Atleta de São Vicente é campeã do Sul-americano de jiu-jitsu

Com o ouro, Érika Andrade consolida o primeiro lugar no ranking nacional

A lutadora de jiu-jitsu de São Vicente, Érika Andrade, brilhou mais uma vez na temporada 2019. A atleta não deu a mínima chance para as rivais e conquistou o ouro no Campeonato Sul-americano, na categoria Master 1. A competição ocorreu em Baureri, São Paulo.

A campeã Sul-americana representa a da Tio Chico Academia e equipe Qatarbjj. “Foi mais um momento especial. Tenho trabalhado bastante a parte técnica e também intensificando os treinos físicos. Os resultados são fruto desta dedicação diária”, disse.

De fato, o ano de 2019 está sendo dourado para Érika. Com o primeiro lugar conquistado na competição internacional, a atleta soma agora 12 medalhas na temporada. Deste total, sete vezes ela esteve no lugar mais alto do pódio empunhando o ouro.

A lutadora de 35 anos tem outro motivo especial para comemorar. O ouro em Barueri consolidou a vicentina na liderança do ranking nacional. A vantagem é tão grande para a segunda colocada que Érika já sabe que terminará a temporada como a melhor atleta brasileira da categoria. “Esse ano é o melhor da minha carreira”, comentou.

Mesmo com tantos motivos para festejar, Érika promete não perder o foco. Disputar o Campeonato Europeu, que será em janeiro de 2020, em Lisboa, Portugal, é o sonho principal. “Além da dedicação nos treinamentos, preciso conquistar novos patrocinadores para conseguir arcar com os custos da disputa, que incluem passagem aérea, hospedagem e alimentação”, explicou.

APOIOS – Os resultados deste ano de 2019 já estão refletindo em apoiadores fora dos tatames. “Aos poucos as pessoas estão conhecendo meu trabalho. Isso é motivo de muito orgulho e me anima a seguir treinando e sonhando com novas medalhas”, afirmou atleta.

São apoiadores da lutadora: Academia Tio ChicoJiu-jitsu/Equipe Catar, Bruca Preparação Física, doutora Mithra Cherici (médica desportiva), Luiza Simões (nutricionista), Kahue Kourichy (quiropata, ventosaterapia e massoterapeuta), CNA Idiomas/São Vicente, Complex Multimodal, Personal Móveis, Canil Hanuman e Seal Fight.

Crédito: Divulgação

Data: 25/11/2019

 
Três brasileiros já estão nas oitavas de final em Haleiwa

Deivid Silva, Tomas Hermes e Ian Gouveia passaram suas baterias na primeira metade da rodada de estreia dos cabeças de chave do QS 10000 Hawaiian Pro que fechou o domingo no Havaí

O domingo já amanheceu com Haleiwa Beach bombando séries de 8-10 pés, para o primeiro dia cheio de competição no QS 10000 Hawaiian Pro na ilha de Oahu. Foram realizadas dezesseis baterias, as oito que restavam da segunda fase e as oito primeiras da rodada dos principais cabeças de chave. Eles estreiam já disputando vagas para as oitavas de final e três brasileiros se classificaram, o paulista Deivid Silva, o catarinense Tomas Hermes e o pernambucano Ian Gouveia. Outro catarinense, Alejo Muniz, outro pernambucano, Luel Felipe, e o peruano Alonso Correa, também passaram baterias no domingo, mas pela segunda fase.

Alonso Correa avançou em segundo lugar no segundo confronto do dia e terá a chance de poder competir com o maior ídolo do esporte em todos os tempos. O peruano foi para a nona bateria da terceira fase, encabeçada pelo onze vezes campeão mundial, Kelly Slater, que ficou para abrir o próximo dia do Hawaiian Pro. Os dois vão enfrentar ao sul-africano Michael February e ao norte-americano Cole Houshmand.

