Especial
Grupo reúne os interessados em praticar atividade física na praia

Nunca é tarde para sair do sedentarismo e começar a praticar uma atividade física. Aliando bem-estar com muita animação, o grupo Ratos Cansados, de Praia Grande, foi criado para incentivar a prática da caminhada e da corrida no período noturno. Os atletas se reúnem todas as terças-feiras, a partir das 19h30, na praia, em frente à Praça Duque de Caxias, no Canto do Forte, para iniciar os treinos que vão de caminhada kids a corridas de 5 km e de 10 km.9 3h

Segundo o presidente do Ratos Cansados, Rafael Marrone, a ideia inicial era de reunir os amigos para ter uma companhia para correr. “Sempre fui ligado ao esporte e criar o grupo foi de justamente realizar um esporte brincando. Fomos convidando os amigos pelas redes sociais e a cada semana o número de participantes ia aumentando. Hoje, contamos com uma média de 250 a 300 atletas por treino, divididos em níveis para facilitar ainda mais a prática”.

Vale ressaltar que o grupo realiza outras atividades com parceiros, como aulas de zumba, alongamento antes da caminhada, entre outros. Já no lado social, o Ratos Cansados promove competições arrecadando alimentos para doar para entidades do Município e também da região da Baixada Santista.

Com o lema “Juntos Somos Mais Fortes”, a diretoria do grupo comemora resultados dos atletas na questão da saúde e até mesmo em competições, como ressalta Ariovaldo Branco e Marcelo Batata. “Muitas das pessoas que começaram a treinar com a gente já emagreceram mais de 15kg, diminuíram índices de colesterol, controlaram a pressão arterial e até pararam de fumar. É muito bom ver a participação de famílias inteiras com o Ratos Cansados, desde o filho até a avó, mãe e cachorro”.

Para este ano de 2017, o grupo preparou quatro importantes provas sociais. Em cada uma delas, o competidor irá receber uma medalha que no fim, após completar as quatro edições, irá formar uma mandala com o símbolo do grupo: o rato. A primeira etapa irá acontecer no próximo dia 21 de março. As demais ocorrem nos meses de maio, agosto e outubro. Haverá premiação para os três melhores colocados.

Quem quiser participar das provas ou dos treinos, pode comparecer no horário e local indicados ou entrar em contato pela rede social Facebook dos Ratos Cansados.

 
Pesquisa aponta que 31% das famílias se consideram tão endividadas quanto estavam no início de 2016

Sob pressão financeira, contas de consumo têm prioridade no orçamento


Para 31% das famílias brasileiras, o grau de endividamento no início de 2017 é o mesmo percebido no mesmo período do ano passado, segundo aponta a pesquisa Pulso Brasil, encomendada pelo Departamento de Pesquisas Econômicas (Depecon), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Ciesp junto ao Instituto Ipsos Public Affairs.
Essa questão, que pertence a uma mostra de 1.200 entrevistados, em 72 municípios em todo o Brasil, contempla tudo o que devem pagar no período apresentado, como cheque especial e cartão de crédito. Em segundo lugar aparecem as famílias que não se consideram endividadas (27%), seguida por menos endividados (22%) e mais endividado (19%). A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos.
Esse cenário apurado percebe-se diferente quando são avaliadas as classes sociais. Enquanto AB e C afirmaram estar praticamente no mesmo nível de endividamento em relação a 2016, 32% e 33%, respectivamente, a maior parte da classe DE (33%) informou não possuir dívidas no início deste ano.
Outro ponto de destaque é o fato de que a maior parte dos entrevistados (66%) afirma não ter dívidas com bancos. Mas entre os que possuem, a maior parte (12%) diz que apesar de sentir dificuldades para o pagamento consegue pagar no prazo. Os que deixam de pagar somam 7%, os que têm dificuldade para pagar, mas negociam o prazo (5%) e os que não têm sentido dificuldade para pagamento (10%).
Na mesma avaliação, mas destacando pagamento de contas de serviços, como luz, telefone, aluguel, mensalidade de planos de saúde, 54% afirmaram que têm sentido dificuldade, mas conseguido quitá-las no prazo. Em seguida estão os 32% que não sentem dificuldade para pagar e apenas 10% declararam ter deixado de pagar. Os que têm sentido dificuldade e negociado prazo representam 4% dos entrevistados.
Em caso de dificuldades financeiras, 68% das pessoas afirmaram que não consideram ficar inadimplentes mesmo diante deste cenário. Contudo, 32% dos entrevistados declararam que deixariam de quitar alguns compromissos. E para este grupo, a maior parte das pessoas (49% das menções) considera deixar de pagar como primeira opção contas de serviços, como luz, água e telefone. Em seguida, com 24% de adesão, estão as parcelas com compras de eletrodomésticos, eletrônicos, telefonia e informática. Pagamentos a bancos receberam 20% das respostas e IPTU e IPVA, 17%. Já os pagamentos das dívidas com cartão de crédito receberam apenas 2% das respostas, próximo a categorias como saúde (6%) e educação (2%).
Futuro
Quanto às perspectivas de contração de dívidas para 2017, levando em consideração a situação financeira das pessoas, a pesquisa mostra que 48% das famílias não têm nenhuma possibilidade de assumir uma nova dívida e 25% têm menos chance. E esta constatação é a mesma para todas as classes econômicas ouvidas, ou seja, todos os grupos apontaram a expectativa de não contrair novas dívidas em 2017: AB (42%), C (44%) e DE (67%).

