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Long Beach Surf Festival tem vagas abertas aos atletas interessados

Inscrições podem ser feitas até terça-feira (8); diferencial deste ano é que nesta disputa haverá duas novas categorias

Com a intenção de incentivar o esporte e proporcionar entretenimento aos apreciadores e praticantes do surfe, é que mais uma edição do Long Beach Surf Festival está com inscrições abertas.

As vagas podem ser preenchidas até terça-feira, dia 8, e caso sobrem lugares será possível fazer a inscrição no dia do evento. Os surfistas que desejam participar podem entrar em contato pelo número 99156-0109, que também é WhatsApp.

As disputas acontecem no próximo final de semana, dias 12 e 13, na praia do bairro Caiçara, na avenida Presidente Castelo Branco, na direção do nº 13.000, das 7h às 17h.

De acordo com a organização, a expectativa é reunir mais de 120 atletas da Cidade, região e de outros estados brasileiros como Rio de Janeiro.

A competição será dividida em oito categorias: Pro/AM, open, paulistano, júnior, mirim, iniciante, petit e feminina. Além disso, após as baterias haverá o expression session, que selecionará os melhores de cada categoria para disputar manobras. Haverá também sorteio de brindes, escolha da Garota Long Beach, com candidatas que estiverem no local e show com a banda Reefbreak e DJ Nemo.

Este é o terceiro ano em que as competições acontecem e o diferencial será as duas novas categorias, PRO/AM, que é voltada aos atletas profissionais e a paulistano, para surfistas da Capital, criada devido ao grande número de turistas que participam do evento.

Outra novidade será na premiação, que terá a distribuição de R$ 15 mil em pranchas e blocos para todas as categorias, kits e troféus até quarto lugar. Haverá a premiação de R$ 2 mil em dinheiro para a categoria PRO/AM.

Conforme o freesurfer e organizador do evento, Diego Bispo, este ano o evento começou a ser planejado há quatro meses. “É preciso antecedência por algumas coisas exigirem mais tempo, como procurar palanque, patrocínio, entre outros. As expectativas são boas porque no ano passado foi um sucesso e nesse não será diferente”, comenta.


Por ser a terceira edição, Bispo acredita que o tempo do evento facilita na hora de administrar as pendências. O profissional também avalia a evolução da disputa. “Tudo foi bem complicado no começo e por ter se tornado um evento maior, as pessoas acabam apostando mais. A dificuldade este ano foi da taxa que foi preciso pagar à Prefeitura, sendo que nos dois primeiros anos isso não aconteceu. Acredito que é um evento que incentiva o esporte e o consumo na Cidade, trazendo verba para ter mais uma coisa para pagar”, comenta.

Mais informações podem ser obtidas pela página da competição no Facebook e Instagram @longbeachsurffest.

07/01/2019

Texto: Larissa França

Foto: Reprodução Facebook

 
Reinstalação de lombadas eletrônicas estão em fase final

Equipamentos serão instalados nos mesmos pontos que estavam em 2016, com o acréscimo de novo radar na avenida Airton Senna

Com a intenção de levar segurança viária à população estão sendo reinstaladas lombadas eletrônicas na Cidade. Os equipamentos que são usados para controlar a velocidade dos veículos pelas vias começaram a ser reimplantados no final de dezembro e passam pela fase final do processo na segunda quinzena de janeiro, momento em que passarão por averiguações.

De acordo com a Prefeitura, a expectativa é de que os serviços comecem até fevereiro. Ao todo serão dez lombadas, que ficarão em cinco pontos diferentes, sendo uma para cada faixa de rola-mento. Estarão situadas na avenida Marechal Mallet, entre os números 980 e 1078, (no Canto do Forte); avenida Presidente Kennedy, nº 4.540, (no Aviação) sentido Boqueirão/Mirim; avenida Presidente Kennedy, nº 7.490 (no Ocian), sentido Boqueirão/Mirim; avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas, na altura da rua Michel Alca, (no Ocian); e avenida Ministro Marcos Freire, na altura da rua José Bestileiro Lopes, (Nova Mirim).

Nestes locais, a velocidade máxima permitida será de 40 km/h. Ao passar no trecho, painéis mostrarão a velocidade atual do veículo com base nos dados fornecidos por sensores no solo. Os pontos em que os equipamentos ficarão são os mesmos onde existiam antigos dispositivos que foram desativados em 2016. O diferencial será que além destas medidas de segurança, um novo radar será instalado na avenida Ayrton Senna, em ambos os sentidos de circulação da via, no bairro Xixová, entre os Viadutos do Sol e Álvaro dos Santos, na altura da rua Paulo Sérgio Garcia.

