Especial
DPVAT revela que acidentes com vítimas caem 18% nos oito primeiros meses do ano

Total de indenizações pagas por acidentes somaram 216.023, contra 263.841 registrados no mesmo período do ano passadoROT Trânsito

O número de acidentes de trânsito com vítimas caiu 18% nos oito primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período de 2017. Os dados são da Seguradora Líder, que opera o Seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre).

De janeiro a agosto, conforme os dados mais recentes disponíveis, o total de indenizações pagas por acidentes somaram 216.023, contra 263.841 registrados no mesmo período do ano passado. Segundo as estatísticas, não apenas caiu o total de acidentes como os casos, na média, tornaram-se menos graves neste ano.

O número de indenizações por morte caiu 6%, de 27.582 para 26.032. A maior queda ocorreu nos reembolsos por invalidez permanente, que recuou 25%, de 197.396 para 147.363. O total de compensações de despesas médicas na rede privada, indicador que reflete ferimentos e lesões temporárias, foi à única modalidade a registrar alta, tendo subido 8%, de 38.863 para 42.028.

O total de acidentes diminuiu em todas as regiões. A principal queda foi registrada no Sul, com 26,8% menos ocorrências nos oito primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2017. Em seguida, vêm o Nordeste, com retração de 22,1%. O recuo chegou a 16,2% no Sudeste; 6,2% no Centro-Oeste e 4,8% no Norte.

Os casos de morte no trânsito, no entanto, tiveram pequenas altas no Centro-Oeste (0,68%) e no Norte (0,21%). No Centro-Oeste, o aumento foi puxado pelo Mato Grosso, onde o pagamento de indenizações por morte saltou 13,25%. No Norte, Roraima, Amazonas e Pará registraram mais casos de morte, com altas de 45,8%, 3,6% e 3,56%, respectivamente.

A Seguradora Líder, no entanto, esclarece que, em alguns casos, as altas podem refletir acidentes de anos anteriores cujas indenizações ainda não haviam sido requeridas porque a vítima tem até três anos para entrar com o pedido.

A faixa etária mais atingida de janeiro a agosto foi de 18 a 34 anos, representando 47% do total dos pagamentos, o que corresponde a mais de 102 mil indenizações.

 
Aluna de Praia Grande realiza trabalho sobre mercado informal feminino

Trabalho conta história de mulheres por meio de fotografias tiradas pelo celularLATERAL TCC Aluna COC

A mulher tem alcançado cada vez mais espaço no mercado de trabalho. Um exemplo disso é que hoje 7,9 milhões de brasileiras estão à frente de uma empresa e segundo o Sebrae houve um aumento de 34% desse público em 14 anos.

Com a intenção de mostrar esse avanço por meio da fotografia, contando a história de mulheres que atuam informalmente, é que a aluna do segundo ano do ensino médio Julia Mota Pera, de 16 anos, realiza o trabalho de iniciação científica sobre o tema.

A estudante do Colégio COC Novo Mundo apresentará seu olhar fotográfico, com imagens que foram registradas somente pelo celular. A ideia é contar a vida de três mulheres. Uma das personagens trabalha como servente em uma Escola Municipal da Cidade e para completar a renda, faz serviços de diarista. Com o salário extra pagou a faculdade de pedagogia e passou no concurso de Itanhaém para professora. Outra narrativa visual é de uma aposentada, que atualmente costura para também complementar o faturamento.

Para a estudante, a atividade resultou em aprendizado. “Achei interessante usar o celular para mostrar que é possível utilizar o aparelho para desenvolver algo dessa proporção. Aprendi que na vida muitas vezes não se tem a oportunidade de ter um estudo ou estar em uma boa escola, mas se a pessoa tiver ambição e usar a criatividade é possível conseguir, ter um emprego e um futuro”, comenta.

O trabalho de Júlia é realizado sob orientação do diretor da instituição Márcio Motta. A atividade será feita por todos os alunos do ensino médio do colégio, com diversos temas escolhidos por eles. É obrigatório no primeiro e no segundo ano e opcional no terceiro, por conta dos estudos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e vestibulares.

Com isso, o tema Mercado informal feminino foi continuação do tema escolhido por Júlia no primeiro ano sobre Trabalhadores informais.      

