Novas unidades de acolhimento são entregues em dois bairros de Praia Grande

As unidades inauguradas estão nos bairros Ribeirópolis e Sítio do Campo

Para seguir as novas diretrizes impostas pelo governo federal, Praia Grande inaugura novas unidades de acolhimento destinadas às crianças e adolescentes da Cidade. Na quinta-feira, dia 5, será entregue o espaço que fica no bairro Ribeirópolis; e na sexta-feira, dia 6, será a vez do Sítio do Campo.

Ao todo serão quatro unidades. A terceira ficará no bairro Antártica, que deve ser inaugurada ainda no primeiro semestre deste ano. Já a quarta, pertence a uma das sedes atuais, que será reformada para se adequar às novas diretrizes e que não possui previsão de término.

Cada casa tem capacidade para abrigar 20 jovens e até dezembro de 2018, todos os municípios do Brasil precisam adequar suas instituições às novas diretrizes do Sistema Único da Assistência Social (Suas). Entre as modificações, as entidades não podem mais atender grandes concentrações de jovens no mesmo espaço, ou seja, quando ultrapassar o número estipulado de 20 pessoas, será preciso criar outra unidade.

Segundo a secretária de Assistência Social (Seas) do Município, Gisele Domingues, as novas construções permitirão que os serviços tenham mais foco na realidade da criança. “O modelo permite que as equipes se dediquem mais ao atendimento dos casos. São grupos menores, o que facilita a rotina de quem trabalha e de quem está sendo recebido”, comenta.

Atualmente existem três residências que abrigam os menores: duas no bairro Tupi e uma no Boqueirão. De acordo com a Administração Municipal, o serviço atende em média 70 crianças, mas o número é variável. Todos os jovens se mudarão ainda este mês.

As casas são preparadas com a intenção de reproduzir o ambiente de uma moradia comum à maioria das crianças. Isso fará com que o jovem se sinta mais confortável e acolhido. Os locais contam com quartos, banheiros, cozinha, sala de estar e área de recreação.

A área administrativa da residência será separada da rotina. Em cada casa haverá equipe técnica composta por assistente social e psicólogo para atendimento das crianças e adolescentes.

Estes jovens só são direcionados às instituições de acolhimento em casos extremos, quando têm seus direitos violados. Em todas as situações há o conhecimento e autorização da Vara da Infância e Juventude e também do Conselho Tutelar do Município.

 

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