Oi Rio Pro com os 11 titulares da seleção brasileira confirmados em Saquarema

Filipe Toledo e Stephanie Gilmore defendem o título na etapa brasileira que marcará os retornos de Adriano de Souza às competições após 7 meses e de Kelly Slater ao Brasil após 4 anos

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Tainá Hinckel e Mateus Sena vencem títulos do Pena Little Monster no Pro Junior

A catarinense disparou na liderança do ranking sul-americano com duas vitórias e o potiguar bateu o novo líder, Daniel Adisaka, na decisão masculina nas ondas da Praia da Taíba no domingo

A catarinense Tainá Hinckel fechou com chave de ouro a sua participação no Pena Little Monster, vencendo a última decisão da categoria Pro Junior Sub-18 do domingo nas ondas da Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. Tainá agora dispara na liderança do ranking sul-americano, com duas vitórias nas três primeiras etapas da WSL South America. A final foi contra Julia Duarte e na masculina o potiguar Mateus Sena bateu o novo líder, Daniel Adisaka. Com o título, o natalense subiu da 12.a para a terceira posição no ranking, entrando na lista dos quatro que se classificam para o Mundial Pro Junior da World Surf League.
“Em venho trabalhando muito forte para esses eventos do Pro Junior, principalmente esse da Taíba e estou feliz por ter deixado essa vitória aqui no Nordeste”, disse Mateus Sena. “Eu me sinto em casa aqui e ontem (sábado) eu já tinha falado que tinha vindo aqui pra ganhar, então estou feliz por ter conseguido. Eu dei o meu melhor e foi um passo gigante pra mim no ranking, porque eu não estava muito bem, mas vou continuar trabalhando duro pra conseguir mais vitórias e a classificação pro Mundial”.
No sábado, Mateus Sena tinha dito que foi para o Ceará confiante para vencer o Pena Little Monster, por já conhecer bem as ondas da Taiba. No domingo, ele bateu os dois líderes que estão à sua frente no ranking sul-americano. Primeiro derrotou o vice-líder, Daniel Templar, abrindo a bateria com uma nota 7,00. O saquaremense também surfou bem uma onda que valeu 7,25, mas perdeu nas duas notas computadas por 13,15 a 12,80 pontos.
O paulista Daniel Adisaka tinha passado com mais facilidades pelo catarinense Uriel Sposaro, conseguindo uma nota 8,00 para vencer por 14,75 a 10,60. Na decisão do título, o potiguar começou bem de novo, acertando as manobras que arriscou em sua segunda onda para receber nota 7,75. A primeira boa do paulista valeu 5,75 e depois o máximo que conseguiu foi um 6,25. Já Mateus Sena destruiu outra onda e os juízes deram 8,75, para selar seu primeiro título em etapas do Sul-americano Pro Junior, por 16,50 a 12,00 pontos.
Com a vitória no Pena Little Monster, Mateus Sena saltou da 12.a para a terceira posição no ranking. Ele acabou tirando da lista dos quatro que se classificam para o Mundial da World Surf League, o ex-líder, Leo Casal, vencedor da etapa do Chile em Iquique e que não competiu no Ceará. Os top-4 agora são Daniel Adisaka em primeiro lugar, Daniel Templar em segundo, Mateus Sena em terceiro e o catarinense Lucas Vicente em quarto no ranking das três etapas.
A próxima também será na Região Nordeste do Brasil, na Praia de Stella Maris, em Salvador, que vai sediar a segunda etapa do Oi Pro Junior Series nos dias 12 a 14 de julho na capital da Bahia. A primeira foi vencida pela catarinense Tainá Hinckel na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, que no domingo conquistou sua segunda vitória no Pena Little Monster no Ceará.
Tainá já destacou nas ondas da Praia do Taíba desde o sábado, fazendo as maiores notas e somatórias entre as meninas. Seu primeiro duelo no domingo era um confronto direto pela ponta do ranking sul-americano com a nova vice-líder, Daniella Rosas. A catarinense começou bem com nota 7,00 e dominou a peruana, até vencer por 13,85 a 9,60 pontos. Na decisão contra Julia Duarte, repetiu o seu ataque manobrando forte para abrir grandes leques de água nas batidas e rasgadas. Foi assim desde o início e a vitória foi confirmada com as notas 8,25 e 7,35 em duas ondas seguidas, que computou no placar de 15,60 a 10,15 pontos.
“Foi um campeonato incrível, a estrutura estava muito boa e estou muito feliz por ter vencido essa etapa”, disse Tainá Hinckel. “Foi um grande passo pra mim, mas, lógico que tem muita coisa pra acontecer ainda pela frente. Estou feliz com minha performance e de poder esta aqui neste lugar incrível que é Praia da Taíba, com tudo dando certo pra mim”.
Após estas três etapas que abriram o Circuito Sul-americano Pro Junior da WSL South America no mês de maio, tem mais três previstas no calendário para definir os campeões da categoria para surfistas com até 18 anos de idade e as vagas para o Mundial Pro Junior da World Surf League na Ilha Taiwan. Os quatro primeiros colocados no ranking final masculino se classificam, junto com as duas melhores do feminino.
O Pena Little Monster foi realizado pela Federação de Surf do Estado do Ceará e a Top 16 Promoções e contou com o patrocínio da Pena Live Freestyle e apoio do Governo do Estado do Ceará através da Secretaria do Esporte, da Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, Malhas Menegotti e CT Wax. O evento foi homologado pela World Surf League como terceira etapa do Circuito Sul-americano Pro Junior de 2019 e foi transmitido ao vivo da Praia da Taíba pelo www.wlsouthamerica.com

PENA LIVE FREESTYLE – A história da Pena foi iniciada em 1986, por Raimundo Bernardo Neto, que sempre foi conhecido pelo nome que deu origem à marca. Hoje, a Pena Live Freestyle patrocina vários atletas, com destaque para o top da elite do CT, Deivid Silva, além de sempre promover eventos apoiando o crescimento do surfe brasileiro nesta trajetória, que chega a 33 anos em 2019. Como o próprio Pena diz, “surfar todos os dias e trabalhar em prol do desenvolvimento do esporte”, foi quase um lema na sua vida e o surfe brasileiro agradece!


SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.
Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensen, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

FINAL PRO JUNIOR DO PENA LITTLE MONSTER:
Campeão: Mateus Sena (BRA) por 16,50 pontos (8,75+7,75) – 1.000 pontos no Sul-americano
Vice-campeão: Daniel Adisaka (BRA) com 12,00 pontos (6,25+5,75) – 750 pontos
SEMIFINAIS – 3.o lugar com 560 pontos no Sul-americano:
1.a: Daniel Adisaka (BRA) 14.75 x 10.60 Uriel Sposaro (BRA)
2.a: Mateus Sena (BRA) 13.15 x 12.80 Daniel Templar (BRA)

FINAL PRO JUNIOR FEMININA:
Campeã: Tainá Hinckel (BRA) por 15,60 pontos (8,25+7,35) – 1.000 pontos no Sul-americano
Vice-campeã: Julia Duarte (BRA) com 10,15 pontos (5,90+4,25) – 750 pontos
SEMIFINAIS – 3.o lugar com 560 pontos no Sul-americano:
1.a: Julia Duarte (BRA) 11.15 x 10.50 Maju Freitas (BRA)
2.a: Tainá Hinckel (BRA) 13.85 x 9.60 Daniella Rosas (PER)
TOP-10 DO SUL-AMERICANO PRO JUNIOR MASCULINO – 3 etapas:
01: Daniel Adisaka (BRA) – 1.895 pontos
02: Daniel Templar (BRA) – 1.680
03: Mateus Sena (BRA) – 1.500
04: Lucas Vicente (BRA) – 1.330
05: Leo Casal (BRA) – 1.200
06: Raul Rios (PER) – 1.040
07: Mateus Herdy (BRA) – 1.000
08: Uriel Sposaro (BRA) – 930
09: Ricardo Williams (PER) – 905
10: Luan Hanada (BRA) – 875


TOP-10 DO SUL-AMERICANO PRO JUNIOR FEMININO – 3 etapas:
01: Tainá Hinckel (BRA) – 2.560 pontos
02: Daniella Rosas (PER) – 1.870
03: Sol Aguirre (PER) – 1.705
04: Julia Duarte (BRA) – 1.450
05: Isabela Saldanha (BRA) – 1.210
06: Lara Barrios (PER) – 1.115
07: Coco Cianciarulo (ARG) – 1.020
08: Alessia Moro (PER) – 880
09: Maju Freitas (BRA) – 860
10: Bruna Carderelli (BRA) – 840

 
Vento paralisa o Maui and Sons Arica Pro Tour mais cedo na quinta-feira no Chile

 Mais 16 cabeças de chave do QS 3000 de Arica estrearam nos tubos de El Gringo até as 11h00, parando na oitava bateria do dia. A 12.a da terceira fase ficou para às 7h30 da sexta-feira!

A quinta-feira amanheceu com ondas menores do que nos primeiros dias, mas com El Gringo ainda bombando tubos nas esquerdas e direitas, para dar continuidade a rodada de estreia dos cabeças do chave do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep no Chile. No entanto, o vento entrou mais cedo e a competição foi interrompida por volta das 11h00, após a oitava bateria do dia, a 11.a da terceira fase. A 12.a ficou para abrir a sexta-feira, com a primeira chamada marcada para as 7h00 na Ex Isla El Alacrán, 8h00 no Brasil.
Com as ondas menores em El Gringo, aumenta o perigo para os competidores e o japonês Kaito Ohashi já saiu machucado do mar, com um corte no rosto, na primeira bateria do dia. A quinta-feira começou com os surfistas que já fizeram parte da elite mundial do World Surf League Championship Tour, fazendo suas primeiras apresentações no Chile. O espanhol Aritz Aranburu e o paulista Wiggolly Dantas estrearam com vitórias, enquanto o havaiano Dusty Payne e o pernambucano Ian Gouveia passaram em segundo lugar nas suas baterias.
“A primeira bateria aqui é sempre muito desafiadora, porque te dá um nervosismo, ainda mais assim com o mar pequeno e as ondas muito mais perto da bancada, então qualquer erro você vai acabar se machucando”, disse Ian Gouveia. “Para mim, a primeira bateria é a mais tensa e estou feliz por ter passado. Agora é relaxar para tentar continuar avançando no campeonato até a final. Eu já competi aqui duas vezes. Em uma, fui até as quartas de final e no outro ano não fui bem, mas surfar aqui é uma experiência incrível. Sempre tem altos tubos e espero seguir passando as baterias para aproveitar ao máximo tudo aqui”.
Este terceiro confronto do dia foi vencido pelo australiano Max Kearney e iniciou uma série de quatro baterias seguidas com participação dos surfistas do Chile na quinta-feira. Manuel Selman é sempre um dos favoritos para vencer o Maui and Sons Arica Pro Tour, mas não conseguiu achar ondas para mostrar seu potencial nos tubos de El Gringo e a segunda vaga da bateria ficou com o brasileiro Ian Gouveia, que estava no CT até o ano passado. Depois, mais dois também saíram da briga pelo título, Nicolas Vargas e Gustavo Dvorquez.