O pernambucano Luel Felipe ganhou a quarta bateria do domingo, com o paulista Weslley Dantas sendo eliminado nessa, pelo americano Caleb Tancred. Ainda teve outra participação dupla do Brasil na segunda fase e novamente apenas um se classificou, o catarinense Alejo Muniz, também com vitória. O paulista Samuel Pupo estreou junto com ele, mas ficou em último em sua primeira defesa do nono lugar no ranking do WSL Qualifying Series. Com a derrota, deve sair da lista dos dez que se classificam para a elite dos top-34 do CT.

CABEÇAS DE CHAVE – Depois, foi iniciada a última rodada de dezesseis baterias, quando entram os principais cabeças de chave do Hawaiian Pro. O catarinense William Cardoso foi o primeiro brasileiro a competir e terminou em último lugar na segunda bateria, que classificou o italiano Leonardo Fioravanti e o australiano Morgan Cibilic. Na disputa seguinte, o paulista Deivid Silva foi o primeiro a se classificar para as oitavas de final, impedindo uma dobradinha sul-africana, ao superar Adin Masencamp na vitória de David Van Zyl.

O catarinense Tomas Hermes também avançou em segundo lugar na quarta bateria, eliminando o número 7 do ranking, Jorgann Couzinet, da França, no confronto vencido pelo australiano Wade Carmichael. Na sequência, caíram dois brasileiros que já garantiram suas vagas no G-10 do QS para o CT 2020, antes da Tríplice Coroa Havaiana, o terceiro e quarto colocados no ranking, Alex Ribeiro e Miguel Pupo, respectivamente. O pernambucano Ian Gouveia ganhou o confronto direto entre Brasil e Austrália da sexta bateria. Ele acabou empatado em 1 a 1, pois Jack Freestone passou em segundo e o Alex ficou em último.

OITAVAS DE FINAL – Deivid Silva e Tomas Hermes vão disputar as duas primeiras vagas para as quartas de final do QS 10000 Hawaiian Pro, com o italiano Leonardo Fioravanti e o australiano Ethan Ewing. Já Ian Gouveia foi para a terceira oitava de final e vai competir contra o australiano e dois concorrentes diretos por vagas no G-10 do QS, o americano Evan Geiselman e o costa-ricense Carlos Muñoz. Apenas as quatro primeiras baterias já foram formadas com os resultados do domingo no Ali´i Beach Park de Haleiwa.

Mais sete brasileiros ainda vão disputar classificação para as oitavas de final da primeira joia da Tríplice Coroa Havaiana na segunda metade da terceira fase, que ficou para abrir o próximo dia de boas ondas no North Shore da ilha de Oahu. O peruano Alonso Correa está com Kelly Slater na primeira a entrar no mar. O catarinense Yago Dora estreia na segunda, o paulista Caio Ibelli entra na seguinte e Luel Felipe na quarta do dia. Depois, tem duas participações duplas do Brasil valendo duas vagas para as oitavas de final do Hawaiian Pro.

O líder do ranking do WSL Qualifying Series, Jadson André, vai estrear na 14.a bateria, a sexta do próximo dia. O catarinense Alejo Muniz se classificou no domingo e vai competir junto com ele, contra o americano Griffin Colapinto e o havaiano Elijah Hanneman. Na disputa seguinte, entram dois que precisam de bons resultados no Havaí para manter suas vagas na divisão de elite da World Surf League, o cearense Michael Rodrigues e o paulista Jessé Mendes, enfrentando o americano Nat Young e o big-rider havaiano, Billy Kemper.

O QS 10000 Hawaiian Pro está sendo transmitido ao vivo de Haleiwa Beach no Havaí pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis da World Surf League.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.

A WSL vem promovendo os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 230 eventos globais masculinos e femininos no ano para definir os campeões mundiais do World Surf League Championship Tour, Big Wave Tour, Redbull Airborne, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, além do WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, enquanto incentiva a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.

Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis da WSL. A World Surf League é pioneira em streaming online para uma enorme legião de fãs apaixonados e interessados em ver as grandes estrelas, como Kelly Slater, Stephanie Gilmore, John John Florence e muitos brasileiro, como Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb, competindo no campo de jogo mais dinâmico e imprevisível de todos os esportes no mundo.

