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Confiança do consumidor recuou 6,1% em junho, aponta SPC Brasil

Para 79% dos brasileiros a economia do País está mal e 53% acreditam que a situação continuará ruim pelos próximos seis meses

A paralisação no setor de transportes impactaram de forma negativa o humor do consumidor brasileiro. Dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que houve uma queda de 6,1% no Indicador de Confiança do Consumidor no último mês de junho na comparação com maio.

Com esse recuo, o indicador retrocedeu para 38,8 pontos, o que representa o mais baixo patamar desde janeiro de 2017, início da série histórica. O indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos demonstram o predomínio de otimismo, ao passo que abaixo de 50, o que prevalece é a visão pessimista.

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, avaliou que mesmo com o fim da recessão, a confiança do consumidor encontra dificuldades para atingir resultados consistentes. Em junho, o quadro foi agravado pela paralisação dos caminhoneiros ocorrida ao final de maio. “Ao chamar a atenção para a questão dos preços dos combustíveis, para a alta carga tributária e para a deficiência da matriz de transportes, o protesto reforçou a percepção negativa sobre a situação econômica, trazendo de volta a memória da crise”, explica o presidente.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Cenário Atual, que caiu de 30,8 pontos para 28,9 pontos em um mês; e pelo Indicador de Expectativas, que retrocedeu ao passar de 51,8 pontos em maio para 48,6 pontos em junho.

De acordo com o levantamento, a cada dez brasileiros, oito (79%) avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 18%, o desempenho é regular e para apenas 1% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 67% dos entrevistados.

De acordo com a sondagem, 45% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssimo. Outros 45% consideram regular e um percentual menor, de 8%, consideram o momento bom. Dentre os entrevistados que trabalham, 29% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. Para 25%, o risco é baixo e 46% não temem ser dispensados pelos seus patrões.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a expectativa é de que neste semestre a atividade econômica não reaja na intensidade necessária para melhorar os dados de emprego e de renda da população. “Temas importantes como a agenda fiscal e as reformas estruturais foram perdendo força nos últimos meses e isso impacta as expectativas de forma negativa”, explica.

 
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Melhorias no Centro Expandido Boqueirão seguem a todo vapor

Trabalho interditará cruzamento das Ruas Duque de Caxias e AmazonasROT

Em Praia Grande, as obras de melhoria no segundo trecho conhecido como Centro Expandido Boqueirão, seguem a todo vapor. Os serviços compreendem a recuperação de guias, sarjetas e a troca da pavimentação com bloquetes sextavados pela asfáltica, além de projeto especial de drenagem em algumas vias. O projeto prevê obras em ruas e avenidas localizadas no quadrilátero limitado pelas avenidas Marechal Mallet, Presidente Costa e Silva, Castelo Branco e avenida Marechal Hermes Kennedy, cujos pavimentos atualmente são de bloquetes ou sextavados de concreto e que serão substituídos pelo asfalto betuminoso.

Nesta segunda-feira, dia 16, os trabalhos se concentraram na altura da rua Duque de Caxias, por isso na ocasião, a partir das 8h, a esquina com a rua Amazonas foi interditada ao tráfego de veículos. As melhorias no primeiro trecho de obras foram entregues em 2017.

Nesta etapa dos trabalhos, serão revitalizados cerca de 10 quilômetros de ruas. O investimento será de aproximadamente R$ 32 milhões, sendo que cerca de R$ 19 milhões foram obtidos por meio de convênios com o Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (Dade) e Casa Civil do Estado de São Paulo.

INTERDIÇÃO – Com a interdição da esquina entre as ruas Duque de Caxias e Amazonas para as obras do Centro Expandido Boqueirão, motoristas devem utilizar como rota alternativa no sentido Guilhermina a avenida Paris, rua Espírito Santo e rua Londrina. Já no sentido Canto do Forte, os motoristas deverão acessar a rua Londrina, rua Jaú e avenida Paris.

E outras informações sobre o trânsito na Cidade podem ser obtidas através da linha gratuita e 24 horas da Secretaria de Trânsito (Setran), o 0800-7720194.

 
Conselho do Idoso define visitas às casas de repouso da Cidade

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Fiscalização do comércio ambulante de PG será intensificada

Com aprovação da Lei Complementar nº 779/18 os permissionários serão divididos nas categorias A, B, C e D

A operação que fiscaliza o comércio de ambulantes irregulares de Praia Grande começou na quinta-feira, dia 12. De acordo com a Prefeitura, as atividades estão sendo intensificadas com a intenção de coibir atividades clandestinas na Cidade.

As ações estão sendo feitas pela Subsecretaria de Controle Urbano (Contru), ligada à Secretaria de Urbanismo (Seurb) e conta com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). As abordagens, que acontecem durante todo o ano, são para averiguar todas as documentações dos comerciantes, que precisam da licença para exercer suas atividades.

O prazo para que os permissionários renovassem os documentos para atuarem pelo ano de 2018 terminaria no dia 28 de junho. No entanto, antes do encerramento, a Câmara aprovou em 26 de junho a Lei Complementar nº 779, que entrou em vigor no dia 5 deste mês e estabelece novas regras para o exercício dos ambulantes.

Com tais mudanças, o Executivo informou que a fiscalização utilizará os requisitos legais que estão previstos nos Artigos 27, 28 e 29 da nova lei.

Uma das principais modificações é que a partir de agora os permissionários são divididos em quatro subcategorias: A (autorização fornecida para o ambulante que não possui local determinado para estacionar durante a atividade); B (fornecida aos que possuem local certo para trabalhar); C (direcionada à pessoa jurídica, sem local fixo de atuação, que more no município e permite a contratação de pessoas físicas); e a D (fornecida à pessoa jurídica, para atuar sem local fixo, que não seja residente do município e também permite a contratação de pessoas físicas).

Com isso, as renovações que eram feitas até junho foram modificadas para o mês de setembro para os grupos A, B e C. Já para categoria D o prazo será para maio e será expedida com prazo máximo de 90 dias, somente para o período de temporada.

Todas as licenças existentes antes da nova lei passaram a ser autorizações que devem ser renovadas anualmente, junto a Secretaria de Finanças (Sefin).

Para tirar dúvidas sobre as mudanças na lei e a obtenção de novas permissões a Sefin atende no térreo do Paço Municipal, localizado na avenida Presidente Kennedy, nº 9000, no Mirim, das 8h30 às 16h. Informações pelo telefone 3472-2072.

 
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