VITÓRIA CHILENA – O último a competir foi Danilo Cerda e ele surfou o melhor tubo do dia, ganhando nota 6,93 na primeira onda que surfou e deixou o chileno mais tranquilo, pois as condições estavam difíceis. Em seguida, ele pegou outro tubo que valeu 4,73 para igualar o terceiro maior placar da histórica décima edição do Maui and Sons Arica Pro Tour, 11,66 pontos. Na briga pela segunda vaga para a fase dos 32 melhores, o australiano Sandon Whittaker superou o brasileiro Samuel Igo por 4,94 a 4,73 e o sul-africano Matthew McGillivray ficou em último com 4,50 pontos nas duas notas computadas.
“Eu estava um pouco nervoso, mas consegui encontrar uma boa onda para vencer a bateria”, disse Danilo Cerda. “De manhã para agora, o mar mudou bastante. O dia já começou com ondas muito pequenas, mas ainda estava bom para surfar, então estou feliz por passar para a próxima fase, para continuar desfrutando do evento porque as ondas vão voltar a subir”.
Depois só rolaram mais duas baterias e o campeonato foi paralisado por causa do vento, que na quinta-feira chegou mais cedo. O paulista Vitor Mendes, irmão mais jovem do top do CT, o Jessé que foi o primeiro brasileiro campeão do Maui and Sons Arica Pro Tour na final com o uruguaio Marco Giorgi em 2014, venceu por apenas 5,57 somando notas 3,07 e 2,50. O francês Gatien Delahaye passou em segundo com um total de 5,27 pontos, contra 5,26 do brasileiro Luciano Brulher e 4,70 do mexicano Angelo Lozano.
“Estava muito difícil e só entrou uma série com mais ondas no início da bateria”, disse Vitor Mendes. “Depois eu peguei duas mais embaixo do pico pra fazer duas notinhas e fiquei com a prioridade (de escolha da próxima onda) para ver se vinha mais onda. Só que acabou que nem veio tanta onda e nem precisei usar a prioridade. A maré estava muito seca e hoje (quinta-feira) era o menor dia de ondas do campeonato provavelmente. Já estava muito perigoso, então acredito que foi uma boa decisão de parar o evento mesmo”.


100% DE APROVEITAMENTO – Na quinta-feira, dois países conseguiram 100% de aproveitamento, com todos que competiram se classificando para a quarta fase do Maui and Sons Arica Pro Tour. Os norte-americanos Luke Gordon e Nolan Rapoza igualaram as duas vitórias brasileiras de Wiggolly Dantas e Vitor Mendes, enquanto Skip McCullough avançou em segundo lugar. Os três únicos australianos também se classificaram, mas apenas Max Kearney venceu e Sandon Whittaker e Samson Coulter passaram em segundo nas suas baterias.
Com apenas mais oito confrontos disputados na quinta-feira, ainda restam cinco para fechar a rodada de estreia dos cabeças de chave do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep. Ou seja, dez surfistas ainda nem competiram em El Gringo esse ano. A expectativa é grande para as últimas desta terceira fase, que vai reunir quatro surfistas que já foram campeões do desafio nos tubos da bancada mais desafiadora e perigosa do WSL Qualifying Series.

BATERIAS DE CAMPEÕES – Na penúltima, serão três disputando duas vagas para a fase dos 32 melhores do campeonato, o defensor do título Jeronimo Vargas, o vencedor de 2017, Tomas Tudela, e o também peruano Alvaro Malpartida, único que fez três finais nos 10 anos de história e ganhou a edição de 2013. O taitiano Kauli Vaast é o quarto componente desta.
E na última está Guillermo Satt, que em 2011 conquistou a única vitória chilena em casa. Ele vai fazer sua primeira apresentação esse ano contra o também cabeça de chave Carlos Munoz, da Costa Rica, e dois peruanos, Joaquin del Castillo e Sebastian Correa, que na quarta-feira conseguiu a segunda maior nota dessa semana em El Gringo, 8,50. Ela só está abaixo do 9,33 do tubaço do australiano Dean Bowen no mesmo dia.
O Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo www.mauiandsons.cl e o show nos tubos de El Gringo continua na sexta-feira, com a 12.a bateria da terceira fase, entre o brasileiro Lucas Silveira, o argentino Leandro Usuña, o japonês Shun Murakami e o australiano Hinata Aizawa, devendo começar as 7h30 no Chile, 8h30 no Brasil.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.
Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensesn, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

RESULTADOS DA QUINTA-FEIRA NO MAUI AND SONS ARICA PRO TOUR:
TERCEIRA FASE – entrada dos 32 principais cabeças de chave do QS 3000:
-------3.o=33.o lugar (US$ 450 e 360 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 350 e 330 pts)
4.a: 1-Alonso Correa (PER), 2-Dusty Payne (HAV), 3-Gabriel Villarán (PER), 4-Kaito Ohashi (JPN)
5.a: 1-Aritz Aranburu (ESP), 2-Leo Casal (BRA), 3-Adrian Garcia (PER), 4-Renan Peres (BRA)
6.a: 1-Max Kearney (AUS), 2-Ian Gouveia (BRA), 3-Manuel Selman (CHL), 4-Yuri Gonçalves (BRA)
7.a: 1-Wiggolly Dantas (BRA), 2-Skip McCullough (EUA), 3-Leonardo Barcelos (BRA), 4-Nicolas Vargas (CHL)
8.a: 1-Luke Gordon (EUA), 2-Samson Coulter (AUS), 3-Gustavo Dvorquez (CHL), 4-Pedro Neves (BRA)
9.a: 1-Danilo Cerda (CHL), 2-Sandon Whittaker (AUS), 3-Samuel Igo (BRA), 4-Matthew McGillivray (AFR)
10: 1-Nolan Rapoza (EUA), 2-Mihimana Braye (TAH), 3-Paul Cesar Distinguin (FRA), 4-Coconut Willie (HAV)
11: 1-Vitor Mendes (BRA), 2-Gatien Delahaye (FRA), 3-Luciano Brulher (BRA), 4-Angelo Lozano (MEX)