Ele é composto e avaliado em três partes: o produto (que são as fotografias), o relatório com o passo a passo de tudo que foi feito e a apresentação (escolhida pelo aluno, como uma exposição, vídeo, por exemplo). No caso de Julia, a divulgação do trabalho será em um veículo de comunicação e ela escolheu o Jornal Gazeta do Litoral para expor.  

Toda a base segue as normas da ABNT para um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). A jovem acredita que os trabalhos servirão de preparação para a universidade. “O objetivo é entrarmos sabendo como fazer. É bem interessante”, conta.

As apresentações acontecem de 5 a 9 de novembro e somente após as exposições é que serão feitas as análises e a divulgação das notas. No ano passado, Julia tirou 10 e apresentou suas fotos numa exposição no Palácio das Artes (PdA).

A jovem escolheu fazer sozinha, pois concilia a escola com o balé, que faz há dez anos. “Se fizesse com mais pessoas ficaria difícil marcar horários. Não é complicado, é cansativo, mas prazeroso no final. A escola é bem exigente. Além da iniciação, tem simulado, prova, trabalho todo bimestre e a média é 7.”

Sobre o futuro ainda não sabe ao certo qual curso fará mas tem preferência pela área de humanas “Já pensei em Direito, Relações Internacionais, Comércio Exterior. Ainda estou vendo”, finaliza.


 

 
Litoral Plaza Shopping oferece 690 vagas temporárias para final do ano

Para concorrer às vagas é preciso cadastrar o currículo no site do empreendimento

Para quem procura emprego pela Baixada Santista está é a hora certa de concorrer à uma oportunidade. O Litoral Plaza Shopping, em Praia Grande abrirá 690 vagas de trabalho temporário para suprir a alta demanda de vendas durante as festas de final de ano.

As vagas mais requisitadas pelos lojistas são para caixas, estoquistas, vendedores, supervisores, atendentes e gerentes de vendas.

Para os interessados em participar, as contratações começam no próximo mês e para concorrer a uma vaga é preciso cadastrar o currículo no site do empreendimento www.litoralplazashopping.com.br, na área Trabalhe Conosco, ou entregar pessoalmente nas lojas.

Vale lembrar que a administração do shopping não recebe currículos.

Atualmente, o empreendimento conta com mais de 3.500 pessoas que atuam direta e indiretamente no comércio e a estimativa do shopping é que 15% de temporários sejam efetivados.

De acordo com o gerente geral do empreendimento, Martinho Polillo, o número se deve as mudanças que estão acontecendo no local. “O shopping passa por um segundo grande momento de expansão, novas operações estão chegando e, consequentemente, ampliamos o total de vagas abertas. É sinônimo de que o Litoral Plaza está em constante crescimento, podemos afirmar que estamos na contramão da crise econômica”, afirma.

Dúvidas podem ser tiradas por meio do telefone 3476-2000.

 
Detran-SP dá dicas para comprar ou vender um veículo com segurança

Em relação a placa, alguns casos não precisam da troca, apenas mudar a tarjeta

Atualmente ter um veículo já não é mais sinônimo de estar financeiramente estável, pois passou a ser uma necessidade, por conta da facilidade que o meio de transporte proporciona. Por isso, é importante que a pessoa interessada em comprar ou vender saiba o que é importante analisar em um carro ou moto para que não haja prejuízos futuramente.

Para isso, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) listou algumas dicas para serem usadas antes de fechar o negócio. Entre elas estão fazer a consulta sobre os possíveis débitos, restrições e vistorias do veículo. O serviço pode ser realizado por meio do site do órgão www.detran.sp.gov.br, com o número da placa e o Renavam.

A instituição alerta também que é preciso desconfiar de ‘ofertas imperdíveis’ e preços baixos. Antes de comprar, o ideal é consultar a tabela Fipe para verificar os valores atuais.

Ao vender é sugerido que haja a comunicação no cartório de registros da cidade, o que impede problemas futuros para o antigo dono. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor (proprietário do veículo) e do comprador pelo cartório. Após o aviso, o novo proprietário do veículo tem até 30 dias para providenciar o documento. O ideal é não deixar para última hora. Em caso de descumprimento, o novo dono é multado em R$ 127,69 e recebe cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Para transferência do veículo, é necessário fazer uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran-SP, que realizam o processo. Fique atento aos documentos solicitados: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, que é o licenciamento anual).

