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Estado reduz homicídios, estupros e roubos e furtos de veículos em fevereiro

Indicador de roubos de carga também caiu no período e as extorsões mediante sequestro permaneceram zeradas em SP

O Estado de São Paulo terminou o mês de fevereiro com queda nos indicadores de casos e vítimas de homicídios dolosos, que alcançaram as menores taxas do período (na comparação com o mesmo período do ano passado). Os estupros, os roubos e furtos de veículos e os roubos de carga também caíram.

Com duas ocorrências a menos, os boletins de mortes intencionais passaram de 212 para 210 – queda de 0,9% na análise dos meses de fevereiro de 2019 e 2020. O número de vítimas caiu 0,5% – 219 para 218. Os totais são os menores da série histórica, iniciada em 2001.

As quedas permitiram que as taxas dos últimos 12 meses (março de 2019 a fevereiro de 2020) também recuassem, ficando em 6,20 casos e 6,49 vítimas de homicídios dolosos para cada grupo de 100 mil habitantes. Os índices são os menores da análise histórica.

Em fevereiro, os estupros reduziram 6,4%. Em números absolutos, houve 61 ocorrências a menos. O indicador passou de 946 para 885, se analisado o segundo mês do ano passado com igual período deste ano.

Os casos e vítimas de latrocínios cresceram, com 10 e 11 registros a mais, respectivamente. Em contrapartida, pela segunda vez consecutiva, o território paulista não apresentou casos de extorsões mediante sequestro.

Furtos e roubos

No período, os roubos de veículo caíram 9%, passando de 3.562 para 3.242 – 320 casos a menos. Os furtos de veículos, por sua vez, diminuíram 8,6% – foram 6.610 ocorrências no mês passado contra 7.233 em fevereiro de 2019. As somas são as menores da série.

Com 68 ocorrências contabilizadas a menos, os roubos de carga seguiram a tendência de queda – passaram de 587 para 519 (-11,6%). Já os roubos a banco subiram de dois para seis boletins de ocorrência dessa natureza.

Os roubos em geral tiveram alta de 4.327, já que 23.708 ocorrências foram registradas no mês passado. No indicador de furtos em geral, o aumento foi de 4.081 casos na comparação do segundo mês de 2019.

MAIS DADOS - O trabalho das policiais em todo o território paulista, no segundo mês do ano, resultou em 14.049 prisões e na apreensão de 1.004 armas de fogo ilegais. Também foram registrados 3.204 flagrantes por tráfico de entorpecentes.

31/03/2020



 

 
Inadimplência do crediário aumenta 25% após o início da pandemia no Brasil

 

Levantamento aponta ainda queda de 58% no número de consultas de CPFs feitas pelos lojistas, indicando a forte retração de vendas que já ocorre no País


Os impactos da menor circulação de pessoas em alguns estados do País, devido aos efeitos da pandemia do coronavírus, já começam a ser refletidos no varejo nacional. Levantamento junto a mais de mil lojas parceiras do Meu Crediário - sistema de análise de crédito e cobrança que atende diversos segmentos varejistas - aponta que a inadimplência dos clientes aumentou em 25% no mês de março em comparação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com Jeison Schneider, cofundador do Meu Crediário, a tendência é que até o final do mês a inadimplência cresça ainda mais, haja visto que inúmeras lojas estão proibidas de abrirem as portas pelas autoridades públicas em diversos estados do País. “Infelizmente, a situação tende a ficar bem complicada nos próximos meses. Os lojistas com o caixa mais elevado conseguem até superar as perdas por dois ou três meses, mas para quem já está com dificuldade a dica é renegociar pagamentos com fornecedores e buscar empréstimos com taxas adequadas”, afirma.


Schneider esclarece ainda que para tentar receber o pagamento de parte da carteira, algumas lojas já começam a enviar SMS aos clientes, informando que a parcela deste mês pode ser liquidada por meio de boleto bancário, após a emissão no site. “Sem dúvida, essa estratégia pode ajudar algumas redes varejistas”, revela. Já as marcas que não conseguirem executar esse plano, o empreendedor sugere que abram mão do valor de juros de multa e mora para clientes em atraso quando a rotina dos brasileiros voltar a normalidade, uma vez que a fidelização é mais importante no contexto atual. “Após o isolamento social vale prestigiar o consumidor com esse benefício, até para incentivar novas compras e na medida do possível auxiliar a retomada da economia”, explica.

CONSULTAS - Outro impacto aferido pela empresa envolve a queda de 58% no número de consultas de CPFs na semana passada (16 a 21 de março) em relação a anterior (09 a 14 de março). Segundo o empreendedor, esse é um indicador forte da desaceleração das lojas físicas do varejo nacional. “Mesmo nos estados que ainda mantém as lojas abertas, já se vê que os consumidores estão evitando aglomerações e alguns cortam a intenção de compra até mesmo pelo receio de não conseguir honrar os compromissos financeiros no futuro”, avalia.

