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Mais de 227 mil aprendizes foram contratados no primeiro semestre

Em PG o programa Camp contratou 108 jovens aprendizes no primeiro semestre

Mesmo que o índice de desemprego tenha crescido nos últimos anos, um balanço divulgado pelo o Ministério do Trabalho (MTE) mostrou que no primeiro semestre o Brasil contratou 227.626 jovens por meio da Lei da Aprendizagem Profissional.

Os estados que mais contrataram foram São Paulo (65.634), Rio de Janeiro (21.746) e Minas Gerais (21.198). Os estados com menos contratações pertencem ao norte do País como Amapá (208), Acre (395) e Roraima (424). Se comparado ao mesmo período do ano passado o número de trabalhos diminuiu, já que foram contabilizadas 386.791 admissões.

Segundo a coordenadora-geral de Estágio e Aprendizagem do MTE, Tatiane Padilha, os dados podem ser melhores. “Ainda é um desafio convencer os empregadores de que contratar aprendizes pode ser vantajoso para os negócios”, comenta.

De acordo com a legislação, todas as empresas de médio e grande porte devem manter em seus quadros de funcionários adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos na modalidade de aprendiz. Para os aprendizes com deficiência não há limite máximo de idade. As cotas variam de 5% a 15% por estabelecimento, excluídas as funções que não entram para o cálculo da cota de aprendizagem.

Tatiane informou que por meio desta ação os jovens encontram a primeira oportunidade de trabalho. “Respeitando sua condição de desenvolvimento, garantindo seus direitos trabalhistas e previdenciários, sem deixar de estimulá-los e incentivá-los a continuar os estudos. Ao mesmo tempo, permite às empresas formarem mão de obra qualificada, algo cada vez mais necessário em um cenário econômico em permanente evolução”, destaca a coordenadora-geral.

Entre os setores que mais contrataram aprendizes no primeiro semestre do ano estão a Indústria da Transformação, com 58.768 admissões; e o comércio, com 57.789. As ocupações com mais oportunidades para os jovens foram as de auxiliar de escritório e assistente administrativo. Mais de 50% de todas as contratações ocorreram nessas áreas. Tiveram destaque também as funções de vendedor do comércio varejista, repositor de mercadoria e mecânico de manutenção de máquinas.

Do total de aprendizes contratados 118.520 são do sexo masculino (52,07%) e 109.106 do sexo feminino (47,93%).

O Contrato de Aprendizagem é um acordo de trabalho especial, ajustado por escrito, com anotação na carteira de trabalho, e prazo determinado de até dois anos. O aprendiz tem direitos trabalhistas e previdenciários, e sua remuneração é baseada no salário mínimo, mas proporcional ao número de horas cumpridas. A jornada de trabalho permitida é de no máximo seis horas diárias para aqueles que ainda não concluíram o ensino fundamental e oito horas diárias para os que já o concluíram.

PROGRAMAS – Existem projetos que incentivam e estimulam a inserção do jovem no mercado de trabalho. Um exemplo disso é o Centro de Aprendizagem Metódica e Prática de Praia Grande (Camp-PG). No primeiro semestre foram contabilizadas 108 admissões e sete novas parcerias com empresas.

A instituição foi criada em 1974 e por lá já passaram mais de 20 mil pessoas entre 15 e 18 anos. Atualmente atende aproximadamente 300 adolescentes.

As inscrições para os patrulheiros até 18 anos são realizadas o todo o ano, as segundas e quartas-feiras, das 8h às 12h. O Camp-PG fica na rua Teodósio de Augustinis, nº 122, no Sítio do Campo. Mais informações pelos telefones 3473-9880 e 3473-9895, pelo site http://www.camppg.com.br ou pela página do Facebook @Campdepg.

 
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