Em manutenção, Museu Pelé fica fechado por dois meses


 Os trabalhos têm duração prevista de 60 dias, mas dependem das condições climáticas

Após quatro anos e três meses de funcionamento ininterrupto, o Museu Pelé fechou ao público nesta terça-feira, dia 12 para obras de manutenção nos telhados, que incluem a troca das 269m de calhas por peças de alumínio. Os serviços, mais completos que as intervenções pontuais de conservação até hoje realizadas, têm duração prevista de 60 dias, mas dependem das condições climáticas.

Trata-se da primeira etapa dos serviços a serem realizados nesse equipamento, com o orçamento de R$ 198 mil e realizada com recursos do Condesb (Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista), sendo a única que exigirá a interrupção do atendimento ao público.

O descritivo para a realização dos serviços, a cargo da M.R. Construtora Eireli, conta com 40 itens, entre eles limpeza de 376m2 de telhado, retirada e recolocação de 316m2 de telhas de barro, substituição de 453m de calhas e rufos, instalação de 137 m2 de forro de gesso acartonado e de 40m2 de subcobertura de manta aluminizada.

A Prefeitura está ultimando os preparativos para a licitação voltada à instalação de portas de emergência, orçada em cerca de R$ 40 mil, e para o conserto de aparelhos de ar-condicionado (93 unidades evaporadores e 17 condensadoras), com custo aproximado de R$ 150 mil.

Emenda do então vereador Carlos Teixeira Filho (Cacá, atual secretário de Gestão) garantiu R$ 20 mil para a manutenção do sistema de detecção de fumaça. De acordo com o secretário, o investimento global previsto para o museu é da ordem de R$ 628 mil, valor aprovado em junho pelo Conselho Municipal de Turismo.

PÚBLICO – Inaugurado em 15 de junho de 2014, durante a 20ª edição da Copa do Mundo FIFA, realizada no Brasil pela segunda vez, o Museu Pelé já recebeu a visita de 199.473 pessoas, dados da abertura ao público até o último dia 31.

CASARÕES – O Museu Pelé foi construído no local onde se encontravam as ruínas dos Casarões do Valongo, construção em estilo neoclássico de 1865, que serviu de sede da Câmara e da Prefeitura de Santos entre o fim do século XIX e o final da década de 1930.

 Crédito: Divulgação
Danielle Martins

 

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