Diante desse cenário de paralisia total, o cofundador do Meu Crediário acredita que é o momento dos lojistas refazerem o planejamento orçamentário do ano, considerando a desaceleração nas vendas e nos recebíveis. “A inadimplência deve retornar aos níveis pré coronavírus somente em 2021. Isso acontece porque muitos clientes ficarão endividados, outros terão redução de salário e alguns tendem a perder seus empregos. O lojista agora precisa acionar as lições de crises passadas, principalmente de 2008/2009 e 2015/2016. Ou seja, é gerar caixa para ao menos manter o negócio no mercado”, conclui.


31/03/2020

 

 
Correios lançam opção de entrega de encomendas no vizinho

A medida abrange exclusivamente as remessas Sedex e PAC

Os clientes dos Correios têm agora a opção de entrega de encomenda no vizinho. A funcionalidade foi lançada na última semana e permite ao remetente indicar um endereço alternativo, próximo ao do destinatário, para a entrega do pacote, sem custo adicional.

De acordo com a empresa, a medida atende a uma sugestão recorrente dos clientes e facilitará a entrega de objetos, mesmo no caso da ausência do destinatário no endereço principal. A opção está disponível para todo o país e abrange exclusivamente as remessas Sedex e PAC.

 

O remetente deve declarar na etiqueta de endereçamento que a entrega no vizinho está autorizada, conforme o Guia de Endereçamento de Encomendas. Os Correios informaram que não são aceitas etiquetas de endereçamento diferentes dos modelos disponibilizados.

O endereço indicado pode ser até duas casas à direita ou à esquerda ou à frente do endereço principal. Em prédios, qualquer apartamento pode ser indicado para recebimento.

 

Informações sobre outras formas de receber encomendas estão disponíveis no site dos Correios http://www.correios.com.br/.

 

Uma outra função no sistema de rastreamento também foi implementada recentemente pelos Correios. Agora os clientes também são informados sobre a data prevista para entrega da encomenda. A funcionalidade está disponível no site dos Correios para encomendas nacionais e remessas postais (econômicas e expressas) e, em breve, estará acessível no aplicativo Correios e abrangerá as postagens internacionais e demais serviços rastreáveis.

 
Chances de estágio se concentram no primeiro trimestre

Estudo mostra que as oportunidades aumentam neste período por conta das vagas chamadas sazonais

Quem busca o primeiro emprego ou oportunidades de estágio tem grandes chances de consegui-las neste período. Isso porque segundo levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) o número vagas de estágio ou aprendizagem crescem ao menos 31% durante o primeiro trimestre.

Este fato acontece pois nos três meses iniciais do ano é realizada a reposição de contratos que encerraram devido o tempo de vigência, ou pelo estudante terminar o curso de graduação, o que é chamado também de vagas sazonais. Um novo pico de contratação ocorre novamente nos meses de julho e agosto, motivado principalmente por alunos que iniciaram o curso no meio ano.

De acordo com o superintendente nacional de operações do Ciee, Marcelo Gallo esse é um movimento natural e esperado das empresas. “Os contratos de estágio duram cerca de dois anos ou até o estudante se formar, portanto, as companhias estão contratando estagiários de olho em futuros projetos e formar profissionais capacitados que ela possa absorver ao final do período”, afirma.

Para conhecer e se cadastrar no Ciee basta acessar o site www.ciee.org.br.

CRESCIMENTO – Pelo Brasil o número de estagiários aumentou 47,1% em sete anos conforme pesquisa divulgada em junho do ano passado pelo Ciee em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Foram registrados 339 mil estagiários em 2010 que passaram para 498 mil em 2017.

Em 2017, a maior parte dos estagiários cursava o ensino superior (76,6%), seguido pelo ensino médio (19,6%), técnico (3,4%) e demais níveis (0,3%). Os dados revelam que a bolsa-auxílio recebida apresentou queda entre 2010, quando era de R$ 883,00, para 2017, quando passou a ser de R$ 850,00. O nível mais elevado de valores foi registrado em 2013, com R$ 1.013,00.

Quanto ao perfil dos participantes a maior parte em 2007 era do sexo feminino (59,8%) em todos os níveis de estágio, no entanto os homens é que mais recebiam bolsa-auxílio (59,2%) enquanto os de sexo feminino eram 58,3%. Quando se trata do valor recebido pelos estagiários, as mulheres ganhavam menos em todos os anos e níveis educacionais. Para os estagiários do nível superior, a diferença média, em 2017, era de R$ 1.001,00, o que indica que os homens recebiam uma bolsa 8,9% maior do que as mulheres.

Foto: Divulgação

 

 
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