OITAVAS DE FINAL DO HAWAIIAN PRO – baterias já formadas:

----3.o=17.o lugar (US$ 2.600 e 2.300 pts) e 4.o=25.o lugar (US$ 2.200 e 2.100 pts)

1.a: Deivid Silva (BRA), Leonardo Fioravanti (ITA), Tomas Hermes (BRA), Ethan Ewing (AUS)

2.a: Wade Carmichael (AUS), Connor O´Leary (AUS), David Van Zyl (AFR), Morgan Cibilic (AUS)

3.a: Adrian Buchan (AUS), Carlos Muñoz (CRI), Evan Geiselman (EUA), Ian Gouveia (BRA)

4.a: Jordy Smith (AFR), Jack Freestone (AUS), Beyrick De Vries (AFR), Dylan Lightfoot (AFR)

BATERIAS DOS SUL-AMERICANOS NAS PRIMEIRAS FASES:

TERCEIRA FASE – entrada dos 32 principais cabeças de chave:

-----3.o=33.o lugar (US$ 1.500 e 1.100 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 1.100 e 1.000 pts)

2.a: 1-Leonardo Fioravanti (ITA), 2-Morgan Cibilic (AUS), 3-Nolan Rapoza (EUA), 4-Willian Cardoso (BRA)

3.a: 1-David Van Zyl (AFR), 2-Deivid Silva (BRA), 3-Adin Masencamp (AFR), 4-Soli Bailey (AUS)

4.a: 1-Wade Carmichael (AUS), 2-Tomas Hermes (BRA), 3-Jorgann Couzinet (FRA), 4-Matt Banting (AUS)

5.a: 1-Adrian Buchan (AUS), 2-Dylan Lightfoot (AFR), 3-Miguel Pupo (BRA), 4-Cooper Chapman (AUS)

6.a: 1-Ian Gouveia (BRA), 2-Jack Freestone (AUS), 3-Liam O´Brien (AUS), 4-Alex Ribeiro (BRA)

até a 8.a bateria no domingo:

9.a: Kelly Slater (EUA), Michael February (AFR), Cole Houshmand (EUA), Alonso Correa (PER)

10: Yago Dora (BRA), Ezekiel Lau (HAV), Charly Quivront (FRA), Jacob Willcox (AUS)

11: Caio Ibelli (BRA), Jake Marshall (EUA), Mitch Crews (AUS), Caleb Tancred (AUS)

12: Conner Coffin (EUA), Ricardo Christie (NZL), Luel Felipe (BRA), Matthew McGillivray (AFR)

14: Griffin Colapinto (EUA), Jadson André (BRA), Alejo Muniz (BRA), Elijah Hanneman (HAV)

15: Michael Rodrigues (BRA), Jessé Mendes (BRA), Nat Young (EUA), Billy Kemper (HAV)

SEGUNDA FASE – 3.o=65.o lugar (US$ 700 e 600 pts) e 4.o=81.o lugar (US$ 500 e 500 pts):

----------9.a bateria abriu o domingo:

10: 1-Charly Quivront (FRA), 2-Alonso Correa (PER), 3-Makai McNamara (HAV), 4-Stu Kennedy (AUS)

12: 1-Luel Felipe (BRA), 2-Caleb Tancred (AUS), 3-Weslley Dantas (BRA), 4-Vicente Romero (ESP)

14: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Finn McGill (HAV), 3-Nicholas Squiers (AUS), 4-Samuel Pupo (BRA)

----------resultados do sábado:

4.a: 1-Tomas Hermes (BRA), 2-Adin Masencamp (AFR), 3-Tristan Guilbauld (FRA), 4-Gatien Delahaye (FRA)

5.a: 1-Cooper Chapman (AUS), 2-Ian Gouveia (BRA), 3-Charles Martin (FRA), 4-Leandro Usuña (ARG)

6.a: 1-Liam O´Brien (AUS), 2-Dylan Lightfoot (AFR), 3-Imaikalani Devault (HAV), 4-Thiago Camarão (BRA)

