan Kainalo (BRA)
13: Daniel Glenn (EUA), Vicente Diaz Barriga (CHL), Maximiliano Cross (CHL), Weslley Dantas (BRA)
14: Arnau Riera (ESP), Gustavo Dvorquez (CHL), Bruno Lazo Del Pielago (PER), Sebastian De Romana (PER)
15: Kairi Noro (JPN), Mateus Sena (BRA), Lucas Solar (PER), Samuel Pupo (BRA)
16: Alex Lima (BRA), Brayner Silva (BRA), Ramon Santiago Torres (PRI), Wallace Vasco (BRA)

TERCEIRA FASE – 3.o=65.o lugar com 210 pts e 4.o=81.o lugar com 180 pts:
1.a: Kaiki Yamanaka (JPN), Sebastian Correa (PER), 1.o da 1.a bateria da 2.a fase e 2.o da 2.a
2.a: Nicolas Vargas (CHL), Fernando Junior (BRA), 1.o da 2.a e 2.o da 1.a
3.a: Cole Houshmand (EUA), Pedro Dib (BRA), 1.o da 3.a e 2.o da 4.a
4.a: Adrian Garcia (PER), Vitor Ferreira (BRA), 1.o da 4.a e 2.o da 3.a
5.a: Lucas Vicente (BRA), Tomas Lopez Moreno (ARG), 1.o da 5.a e 2.o da 6.a
6.a: Paul Cesar Distinguin (FRA), Tamae Bettero (BRA), 1.o da 6.a e 2.o da 5.a
7.a: Jake Elkington (AFR), Roberto Araki (CHL), 1.o da 7.a e 2.o da 8.a
8.a: Jhonny Corzo (MEX), Pedro Nogueira (BRA), 1.o da 8.a e 2.o da 7.a
9.a: Alvaro Malpartida (PER), Thiago Guimarães (BRA), 1.o da 9.a e 2.o da 10.a
10: Joaquin del Castillo (PER), Herbert Moreno (BRA), 1.o da 10.a e 2.o da 9.a
11: Luke Dillon (ING), Leonardo Barcelos (BRA), 1.o da 11.a e 2.o da 12.a
12: Samuel Igo (BRA), Kim Matheus (BRA), 1.o da 12.a e 2.o da 11.a
13: Takuto Ohta (JPN), Ben Coffey (EUA), 1.o da 13.a e 2.o da 12.a
14: Ian Gentil (HAV), Amaru Rodriguez (PER), 1.o da 14.a e 2.o da 13.a
15: Ryland Rubens (EUA), Gabriel Villaran (PER), 1.o da 15.a e 2.o da 16.a
16: Theo Fresia (BRA), Daniel Templar (BRA), 1.o da 16.a e 2.o da 15.a

QUARTA FASE – entrada dos 32 principais cabeças de chave:
-----------3.o=33.o lugar (US$ 550 e 360 pontos) e 4.o=49.o lugar (US$ 450 e 330 pts)
1.a: Alonso Correa (PER), Heitor Alves (BRA), 1.o da 1.a bateria da 3.a fase e 2.o da 2.a
2.a: Nomme Mignot (FRA), Yuri Gonçalves (BRA), 1.o da 2.a e 2.o da 1.a
3.a: Lucas Silveira (BRA), Cristobal de Col (PER), 1.o da 3.a e 2.o da 4.a
4.a: Miguel Tudela (PER), João Chianca (BRA), 1.o da 4.a e 2.o da 3.a
5.a: Noe Mar McGonagle (CRI), Wesley Leite (BRA), 1.o da 5.a e 2.o da 6.a
6.a: Gatien Delahaye (FRA), Makai McNamara (HAV), 1.o da 6.a e 2.o da 5.a
7.a: Ruben Vitoria (ESP), Leandro Usuna (ARG), 1.o da 7.a e 2.o da 8.a
8.a: Alex Ribeiro (BRA), Ricardo Cruzado (PER), 1.o da 8.a e 2.o da 7.a
9.a: Carlos Munoz (CRI), Jhonny Guerrero (PER), 1.o da 9.a e 2.o da 10.a
10: Marcos Correa (BRA), Manuel Selman (CHL), 1.o da 10.a e 2.o da 9.a
11: Lucca Mesinas (PER), Guillermo Satt (CHL), 1.o da 11.a e 2.o da 12.a
12: Jeronimo Vargas (BRA), Renan Peres (BRA), 1.o da 12.a e 2.o da 11.a
13: Ian Gouveia (BRA), José Gundesen (ARG), 1.o da 13.a e 2.o da 14.a
14: Tomas Tudela (PER), Vitor Mendes (BRA), 1.o da 14.a e 2.o da 13.a
15: Tristan Guilbaud (FRA), Pedro Neves (BRA), 1.o da 15.a e 2.o da 16.a
16: Bino Lopes (BRA), Facundo Arreyes (ARG), 1.o da 16.a e 2.o da 15.a

 
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