BATERIAS QUE VÃO ABRIR A SEXTA-FEIRA ÀS 7H00 EM ARICA:
TERCEIRA FASE – 3.o=33.o lugar (US$ 450 e 360 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 350 e 330 pts):
12: Lucas Silveira (BRA), Leandro Usuna (ARG), Shun Murakami (JPN), Hinata Aizawa (AUS)
13: Miguel Tudela (PER), Wesley Leite (BRA), John Mel (EUA), Igor Moraes (BRA)
14: Lucca Mesinas (PER), Cristobal de Col (PER), Ian Gentil (HAV), Franklin Serpa (BRA)
15: Jeronimo Vargas (BRA), Tomas Tudela (PER), Alvaro Malpartida (PER), Kauli Vaast (TAH)
16: Carlos Munoz (CRI), Guillermo Satt (CHL), Sebastian Correa (PER), Joaquin del Castillo (PER)

QUARTA FASE – Rodada dos 32 melhores em oito baterias:
-------3.o=17.o lugar (US$ 700 e 600 pts) e 4.o=25.o lugar (US$ 600 e 555 pts)
1.a: Weslley Dantas (BRA), Dean Bowen (AUS), Imaikalani Devault (HAV), Dusty Payne (HAV)
2.a: Alonso Correa (PER), Tyler Gunter (EUA), Elliot Paerata-Reid (NZL), Pedro Dib (BRA)
3.a: Aritz Aranburu (ESP), Max Kearney (AUS), Skip McCullough (EUA), Samson Coulter (AUS)
4.a: Ian Gouveia (BRA), Wiggolly Dantas (BRA), Luke Gordon (EUA), Leo Casal (BRA)
5.a: Danilo Cerda (CHL), Gatien Delahaye (FRA), Nolan Rapoza (EUA), 2.o da 12.a bateria
6.a: Mihimana Braye (TAH), Sandon Whittaker (AUS), Vitor Mendes (BRA), 1.o da 12.a bateria
7.a: 1.o da 13.a e 14.a baterias e 2.o da 15.a e 16.a baterias da Terceira Fase
8.a: 1.o da 15.a e 16.a baterias e 2.o da 13.a e 14.a baterias

 
João Chianca comanda o show nas decisões do Héroes de Mayo Iquique Pro no Chile

 O surfista de Saquarema bateu todos os recordes da semana na final do QS 3000, a espanhola Nadia Erostarbe ganhou o QS 1500 e no Pro Junior os campeões foram o catarinense Leo Casal e a havaiana Gabriela Bryan

O Héroes de Mayo Iquique Pro foi encerrado com chave de ouro, com o saquaremense João Chianca batendo todos os recordes da semana de altas ondas em La Punta, na bateria que fechou o domingo de praia cheia em Iquique, no Chile. Ele tirou a maior nota – 9,57 – e fez o maior placar – 17,74 pontos de 20 possíveis – na final do QS 3000 contra o australiano Dean Bowen. Com a vitória, João faturou o prêmio máximo de 15.000 dólares em Iquique e assumiu a liderança no ranking sul-americano da WSL South America, assim como Leo Casal na categoria Pro Junior, ao ganhar a final catarinense com Lucas Vicente. Os outros títulos foram conquistados pela espanhola Nadia Erostarbe no QS 1500 e pela havaiana Gabriela Bryan na decisão Pro Junior com a peruana Daniela Rosas, que lidera o sul-americano profissional. 

“Foi incrível vencer aqui e não tenho nem palavras para descrever o que estou sentindo nesse momento. É a minha primeira vitória no QS, estou muito feliz e quero comemorar muito esse título”, disse João Chianca. “Meu amigo já tinha me falado para não ser ansioso, que era para eu ser inteligente pra esperar as melhores ondas, porque minhas pranchas estão boas, meu surfe também e que era pra me divertir, então foi o que tentei fazer. Eu conversei com meu pai também e ele me disse pra garantir primeiro uma boa pontuação, antes de tentar fazer aéreos e eu acertei um ali muito bom, porque estava confiante pra fazer qualquer coisa”.
O surfista de Saquarema, cidade que sedia a etapa brasileira do World Surf League Championship Tour no Brasil, assumiu a liderança no ranking sul-americano da WSL South America com a vitória no Héroes de Mayo Iquique Pro. Além disso, saltou da 149.a para a 37.a posição no WSL Qualifying Series com os 3.000 pontos recebidos no Chile. É um resultado para entrar na briga direta pelas dez vagas para a elite dos top-34 que disputa o título mundial no CT.
“Era um sonho distante liderar o ranking sul-americano”, confessou João Chianca. “A gente fica tão longe disso, com a cabeça nos eventos mais importantes do QS, no CT, com tanta coisa acontecendo, então liderar o ranking sul-americano está sendo um bônus pra mim. Estou amarradão também por entrar na briga pelas vagas do QS e quero manter essa pegada nos próximos eventos. Se Deus quiser uma classificação para o CT será fantástico, mas sei que tem muito a trabalhar ainda para isso e o melhor é manter os pés no chão, sem sonhar muito”.
João Chianca praticamente liquidou o australiano Dean Bowen nas duas primeiras ondas que surfou na bateria final, com seu surfe progressivo de manobras modernas atacando os pontos mais críticos das direitas de La Punta. Ele praticamente não errou nada e conseguiu nota 8,17 logo em sua segunda onda. Depois, começou a arriscar os aéreos e completou um na finalização de uma onda que já vinha destruindo desde o início com batidas verticais e grandes manobras. Um dos cinco juízes chegou a dar nota 10 para ele e a média ficou em 9,57, a maior entre todas as ondas surfadas pelos mais de 230 participantes das quatro competições disputadas nesta semana em Iquique. Essa nota selou a vitória por 17,74 a 13,27 pontos.

