Semana da Umbanda comemora os 50 anos de Festejos de Iemanjá

Museu da Cidade, em PG terá exposição sobre o tema a partir de sexta-feira, dia 1º de novembro

 

No ano em que se comemora meio século de Festejos de Iemanjá em Praia Grande, o Palácio das Artes recebe, na sexta-feira, dia 1º de novembro, a abertura oficial da Semana da Umbanda. A programação completa, a partir das 18h30, conta com exposição, apresentações culturais, musicais e homenagens. A entrada é gratuita.

Na ocasião, a partir das 18h30, o Museu da Cidade terá a abertura da exposição “50 anos de Festejos de Iemanjá em Praia Grande”, tendo artefatos e imagens que relembram a história do tradicional evento no Município. A mostra é gratuita e ficará montada exposta até o dia 7 de dezembro, sempre de terça a sábado (exceto feriados), das 14h às 17h30.

Mas a programação conta com mais atrações. Logo em seguida, às 19h30, o evento passa para o Teatro Serafim Gonzalez. Com ingressos distribuídos a partir de uma hora antes do evento, o local terá apresentações culturais e musicais do grupo Maracatu Tupynambás e Studio de Danças Eclipse, ambos de Praia Grande, além da Associação Voz dos Tambores, de São Paulo.

Haverá ainda a presença de autoridades, homenagens aos templos de Umbanda de Praia Grande com diplomas de reconhecimento e gratidão ao Ogã Juvenal com a entrega da medalha de Honra ao Mérito “Cesário Reis Lima”.

FESTA DE IEMANJÁ - Fazendo parte do calendário estadual de Turismo e considerada a maior Festa de Iemanjá do Estado de São Paulo, o Festejo para a orixá na Cidade acontece neste ano nos dias 30 de novembro e 1º, 7 e 08 de dezembro (em dois finais de semana), na faixa de areia da praia entre os bairros Mirim e Caiçara, onde está localizada a famosa Estátua de Iemanjá. A estimativa é que em 2018 200 mil pessoas compareceram na celebração à orixá, o que deve se repetir neste ano.

Considerada a Rainha do Mar, Iemanjá é uma das divindades mais queridas da Umbanda e do Candomblé. Muito cultuada e respeitada, é tida como a mãe de quase todos os orixás. Sua representatividade está muito ligada à fecundidade – por isso foi destinado à ela o Mistério da Geração. Na África seu nome tem origem nos termos do idioma Yorubá “Yèyé Omo Ejá”, que significa mãe dos filhos-peixe. No Brasil, ela também recebe os nomes Inaé, Ísis, Janaína, Maria, Mucunã, Princesa de Aiocá, Princesa do Mar, Rainha do Mar e Sereia do Mar.

 

 

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