7.a: 1-Beyrick De Vries (AFR), 2-Carlos Munoz (CRI), 3-Wiggolly Dantas (BRA), 4-Michael Dunphy (EUA)

8.a: 1-O´Neill Massin (HAV), 2-Evan Geiselman (EUA), 3-João Chianca (BRA), 4-Hiroto Ohhara (JPN)

 

 
Samuel Pupo festeja vitória no QS 10000 de Portugal

A família Pupo reinou nas duas etapas mais importantes da "perna europeia" com Miguel vencendo o QS 10000 da Espanha e Samuel entrando no G-10 agora no EDP Billabong Pro Ericeira

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Miguel Pupo confirma seu retorno ao CT em Portugal

O português Frederico Morais venceu o QS 6000 Azores Airlines Pro e entrou no G-10 do WSL Qualifying Series e Miguel Pupo garantiu sua vaga no CT 2020 com o terceiro lugar nas semifinais

O paulista Miguel Pupo é o segundo brasileiro a garantir uma das dez vagas do WSL Qualifying Series para o World Surf League Championship Tour do ano que vem. Ele tinha vencido o QS 10000 da Galícia na Espanha duas semanas atrás e confirmou de vez seu retorno à elite dos top-34 com o terceiro lugar no QS 6000 Azores Airlines Pro, encerrado no domingo em um mar clássico com altos tubos na Praia Santa Bárbara da Ilha São Miguel, no arquipélago dos Açores, em Portugal. A classificação antecipada foi confirmada quando Miguel ganhou o duelo brasileiro com o pernambucano Luel Felipe pelas quartas de final. Depois, ele perdeu para o australiano Mitch Crews, derrotado na decisão do título pelos tubaços do português Frederico Morais, que entrou no G-10 com os 6.000 pontos conquistados nas Ilhas Açores.

Também em Portugal, acontece nessa semana o último QS 10000 antes do encerramento da temporada na Tríplice Coroa Havaiana, o EDP Billabong Pro Ericeira, que começa nesta terça-feira na Praia Ribeira D´Ilhas, em Ericeira. Com os 3.550 pontos do terceiro lugar nos Açores, Miguel Pupo já ultrapassou a barreira dos 20.000 pontos no WSL Qualifying Series, que garantem vaga no CT pelo ranking de acesso.

O potiguar Jadson André já tinha atingido esse feito também com um terceiro lugar nas semifinais do QS 10000 da Galícia na Espanha e lidera o ranking com 22.500 pontos. Outro que está quase confirmando sua volta aos top-34 é o paulista Alex Ribeiro, que já tem 18.930 pontos e ficou em 25.o lugar nos Açores, perdendo a vice-liderança no ranking para o Miguel.

“Eu vim para a perna europeia com um objetivo, pois estes três eventos poderiam mudar tudo. E já fui bem em dois, então estou muito feliz com os resultados”, disse Miguel Pupo, que perdeu sua vaga no CT em 2017. “Nós tivemos condições realmente desafiadoras aqui nesta semana e ontem (sábado) foi como correr um triatlo, remando e surfando sem parar. Foi incrível competir junto com meu irmão (Samuel) também essa semana. Ele pegou altos tubos e acho que estarmos juntos nos ajuda a relaxar, nos divertir mais e mostramos isso no surfe”.

Samuel Pupo é o atual campeão sul-americano Pro Junior Sub-18 da WSL Latin America e também chegou no domingo decisivo do QS 6000 Azores Airlines Pro, junto com Miguel e o pernambucano Luel Felipe. Samuca foi barrado na primeira rodada do último dia, pelo francês Gatien Delahaye nas oitavas de final e terminou em nono lugar. Ainda assim, subiu da 48.a para a 39.a posição no ranking, empatado com o peruano Miguel Tudela.