FINAL DO QS 1500 – Na etapa feminina do WSL Qualifying Series, nenhuma sul-americana se classificou para o domingo decisivo do Héroes de Mayo Iquique Pro. A espanhola Nadia Erostarbe, do País Basco, tinha acabado com a invencibilidade da melhor surfista desta semana em La Punta nas semifinais, a havaiana Gabriela Bryan. Depois, não deu chances também para a recordista absoluta de nota e pontos entre as meninas, a norte-americana Meah Collins, conquistando o título do QS 1500 de Iquique no Chile por 11,43 a 8,97 pontos.
“Estou muito feliz neste momento. Foi um campeonato incrível e não poderia ter terminado melhor pra mim”, disse Nadia Erostarbe. “É muito difícil ganhar um evento, então vencer dois esse é fantástico (o outro foi o QS 1500 de Senegal, na África). Eu estava muito nervosa antes da final. Na verdade, eu fiquei nervosa em todas as baterias (risos). Mas, chegou no ponto que pensei, peraí, você sabe o que está fazendo, então vai lá e surfa. Na final, deu tudo certo pra mim e estou muito feliz por vencer esse evento nesse lugar incrível, com altas ondas”.
FINAIS PRO JUNIOR – A primeira decisão de título a entrar no mar no domingo foi a do Pro Junior feminino e a havaiana Gabriela Ryan largou na frente com nota 4,67. A peruana Daniela Rosas poderia dividir a liderança do ranking sul-americano Pro Junior com a vitória no Héroes de Mayo Iquique Pro, mas não foi bem na primeira onda e a segunda só rendeu 2,53 pontos. Por outro lado, a havaiana atacou forte uma direita mais espumada que valeu 4,73.
Mesmo com a prioridade de pegar a próxima onda, Daniela deixa passar uma pra Gabriela, que já manda um batidão vertical para ganhar 5.47. A peruana passa a precisar de 6,43 pontos e entra numa onda que abre até a beira, porém só recebe 3,90 para diminuir a vantagem para 6,30. Depois, o máximo que Daniela conseguiu foi 4,20 e a havaiana Gabriela Bryan festejou o título em sua primeira vez competindo na América do Sul, por 10,20 a 8,10 pontos.
“Estou muito feliz, porque eu queria ganhar pelo menos um dos dois eventos e consegui o título no Pro Junior, então cumpri meu objetivo nesta minha primeira viagem para a América do Sul”, disse Gabriela Bryan. “Eu perdi nas semifinais do QS, mas não fiquei abalada, porque sempre procuro aprender com os meus erros. Agora, estou muito feliz, pois queria sentir essa sensação incrível da vitória, então saio daqui satisfeita desse lugar lindo e com altas ondas como na minha casa, no Havaí. Espero voltar para cá mais vezes”.

DECISÃO MASCULINA – A final Pro Junior masculina valia o primeiro lugar no ranking sul-americano Pro Junior, no confronto caseiro entre dois catarinenses de Florianópolis. Lucas Vicente poderia conseguir um feito inédito de liderar os dois rankings da WSL South America com a vitória no Chile. Ele começou na frente, mas a briga foi intensa, onda a onda, com Leo Casal mostrando a potência do seu backside no pointbreak de direitas de La Punta, para tomar a ponta com nota 4,50. Lucas também surfava de costas para as ondas no Chile e deu o troco com 4,17. A batalha entre os dois amigos prosseguiu até o fim da bateria.
Lucas voltou a liderar com essa segunda onda, mas Leo Casal ia acertando todas as manobras em outra boa direita e até vibrou quando finalizou muito bem, mais uma boa onda que valeu 6,17. Lucas respondeu com 5,33 na onda de trás e os dois voltaram a se posicionar lado a lado no outside, agora com Leo Casal na frente quando soou o sinal dos 5 minutos finais. Eles surfaram duas ondas seguidas novamente e a nota do Leo foi 6,03, contra 5,03 do Lucas. Foram as últimas boas e Leo Casal comemorou sua primeira vitória por 12,20 a 10,36.
“Eu cresci junto com o Lucas (Vicente) e para mim ele é um dos melhores surfistas, sempre treinei olhando para ele como um ídolo, seguindo os passos dele e só em estar com ele na final já foi um grande momento na minha carreira”, disse Leo Casal. “Sair com a vitória numa bateria tão disputada assim com ele, foi muito emocionante e estou muito feliz. Um dos meus focos esse ano é conquistar uma vaga pro Mundial Pro Junior da WSL e agora é ir para as próximas etapas confiante para conseguir outros bons resultados para isso”.
O jovem surfista de apenas 14 anos de idade tirou a liderança do ranking sul-americano do paulista Daniel Adisaka, mas vai competir nos tubos perigosos de El Gringo em Arica, onde nesta terça-feira começa outra etapa do QS 3000 no norte do Chile, ao invéis de ir para o Ceará disputar o Pena Little Monster, válido pelo Circuito Sul-americano Pro Junior, que acontece na mesma semana no Ceará.
“Pena que os dois eventos vão rolar na mesma semana, mas eu vou para Arica, porque eu gosto bastante de surfar tubos pra esquerda como é em El Gringo, então decidi ir pra lá porque já estou aqui no Chile”, continuou Leo Casal. “Ainda teremos várias etapas do Pro Junior ao longo do ano e certamente vou correr as próximas para tentar conseguir esse título sul-americano, mas principalmente a classificação para o Mundial Pro Junior, que é meu grande objetivo para este ano”.