É preciso ficar em alerta ainda com relação à placa do veículo. Talvez não seja necessária a troca, apenas a mudança da tarjeta, que é a parte onde está inscrito o nome do município.

Para o morador de Praia Grande, Leonardo Alves, além das dicas citadas, quando se compra um veículo que não é zero é preciso fazer uma revisão antes, principalmente quando é de terceiros e não numa concessionária. “Já aconteceu de confiar na palavra da pessoa que fui comprar e sair no prejuízo. Como estava sem dinheiro para fazer a revisão, acreditei nele, peguei a moto e passei para o meu nome. Depois foram aparecendo os problemas: o pneu estava ruim, o motor fundiu, troquei o marcador do painel, cabo do velocímetro e todo o sistema de freio. Precisei vender para me livrar e investi em uma 0 km, porque sei que só eu mexo e os cuidados que tomo”, relembra.

No site do Detran-SP é possível acompanhar outras dicas, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades, e de empresas credenciadas para os serviços.

22/10/18

Foto: Divulgação

Texto: Larissa França

 
Fim do ano: setores devem abrir mais de 59 mil vagas, diz CNDL

Número é levemente superior aos 51 mil novos postos que foram previstos para o mesmo período do ano passado

Os setores de comércio e serviços já abriram as portas para a contratação de trabalhadores, faltando três meses para a chegada das festas de fim de ano. Para os empresários, essa pode ser a última oportunidade do ano para recuperar os prejuízos, enquanto os profissionais desempregados veem nesse período a chance de voltar ao mercado de trabalho. Pelos próximos meses, aproximadamente 59,2 mil vagas serão abertas nos segmentos do comércio e serviços. O número é levemente superior aos 51 mil novos postos que foram previstos para o mesmo período do ano passado.

Estes são dados da pesquisa feita nas capitais e interior do País pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Para este ano, os dados mostram um cenário de moderada melhora na comparação com 2017.

Embora ainda representem a maioria, caiu de 82% para 72% o percentual de empresários que não têm a intenção de fazer contratações extras nesse fim de ano. Em sentido oposto, aumentou de 13% para 17% o percentual dos que devem integrar ao menos um novo colaborador à sua equipe.

Reforçar o quadro de funcionários para dar conta do aumento da demanda neste período do ano (81%) é o motivo mais citado na hora de justificar as contratações, mas há também empresários que contratam pensando em melhorar sua competição no mercado (8%) e aqueles que se planejam para lidar com a rotatividade de funcionários (5%). A maior parte (46%) dos empresários consultados deve contratar apenas um funcionário, enquanto 28% pretendem contratar dois novos colaboradores.

Já entre aqueles que não contratarão, 49% acham que o movimento nas lojas não crescerá de forma que justifique novas admissões. Outros 15% não possuem verba suficiente e 11% consideram os encargos trabalhistas elevados, o que não compensa esse tipo de investimento. Em alguns casos, mesmo sem contratar funcionários, os empresários devem adotar outras estratégias para lidar com o período aquecido de vendas, tanto que 17% planejam ampliar as horas trabalhadas por dia da atual equipe.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, embora o número de 59,2 mil vagas seja uma pequena fração diante do contingente de quase 13 milhões de desempregados no País, os dados sinalizam uma recuperação gradual da economia e injetam otimismo para 2019. “Para um País que há pouco tempo fechava postos de trabalho, esse número serve de alento e de oportunidade para muitas pessoas. Quem procura há meses uma recolocação no mercado de trabalho pode encontrar nas vagas de fim de ano a chance para começar a colocar a vida financeira em ordem”, afirma a economista.

O estudo mostra ainda que quem procura uma vaga de trabalho neste fim de ano deve ficar atento, pois a maioria das contratações deve ocorrer entre os meses de outubro (28%) e novembro (33%), segundo a avaliação dos empresários pesquisados. Apenas 8% já efetuaram as contratações nos meses de agosto e setembro e 17% devem realizá-las somente em dezembro, quando faltarem poucas semanas para o Natal.

 
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