MELHOR BRASILEIRO – Já Luel Felipe despachou o sul-africano Michael February, Miguel fez o mesmo com o português Vasco Ribeiro e os dois se enfrentaram na briga pela última vaga para as semifinais. No sábado, Luel fez a melhor apresentação verde-amarela nas ondas da Praia Santa Bárbara da Ilha São Miguel, no arquipélago dos Açores. O pernambucano surfou dois tubaços no critério excelente para fazer o recorde de pontos do QS 6000 Azores Airlines Pro, 17,04 com notas 8,87 e 8,17, na vitória sobre Vasco Ribeiro e o australiano Connor O´Leary.

No domingo, o havaiano Johua Moniz chegou a arrancar a única nota 10 do campeonato, mas só atingiu exatos 17,00 pontos na oitava de final contra o australiano Reef Heazlewood. No confronto brasileiro das quartas de final, ambos não tiveram muitas oportunidades de surfar. Miguel Pupo começou bem com nota 7,17 num tubo que praticamente definiu sua vitória por 12,17 a 9,43 pontos. Com os 2.650 pontos do quinto lugar nos Açores, Luel Felipe subiu de 35.o para 26.o no ranking, ficando logo abaixo de outro pernambucano, Ian Gouveia.

VITÓRIA PORTUGUESA – Nas semifinais, Frederico Morais não deu qualquer chance ao francês Gatien Delahaye. O português surfou três canudos que valeram notas 7,50, 8,00 e 8,27, para vencer fácil por 16,27 a 10,77 pontos. Na outra bateria, Miguel Pupo não conseguiu repetir as boas atuações e foi batido pelo australiano Mitch Crews por 15,00 a 4,57 pontos. Na grande final, Frederico brilhou de novo nos tubos da Praia Santa Bárbara e garantiu sua segunda vitória em Portugal esse ano por uma larga vantagem de 15,93 a 6,10 pontos. O outro título foi no QS 3000 de Santa Cruz e agora saltou do trigésimo para o décimo lugar no ranking.

“Eu acho que hoje (domingo) foi um dos melhores dias de ondas que já tivemos em etapas do QS”, destacou Frederico Morais, sobre as ótimas condições do mar no domingo. “Foi um dia perfeito, com grandes tubos e muitas ondas boas para todos surfarem. É um sonho ter condições como essas no dia das finais, porque você não fica dependendo tanto da sorte, mas do seu surfe e da sua tomada de decisões. Isso é o surfe”.

O campeão também falou sobre recolocar Portugal na divisão de elite da World Surf League, que ele mesmo fez parte até 2018, quando não conseguiu garantir sua requalificação para esse ano: “Esses pontos aqui são os que venho buscando para subir no ranking e me colocar em um bom lugar para me classificar para o ano que vem, especialmente agora antes de Ericeira (QS 10000). Vou aproveitar esse momento, mas não por muito tempo, pois na terça-feira já estaremos voltando à rotina, com o início do QS 10000 de Ericeira”.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.

A WSL vem promovendo os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 230 eventos globais masculinos e femininos no ano para definir os campeões mundiais do World Surf League Championship Tour, Big Wave Tour, Redbull Airborne, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, além do WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, enquanto incentiva a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.

Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis da WSL. A World Surf League é pioneira em streaming online para uma enorme legião de fãs apaixonados e interessados em ver as grandes estrelas, como Kelly Slater, Stephanie Gilmore, John John Florence e muitos brasileiro, como Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb, competindo no campo de jogo mais dinâmico e imprevisível de todos os

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após 44 etapas:

01: Jadson André (BRA) – 22.500 pontos

02: Miguel Pupo (BRA) – 20.350

03: Alex Ribeiro (BRA) – 18.930

04: Jorgann Couzinet (FRA) – 17.310

05: Jake Marshall (EUA) – 16.850

06: Matt Banting (AUS) – 16.750

06: Deivid Silva (BRA) – 16.650 é top-22 do CT

08: Yago Dora (BRA) – 15.960

09: Barron Mamiya (HAV) – 14.500

10: Frederico Morais (PRT) – 14.400

11: Liam O´Brien (AUS) – 14.350

-------próximos sul-americanos até 100:

21: Jessé Mendes (BRA) – 10.850 pontos

25: Ian Gouveia (BRA) – 10.160

26: Luel Felipe (BRA) – 10.030

30: Krystian Kymerson (BRA) – 9.380

38: Wiggolly Dantas (BRA) – 7.760

39: Miguel Tudela (PER) – 7.740

39: Samuel Pupo (BRA) – 7.740

42: Tomas Hermes (BRA) – 7.550

45: Adriano de Souza (BRA) – 7.400

46: Alonso Correa (PER) – 7.290

48: Weslley Dantas (BRA) – 6.840

49: Lucas Silveira (BRA) – 6.800

52: Flavio Nakagima (BRA) – 6.600

56: Marcos Correa (BRA) – 6.380

62: Caio Ibelli (BRA) – 5.820

69: Mateus Herdy (BRA) – 5.550

73: Peterson Crisanto (BRA) – 5.450

74: João Chianca (BRA) – 5.405

77: Marco Fernandez (BRA) – 5.150

82: Thiago Camarão (BRA) – 4.950

83: Joaquin del Castillo (PER) – 4.810

84: Matheus Navarro (BRA) – 4.750

88: Leandro Usuna (ARG) – 4.580

91: Marco Giorgi (URU) – 4.400

98: Bino Lopes (BRA) – 4.040

101: Gabriel Medina (BRA) – 3.910

 

 
Ginástica Trampolim do Brasil mostra evolução na Copa do Mundo da Rússia

Camilla Gomes e Rayan Dutra alcançam melhor pontuação em competições internacionais e o sincronizado feminino vai à final e termina em 5º lugar

Da Redação, São Paulo (SP) – O Brasil encerrou neste domingo (22) sua participação na etapa da Copa do Mundo de Trampolim disputada em Khabarovsk, na Rússia. A competição serviu como preparação para o Campeonato Mundial da modalidade, marcado para Tóquio (JAP), no final de novembro. E os resultados dos ginastas brasileiros foram positivos.

No sábado (21), destaque para os bons desempenhos no Trampolim Individual de Camilla Lopes Gomes, no feminino, e Rayan de Castro Dutra, no masculino, que alcançaram suas melhores pontuações em competições internacionais. Camilla terminou em 14º lugar, com a nota 102,055, enquanto Rayan foi o 23º, com 108,775. Ainda pelo Individual, Alice Hellen Gomes ficou em 25º (100,550) e Rafael Andrade ficou em 59º (67,540).

Neste domingo, a dupla Camila e Alice participaram do Sincronizado, avançando no qualificatório com a quinta melhor nota (86,940). Na final, ficaram novamente em quinto lugar (46,740).

Para a treinadora e coordenadora de seleções de Ginástica de Trampolim da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), Tatiana Figueiredo, o desempenho da equipe brasileira nesta competição foi muito bom. “Estamos melhorando a pontuação total a cada etapa das Copas do Mundo e continuamos pontuando para o ranking olímpico”, afirmou, que também ficou satisfeita com a performance na prova do Sincronizado.

“Elas competiram muito bem aqui na Rússia. As notas de execução e sincronismo foram boas. Porém, para as próximas etapas da Copa do Mundo, vamos tentar aumentar o grau de dificuldade”, explicou.

As Copas do Mundo de Ginástica Trampolim são uma das opções de classificação para a Olimpíada de Tóquio-2020. As outras são o ranking olímpico – que classificará 16 ginastas de cada gênero – e as vagas via Campeonatos continentais.

A próxima etapa da Copa do Mundo de Trampolim será realizada em Valladolid (ESP), entre 5 e 6 de outubro.

Representaram o Brasil na Copa do Mundo de Khabarovsk as ginastas Alice Hellen Gomes e Camilla Lopes Gomes (Individual e o Sincronizado), no feminino, e Rafael Andrade e Rayan de Castro Dutra (Individual), no masculino. Os treinadores são Tatiana Figueiredo e Alexandre Rungue Pereira. Completam a delegação o fisioterapeuta José Carlos Brandão e a árbitra Eliane Simão.

 
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