PRÓXIMAS ETAPAS – A segunda edição do Héroes de Mayo Iquique Pro foi um grande sucesso, com mais de 230 inscritos de 20 países competindo em ótimas ondas em La Punta durante toda a semana em Iquique. Agora, os mais corajosos partem para a etapa mais desafiadora do WSL Qualifying Series nos tubos de El Gringo, onde na terça-feira começa o já tradicional Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000, também no norte no Chile. Já os surfistas com até 18 anos de idade, terão outra etapa do Pro Junior a partir de sexta-feira da semana que vem, com o Pena Little Monster estreando no calendário sul-americano da WSL South America, nas ondas da Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará.
Mais informações, notícias, fotos, vídeos e todos os resultados do Héroes de Mayo Iquique Pro podem ser acessadas nas páginas do evento clicando em “Events” no www.worldsurfleague.com e nos calendários de cada competição, WSL Qualifying Series masculino e feminino e Pro Junior masculino e feminino.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.
Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensesn, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

RESULTADOS DO DOMINGO NO HÉROES DE MAYO IQUIQUE PRO:
DECISÃO DO TÍTULO DO QS 3000 MASCULINO:
Campeão: João Chianca (BRA) por 17,74 pontos (9,57+8,17) – 3.000 pontos no QS e 1.000 no Sul-americano
Vice-campeão: Dean Bowen (AUS) com 13,27 pontos (6,90+6,37) – 2.250 pontos no QS
SEMIFINAIS – 3.o lugar com 1.680 pontos no QS e 560 no Sul-americano:
1.a: João Chianca (BRA) 13.83 x 7.77 Joaquin del Castillo (PER)
2.a: Dean Bowen (AUS) 14.33 x 13.50 Matthew McGillivray (AFR)
QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 1.260 pontos no QS e 420 no Sul-americano:
1.a: João Chianca (BRA) 8.03 x 7.96 Billy Stairmand (NZL)
2.a: Joaquin del Castillo (PER) 14.87 x 13.87 Jack Robinson (AUS)
3.a: Matthew McGillivray (AFR) 10.03 x 9.04 Ian Gentil (HAV)
4.a: Dean Bowen (AUS) 10.37 x 8.54 Miguel Tudela (PER)

DECISÃO DO TÍTULO DO QS 1500 FEMININO:
Campeã: Nadia Erostarbe (ESP) por 11,43 pontos (6,83+4,60) – 1.500 pontos no QS
Vice-campeã: Meah Collins (EUA) com 8,97 pontos (4,50+4,47) – 1.125 pontos no QS
SEMIFINAIS – 3.o lugar com 840 pontos no QS e 560 no Sul-americano:
1.a: Nadia Erostarbe (ESP) 10.67 x 7.67 Gabriela Bryan (HAV)
2.a: Meah Collins (EUA) 6.73 x 6.33 Julie Nishimoto (JPN)

DECISÃO DO TÍTULO PRO JUNIOR MASCULINO:
Campeão: Leo Casal por 12,20 pontos (6,17+6,03) – 1.000 pontos no Sul-americano
Vice-campeão: Lucas Vicente (BRA) com 10,36 pontos (5,33+5,03) – 750 no Sul-americano

DECISÃO DO TÍTULO PRO JUNIOR FEMININO:
Campeã: Gabriela Bryan (HAV) por 10,20 pontos (5,47+4,73) – não pontua no Sul-americano
Vice-campeã: Daniela Rosas (PER) com 8,10 pontos (4,20+3,90) – 750 pontos no Sul-americano
TOP-10 DO RANKING SUL-AMERICANO DA WSL SOUTH AMERICA – 4 etapas:
01: João Chianca (BRA) – 1.265 pontos
02: Lucas Vicente (BRA) – 1.255
03: Matheus Navarro (BRA) – 1.055
04: Jadson André (BRA) – 1.000
05: Samuel Pupo (BRA) – 780
05: Igor Moraes (BRA) – 780
07: Yago Dora (BRA) – 750
08: Marcos Correa (BRA) – 745
09: Ian Gouveia (BRA) – 740
09: Leandro Usuna (ARG) – 740

TOP-10 DO RANKING SUL-AMERICANO FEMININO – 2 etapas:
01: Daniela Rosas (PER) – 1.280 pontos
02: Lorena Fica (CHL) – 950
03: Dominic Barona (ECU) – 860
04: Tainá Hinckel (BRA) – 840
05: Lucia Indurain (ARG) – 720
06: Jessica Anderson (CHL) – 580
07: Julia Duarte (BRA) – 480
08: Josefina Ané (ARG) – 465
08: Lucia Cosoleto (ARG) – 465
10: Monik Santos (BRA) – 420
10: Camila Cassia (BRA) – 420
10: Karol Ribeiro (BRA) – 420

TOP-10 DO SUL-AMERICANO PRO JUNIOR MASCULINO – 2 etapas:
01: Leo Casal (BRA) – 1.200 pontos
02: Daniel Adisaka (BRA) – 1.145
03: Daniel Templar (BRA) – 1.120
04: Lucas Vicente (BRA) – 1.030
05: Mateus Herdy (BRA) – 1.000
06: Raul Rios (PER) – 760
07: Fernando Junior (BRA) – 605
08: Eduardo Motta (BRA) – 600
09: Luan Hanada (BRA) – 595
10: Leonardo Barcelos (BRA) – 580

