Gazeta do Litoral


Ação do Baep em São Vicente termina em morte

Armamento e drogas também foram apreendidos pela polícia

Na madrugada deste domingo dia 24, uma ação da Polícia Militar no México-70, resultou na morte de um homem, em apreensão de armamento e drogas, e ainda com a prisão de um infrator.

De acordo com a comunicação da Polícia Militar, por volta de 2h30, em mais uma operação de combate à criminalidade e ao tráfico na comunidade, integrantes do 2° Batalhão de Ações Especiais da Polícia (Baep) identificaram três homens com atitude suspeita caminhando pela rua 1. O grupo notou a aproximação dos oficiais e logo em seguida fugiram em disparada pelas ruas do bairro.

Os policiais perseguiram o trio, que realizou uma tentativa de fuga por um beco, e foram recepcionados a tiros. Em meio ao confronto, um dos homens que tentou fugir foi baleado. Ele foi encaminhado para o Hospital Municipal de São Vicente pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), porém, como foi atingido por diversos tiros, já estava morto ao dar entrada na unidade de saúde.

Ele era um homem branco com pouco mais de 20 anos de idade, foi levado ao o Instituto Médico-Legal (IML) para poder ser identificado – no final da tarde deste domingo, ele ainda estava sem identificação.

Um dos outros envolvidos no tiroteio escapou baleado do local. Mas, ao ir em busca de atendimento médico em um hospital de Praia Grande e acabou detido. Já o terceiro indivíduo não foi encontrado pelos policiais.

No local da troca de tiros, a equipe do Baep conseguiu apreender 155 pedras de crack, 107 pinos de cocaína, 25 porções de maconha, munição, uma metralhadora e um revólver. O fato da morte em decorrência da intervenção policial foi registrado na Delegacia da cidade. 

2017-09-25 11:15:07
Crédito: (Foto: Luigi Bongiovanni/AT)
Tiago Campos

  




 
Prefeitura de São Vicente autua ambulantes clandestinos por venda irregular de pães

Padarias clandestinas estão sendo notificadas e autuadas em ação realizada por meio da fiscalização da Secretaria de Comércio, Indústria e Negócios Portuários (Secinp) de São Vicente. As denúncias são relativas à venda de pães por unidade e não por peso, como determina o Procon, e também quanto a forma de conservação dos produtos, que é inadequada.LATERAL Padarias Clandestinas

As queixas se tratavam da venda irregular de pães e doces fabricados por uma padaria sem autorização em Santos. Os alimentos eram distribuídos por intermédio de ambulantes que os comercializavam em carrinhos e bicicletas.

A iniciativa começou após várias denúncias na ouvidoria comercial recém-criada, que conta com um número no aplicativo Whatsapp,  permitindo ao morador que faça sua reclamação. Deste modo, os fiscais da Secinp executaram a operação nos bairros que mais foram citados, entre eles estão: Vila São Jorge, Vila Voturuá e Jardim Guassu.

As fiscalizações continuam por todo o município sem datas definidas para que não atrapalhe as autuações. De acordo com o secretário do Comércio, Kelerson Júlio, não existe uma data para o término das operações, pois assim que chegam mensagem todas são analisadas. “Os ambulantes tem uma comunicação entre eles, se divulgamos isso eles somem”.

Esta já é a segunda ação no município. Desde a primeira, já são 11 ocorrências com ambulantes, entre elas seis notificações e três autuações na primeira fiscalização. Na segunda foram mais duas autuações.

O secretário também explicou que outros tipos de carrinho estão autorizados a circular na cidade desde que estejam regulamentados. “Durante a primeira ação apreendemos o carrinho de uma senhora que comercializava doces. Ela foi à Prefeitura, fez toda a regulamentação e hoje vende normalmente”, esclareceu.

Ainda segundo o secretário, é importante a conscientização do público em não comprar alimentos em lugares irregulares. “São produtos comercializados por empresas sem controle sanitário. Envolve saúde pública. Se há algum problema, não tem com quem reclamar a respeito. É preciso valorizar quem está correto e gera emprego”, concluiu.

Os ambulantes autuados que não regularizarem seus serviços podem pagar multa de até R$1.339,80.

O morador que quiser denunciar esse tipo de ação pode entrar em contato pelo telefone da Ouvidoria Comercial (13) 99119-0710, por meio do aplicativo Whatsapp ou pessoalmente na rua José Bonifácio, 404, 3º Andar, no Centro.

 

Larissa França

 


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