Especial
Evento teve apresentações de dança, brincadeiras e atendimento médico e odontológico

Usafa Antártica realiza ação social em parceria com a ONG Faces

A Unidade de Saúde da Família (Usafa) Antártica, em parceria com a ONG Faces, realizou uma ação social que contou diversas atividades para adultos e crianças moradores do bairro Vila Sônia, na sexta-feira, dia 31.

O evento beneficiou cerca de 100 pessoas. “A parceria foi um grande sucesso, a presença da Usafa aqui na comunidade é importante, pois muitas famílias acabam não levando as crianças ao médico, mesmo com o grande trabalho realizado pelos agentes comunitários”, explica a presidente da ONG, Gezebel Morais Moreira, mais conhecida como Bel.

Além de danças, brincadeiras, distribuição de lanches, todos os participantes puderam passar por avaliação bucal, aprender técnicas de escovação dentária, além de receberem escovas de dentes gratuitamente. “Só temos a agradecer todos os funcionários da Unidade pelo carinho e pela disposição em nos atender”, disse a presidente.

ENTIDADE - A Ong Faces existe há oito anos e atende crianças e adultos carentes no bairro Vila Sonia. Atualmente são 138 famílias cadastradas. A ONG proporciona gratuitamente aulas de capoeira, balé, crochê e artesanato, além de doar roupas e alimentos aos mais necessitados. Outro trabalho da instituição é a distribuição do sopão todas as quintas-feiras.

Quem quiser colaborar com a instituição com parcerias ou doações pode entrar em contato pelos telefones 99703-8943 ou 99620- 1663. A sede da Ong fica na rua Enedina Martins Pereira, nº 61, bairro Vila Sônia.

SAÚDE DA FAMÍLIA - O setor de Atenção Básica de Praia Grande dispõe de 27 Unidades de Saúde da Família (Usafas). As ótimas condições estruturais propiciam para aos pacientes e profissionais confortáveis acomodações e estrutura. A Cidade tem mais de 80 equipes do Programa Saúde da Família e cobre 100% da população.

 
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Balé da terceira idade conquista vaga para o Festival de Joinville

 Essa chance veio após a apresentação do grupo no Festival Dança Brasil, em Marília, em maio

Regina Simões, mas pode chamá-la de Branca de Neve; Lucia Souza, que também atende por Cinderela, e Glória Gouvea, agora conhecida co-mo Chapeuzinho Vermelho. Foi dançando com muita graça e brincando com o mundo da fantasia que dez bailarinas do curso de balé da terceira idade de Santos conquistaram uma vaga para o Festival de Dança de Joinville, na segunda quinzena de julho.

A chance de participar do maior evento do País no segmento veio após a apresentação do grupo no Festival Dança Brasil, em Marília, no início de maio. As santistas concorreram com 88 gru-pos de diversos estados, apresentando a coreografia Princesas em Festa – Os Sonhos Não Envelhecem, assinada pela professora Cristiane Alvarez.

“É uma coreografia diferente, pois ela começa com uma mú-sica clássica e termina com a canção Dancin’ Days. O público adora esta parte mais animada”, comenta Cristiane, que há quatro anos ministra as aulas de balé no Cais Milton Teixeira (Vila Ma-thias).

Gerenciado pela Secretaria de Cultura (Secult) o curso conta atualmente com 80 alunos, a partir dos 50 anos, divididos em três turmas. “Atendemos pessoas que já fizeram balé na juventude e outras que jamais passaram por uma academia de dança. Procuramos fazer um trabalho dentro do limite de cada um, para que tudo possa se tornar mais prazeroso”, comentou Cristiane.

O grupo de dez bailarinas que se apresentará em Joinville é relativamente pequeno, mas cheio de histórias para contar. A mais velha da turma, Nilsa de Araújo Lacerda Soares, de 77 anos, está realizando um sonho guardado há mais de meio século. “Sempre desejei dançar. Quando era jovem, assistia àqueles musicais no cinema e voltava para casa sonhando”, recordou a aposentada, mãe de dois filhos e avó de quatro netos.

Para outra integrante do grupo, a também aposentada Sandra Cristina Antônio, de 56 anos, as aulas de balé para terceira idade têm sabor de reencontro. Formada em balé clássico, ela teve que trocar as sapatilhas pelos cálculos. “Formei-me em engenharia elétrica em 1984, comecei a trabalhar, e não tive mais tempo para continuar dançando”.

Depois de 34 anos sem calçar as sapatilhas, Sandra voltou a sentir o prazer de dançar. “Existem outras opções de atividade física por aí, mas dançar é diferente. A dança não mexe apenas com nosso corpo, mexe também com a nossa cabeça e sentimento”.

3/06/2019

Foto: Divulgação/PMS

 
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