TOP-10 DO SUL-AMERICANO PRO JUNIOR FEMININO – 2 etapas:
01: Tainá Hinckel (BRA) – 1.560 pontos
02: Sol Aguirre (PER) – 1.310
02: Daniela Rosas (PER) – 1.310
04: Isabela Saldanha (BRA) – 790
05: Coco Cianciarulo (ARG) – 720
05: Lara Barrios (PER) – 720
07: Julia Duarte (BRA) – 700
08: Alessia Moro (PER) – 600
09: Julia Camargo (BRA) – 560
09: Bruna Carderelli (BRA) – 560

 
Yanca Costa fatura a abertura do Circuito Brasileiro de Surf Feminino, em Ubatuba

Representante da nova geração, a cearense radicada no Rio de Janeiro, Yanca Costa foi a grande vencedora na etapa de abertura do Circuito Brasileiro de Surf Feminino, encerrada domingo (19), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba. O campeonato, em seu quinto ano, é uma iniciativa do surfista Wiggolly Dantas, o Guigui, e reuniu mais de 150 meninas, de oito estados e até do Peru, estabelecendo um novo recorde para a categoria, desde as profissionais até as atletas de base do sub10, numa grande celebração em prol da modalidade.

Yanca foi a melhor da categoria pro-adulto e saiu na frente no ranking da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), que oficializa o evento, faturando R$ 4 mil de um total de R$ 15 mil de premiação. Na pro-júnior, outra disputa valendo título nacional, a carioca radicada em São Paulo, Júlia Duarte, foi a primeira colocada, melhorando sua performance em relação a 2018, quando ficou em segundo.

O evento teve três dias, com ondas desafiadoras e pesadas de 1,5 metro, e também contou com disputas na longboard (pranchões), com a carioca Ayllar Citi sendo a melhor; e as categorias de base, tendo como grande destaque Sophia Gonçalves, que é de São Sebastião, e faturou a sub14 e a sub16. Luana Reis, mais um talento da cidade do litoral norte paulista, foi a melhor na sub12, enquanto que na sub10, uma vitória internacional, com a peruana Catalina Zarquiey, que está no Brasil para surfar ondas diferentes de seu país.

“Foi tudo perfeito no final. Foi uma grande dificuldade realizar essa etapa, mas quisemos fortalecer as meninas e tivemos mais de 150 competidoras, show de surf, muita alegria”, vibrou Wiggolly Dantas, agradecendo os patrocinadores, que acreditaram e viabilizaram o encontro em Ubatuba.

Nas ondas, a primeira final no mar foi a sub16, e apesar de ter só 13 anos, Sophia Gonçalves, fez bonito, com a melhor onda da bateria, 5.30, superando as também paulistas Kemily Sampaio, Nairê Marquez e Kamile Soares (estas duas últimas locais). Ela permaneceu no mar junto com Nairê para outra final seguida, da sub14, para mais um primeiro lugar, desta vez com uma vantagem ainda maior, somando um 6,5 e um 6, à frente da baiana Sol Carrion, da catarinense Pamella Mel e Nairê Marquez.

“Estou bem cansada, mas muito feliz. Só tenho de agradecer a Deus porque foi Ele que me levantou. Foi a minha primeira vitória e foram logo duas de uma vez. O campeonato é muito legal, uma vibe boa e sempre um grande aprendizado”, vibrou Sophia.

Na sub10, a peruana Catalina mostrou ter mais experiência, sobretudo em sua última onda, uma nota sete, para ratificar sua vitória. A caçula do evento, com apenas sete anos, Carol Bastides, também mostrou futuro certo, terminando em segundo lugar, à frente da catarinense Luiza Teixeira e da revelação local, Maeva Guastalla. “Vim para competir no Brasil e surfar ondas diferentes do Peru. Foi muito divertido”, vibrou a surfista. “É a primeira vez no Brasil e queremos estar aqui em agosto para a outra etapa”, acrescentou o pai, Júlio.

Na sub12, Luana Reis, acostumada a surfar ondas mais fortes em Maresias, não se intimidou com o mar grande e garantiu as duas melhores notas. A catarinense Alexia Monteiro foi a segundo, com a paranaense Gabriely Vasque em terceiro e a baiana Catarina Lorenzo, em quarto. “Estou muito feliz, sempre vim lutando e nunca consegui uma final e agora consegui vencer. Quero parabenizar o Wiggolly, ele está de parabéns por valorizar o surf feminino”, disse.

Depois, foi a vez dos pranchões no mar, com as atletas enfrentando as ondas grandes. Ayllar Citi abriu com um 5,25, onda que fez a diferença no placar e garantiu a sua vitória, evitando o tricampeonato da paranaense Thiara Mandelli, que tentou até o final reverter o resultado e acabou com o vice dessa vez. A paulista Monique Pontes terminou em terceiro com Mainá Thompson, também do Rio de Janeiro, em quarto.

“Estou super feliz porque foi uma final com mulheres sinistras no longboard, muito experientes, e é muito importante estar aqui e dar meu melhor e se conectando com esse marzão”, destacou Ayllar. “Queria agradecer a família Dantas que está fortalecendo essa corrente do surf feminino, agradecer meus patrocinadores e minha mãe. Com certeza vou voltar na próxima etapa”, reforçou a surfista.

PRO-JÚNIOR - Na pro-júnior, Júlia Duarte surfou à vontade nas ondas grandes. Vice-campeã brasileira da categoria, ela assumiu a ponta na segunda e terceira ondas, com 4,25 e depois 6,80, superando a paulista Rafaella Teixeira que vinha liderando com um 3,25 e um 6,5. “Não venho de bons resultados e essa vitória me deixa muito contente. Para mim, o mar estava bom, porque prefiro assim, gosto de ondas pesadas, não tenho medo”, falou.