O radar será sem painel fixo e a velocidade máxima permitida será de 60 km/h. Entre 300 e 100 metros das lombadas eletrônicas e radar, serão instaladas placas de sinalização e orientação sobre os dispositivos.

Motoristas que não cumprirem com a velocidade exigida terão multas que seguem normas estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro e Resolução nº 146/2003 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Segundo a diretora da Divisão de Planejamento e Engenharia de Tráfego da Secretaria de Trânsito (Setran) do Município, Michele Rezende de Mesquita, os locais que receberão novamente a ferramenta tem como principal característica o alto fluxo de pedestres, veículos e bicicletas. “A utilização da lombada é ideal por se tratar de um equipamento de grande visibilidade e sinalização própria. A ideia de instalação na avenida Airton Senna surgiu depois de levantamentos feitos pela Setran, em que constatamos que este tipo de dispositivo seria o mais adequado para evitar acidentes e, principalmente, mortes no trânsito”, esclareceu.

07/01/2019

Foto: Divulgação

 
Empinar pipas de forma adequada garante segurança

Período é marcado pelo aumento no número de acidentes na rede elétrica, por isso, a CPFL dá dicas dos cuidados durante a brincadeira

Durante o verão é comum as crianças aproveitarem as férias escolares com brincadeiras, entre elas empinar pipa. Por ser um momento de descontração praticado há décadas, atrai não só os pequenos como também adolescentes e adultos. Por isso, é importante lembrar e ressaltar os cuidados com o divertimento para que não haja nenhum acidente.

De acordo com a CPFL Piratininga, distribuidora de energia que atende 27 cidades do Litoral e Interior Paulista, para desfrutar do lazer com segurança é recomendado empinar pipas longe de qualquer rede elétrica, de preferência em locais livres onde não exista cabos de energia, ser-viço telefônico ou antenas de celular. A ação evita acidentes e interferências na qualidade desses serviços.

Os locais mais adequados são espaços abertos como praças, parques e campos de futebol. Deve-se evitar também canteiros centrais de ruas, avenidas, rodovias ou lugares com alto fluxo de veículos.

Ao comprar ou fazer a pipa é recomendado evitar ‘rabiolas’, pois elas agarram nos fios elétricos desligando o sistema e provocando choques, que muitas vezes levam pessoas a morte. Já as linhas metálicas devem ser usadas no lugar da linha comum e não utilizar papel alumínio na confecção do brinquedo pelo material ter a chance de provocar curtos-circuitos caso tenha contato com algum fio.

A empresa salientou a importância de nunca usar cerol, que é uma mistura de cola, limalha e vidro moído ou a linha ‘chilena’, já que ambos são considerados crimes penais, capitulados nos artigos 129, 132 e 278, do Código Penal Brasileiro, e no artigo 37, da Lei das Contravenções Penais. A mistura também causa risco para a população, principalmente pedestres, ciclistas e motociclistas porque as linhas podem não ser vistas e causar graves acidentes. É indicado ainda não tentar recuperar a pipa caso ela enrosque nos fios, soltá-la em dias de chuva e subir nas lajes das casas para empiná-las.

CONSEQUÊNCIAS – A CPFL informou que de 2017 e 2018 a brincadeira foi responsável por contabilizar sete ocorrências nas áreas de concessão do Grupo, sendo que destas houve três mortes, nos municípios de Itaí, Capivari e Ribeirão Preto.

Os acidentes ocorrem porque as pipas enroscam na rede elétrica, e crianças ao tentar resgatá-las acabaram levando choque quando a linha tem cerol ou linha chilena ou rompem o cabo elétrico.


Além de ter como consequência a morte pode trazer riscos à segurança da população, afetando a rede elétrica e a qualidade do fornecimento de energia. É o que mostra um balanço de janeiro a julho do ano passado, que mostrou que houve 1.584 interrupções no fornecimento de luz por conta das pipas nos municípios abastecidos pela distribuidora. Em média, cada ocorrência deixou 123 clientes sem energia por 2h21 no período.

Para o gerente de Saúde e Segurança da CPFL Energia, Marcos Victor Lopes, o grupo está comprometido em reforçar os alertas. “É necessário o acompanhamento e instrução de pais e responsáveis no uso do brinquedo. Os acidentes elétricos causados pelas pipas poderiam ser evitados se fossem adotados cuidados simples”, comenta.

07/01/2019

Foto:Divulgação

 
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