“Esse campeonato é muito importante porque é só feminino, focado nas meninas, e assim vai evoluindo a categoria. Quero sempre estar presente e espero ganhar de novo. Vou treinar muito para isso”, complementou Júlia Duarte, que deixou Rafaella em segundo, com a também paulista Yasmin Neves em terceiro e outra carioca, Mariana Areno, em quarto.

Na última e mais importante final do dia, a pro-adulto, Yanca Costa garantiu em sua primeira onda um 4,5, mas Tais Almeida, com duas ondas 3 e 3,9 assumiu a ponta. No último minuto, a cearense arrancou um 6,5 e só soube da virada quando já estava na areia. A atual campeã brasileira e em sua terceira final seguida em Ubatuba, Camila Cássia, foi a terceira, enquanto que a cearense Larissa dos Santos ficou em quarto.

“Eu pensei que seria o dia mais tranquilo, mas foi o pior dia. A correnteza estava superforte, eu não parei de remar um minuto, mas eu tinha uma estratégia e sabia que a onda viria para mim. Estava muito confiante. Treinei muito e quero agradecer o Leandrinho, a Priscila e o Gabriel, que me treinam. Se não fosse por eles não teria conseguido”, comemorou, falando da liderança do Brasileiro. “Esse título é algo que quero muito, estou batalhando há três anos e começar com o pé direito é muito bom”, revelou.

A atleta de 19 anos, que se mudou de Fortaleza para o Rio de Janeiro em 2016, com a família, para investir no surf, busca agora um apoio para seguir firme nos campeonatos. A situação é tão difícil, que ela iniciou uma vaquinha virtual para arrecadar dinheiro para poder viajar. “Eu tenho muitos planos, mas não tenho patrocínio e, às vezes, não dá para executar. Estou com vaquinha para competir, o link está no meu instagram, o @yancacosta_ e vou ficar grata”, completou.

Vale lembrar que as atletas contaram com um bom esquema de segurança, com uso de jet ski para resgastes, sobretudo para as atletas mais novas da sub10 e sub12. Além do show de surf das meninas, o evento Circuito Brasileiro de Surf Feminino apresentou várias atrações para as atletas, como massoterapia; avaliação física, reabilitação e aquecimento antes das baterias; osteopatia, kinesiologia e psicologia desportiva; yoga; e mesa de frutas

Também sofás infláveis; atividades para crianças como pinturas e ações da Wizard, como caça ao tesouro e quiz, valendo brindes. Outro destaque foi a roda de conversa sobre saúde da mulher. Na questão de sustentabilidade, houve a coleta seletiva de resíduos e a geração de energia para toda a estrutura, através da captação pelas placas instaladas na praia pela Nyfan Energy, tornando o evento autossustentável.

PRÓXIMAS - O evento Circuito Brasileiro de Surf Feminino em Ubatuba terá mais duas etapas este ano, novamente na Praia de Itamambuca. Estão programadas para os dias 9 a 11 de agosto e 18 a 20 de outubro, sendo essas duas realizadas através do convênio firmado entre a União através da Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, e a Prefeitura de Ubatuba.

Em seu quinto ano seguido, o evento foi idealizado pelo surfista Wiggolly Dantas e essa etapa do Circuito Brasileiro de Surf Feminino em Ubatuba foi uma realização da Prefeitura Municipal de Ubatuba. Patrocínios da Wizard by Pearson, Dantas, Sicredi, Nyfan Energy e Ubasurf Motors, com apoios da Mormaii, Padaria Itamambuca, Quiosque Tia Albertina, Tape Brasil, Gigi Watery, Menina do Mar, Gangster e Pono Beachwear. Colaboração: Pousada Canto do Dado, Digital Brasil, Special Board, Silva Indaiá Supermercado, EaD Unitau, ONG Esmeralda, Fisioterapia Sérgio Neri, Gaijin Massoterapeuta, Firma, Sportomics e Lazybbag. Divulgação: Waves, Woohoo, Tv Adventure e FMA Notícias. Supervisão técnica da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), Federação Paulista de Surf e Associação Ubatuba de Surf (AUS).

RESULTADOS

Pro-Adulto
1 Yanca Costa – CE (RJ)

2 Tais Almeida – RJ

3 Camila Cássia – SP

4 Larissa dos Santos – CE

5 Juliana Meneguel – SP

5 Kiany Cristina – SP

7 Kayane Reis – RJ

7 Luana Coutinho – SP

9 Suelen Naraisa – SP

9 Karol Ribeiro – RJ

9 Natalie Plachi – SC

9 Monik Santos – PE

13 Louisie Frumento – SP

13 Julia Duarte – RJ

13 Maju Freitas – RJ

13 Potyra Schaffer – SP

Pro-Júnior

1 Júlia Duarte – RJ (SP)

2 Rafaela Teixeira – SP

3 Yasmin Neves – SP

4 Mariana Areno – RJ

5 Tainara Vieira – RJ

5 Kiany Hyakutake – SC

7 Laura Agnes – SP

7 Brhuna Neves – RJ

Sub16

1 Sophia Gonçalves – SP

2 Kemily Sampaio – SP

3 Nairê Marquez – SP

4 Kamila Soares – SP

Sub14

1 Sophia Gonçalves – SP

2 Sol Carrion – BA

3 Pamella Mel – SC

4 Nairê Marquez – SP

Sub12

1 Luana Reis – SP

2 Alexia Monteiro – SC

3 Gabriely Vasque – PR

4 Catarina Lorenzo – BA

Sub10

1 Catalina Zarquiey – Peru

2 Carol Bastides – SP

3 Luiza Teixeira – SC

4 Maeva Guastalla – SP

Longboard

1 Ayllar Cinti – RJ

2 Thiara Mandelli – PR

3 Monique Pontes – SP

4 Mainá Thompson – RJ

 

 
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