 
Venda de imóvel usado e locação residencial fecham 2016 com saldo positivo no Estado de São Paulo

Apesar de registrarem queda em dezembro, os mercados de venda de imóveis usados e de locação residencial do Estado de São Paulo fecharam 2016 com saldo positivo e preços corrigidos abaixo da inflação. Na comparação com novembro, as vendas caíram 14,75%, mas no ano acumulam alta de 21,43%. O número de casas e apartamentos alugados em dezembro foi 13,64% menor que o de novembro, mas em 12 meses o saldo ficou positivo em 19,75%.

Os números apurados na série de pesquisas feitas mensalmente pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP) em 37 cidades do Estado mostram que esse bom desempenho anual dos dois mercados não inflou os preços em 2016. O Índice Crecisp, indicador que mede o comportamento mensal dos aluguéis novos e dos preços de imóveis usados nesse grupo de cidades, registrou em dezembro queda de 1,79% em relação a novembro e encerrou 2016 com alta acumulada de 4,26%.

A inflação oficial do País, medida pelo IPCA do IBGE, ficou em 6,29% no ano passado, dois pontos percentuais acima da alta de 4,26% do Índice Crecisp. O índice do CRECISP também perdeu para o INPC, de 6,58%, e para o IGPM, que bateu em 7,17%.

“Os dois mercados mostraram resistência à crise que castiga a economia e, ao mesmo tempo, adaptação às restrições que ela impõe”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. “Quem alugou ou vendeu não pôde determinar preços especulativos ou superestimá-los em razão da perda de poder aquisitivo imposta às famílias pela recessão econômica”, justifica.

“Os proprietários que não se ajustaram aos preços de mercado ficaram com os imóveis fechados”, destaca Viana Neto. Ele lembra que a necessidade do ajuste tem sido um mantra dos corretores de imóveis, mas que eles às vezes enfrentam a resistência dos proprietários. “Não há como escapar a essa realidade, infelizmente, e os corretores cumprem seu papel ético e técnico ao mostrarem que o desejo precisa ser ajustado à realidade”, afirma o presidente do CRECISP.

Esse ajuste fica explícito na comparação das variações do aluguel residencial entre janeiro e dezembro do ano passado. Nos bairros de regiões nobres das cidades pesquisadas, o aluguel residencial médio começou o ano em R$ 2.046,28 e chegou a dezembro custando em média R$ 2.141,12 – uma alta de 4,63%. Nos bairros centrais, a variação foi de 2,73% com o aluguel médio de R$ 1.172,37 em janeiro subindo para R$ 1.204,38 em dezembro.

Apenas nos bairros de periferia o aluguel médio empatou com a inflação, segundo as pesquisas do CRECISP. O aluguel médio em janeiro no Estado custava R$ 853,54 e chegou em dezembro à média de R$ 906,94, uma alta de 6,25%. “Os preços dos imóveis usados e dos aluguéis residenciais devem manter essa sintonia fina de mercado também este ano já que a esperada melhora do cenário econômico não deverá ter fôlego capaz de inflar expectativas e preços”, prevê Viana Neto.

Descontos reduzidos

A pesquisa do CRECISP feita com 1.060 imobiliárias de 37 cidades do Estado de São Paulo registrou que do total vendido em dezembro, 53,96% foram apartamentos e 46,04%, casas. Todos foram vendidos com descontos, mas em percentuais menores que os concedidos pelos proprietários em novembro.

Nos imóveis de bairros da periferia dessas cidades, o desconto médio foi de 6,84%, uma redução de 40,63% em relação aos 11,52% praticados em novembro. Nos bairros centrais, o desconto médio baixou 9,29% ao passar de 8,72% para 7,91%. Nos bairros nobres, o desconto médio foi de 6,57%, ou 11,1% a menos que os 7,39% registrados em novembro.

A redução dos descontos se refletiu nas vendas, que caíram 14,75% no período. Essa queda foi puxada principalmente por uma das quatro regiões que compõem a pesquisa do CRECISP, que é a formada pelas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Guarulhos, na Grande São Paulo. Em comparação com novembro, as vendas de dezembro encolheram 53,15%.

No Litoral também houve queda, de 22,55%. Na Capital, a pesquisa CRECISP registrou aumento de 18,07% e no Interior, alta de 14,2%.

Mais da metade (55,13%) das casas e apartamentos vendidos em dezembro recebeu financiamento bancário. As vendas feitas com pagamento à vista representaram 39,59% do total e as com pagamento parcelado pelo donos dos imóveis, 4,4%. Os consórcios tiveram participação discreta, de 0,88% no total de negócios fechados pelas 1.060 imobiliárias consultadas.

Os campeões de vendas nesse período, segundo a pesquisa do CRECISP, foram os imóveis com preço médio de até R$ 300 mil, que somaram 51,32% das unidades vendidas. A divisão das vendas por faixas de preços registrou predominância dos valores até R$ 4.000,00 o metro quadrado, com 53,58% do total.

Imóveis devolvidos superaram os que foram alugados em dezembro

 As 1.060 imobiliárias consultadas pelo CRECISP em dezembro em 37 cidades do Estado de São Paulo receberam as chaves de casas e apartamentos cujos inquilinos desistiram de continuar pagando aluguel por eles em número 5,25% superior ao total de novas locações fechadas no mês. As razões alegadas para a desistência foram motivos financeiros (52,02%) e outros motivos como mudança de endereço e cidade (47,98%).

As unidades alugadas em dezembro representam 13,64% a menos que em novembro. A queda no número de novas locações residenciais ocorreu nas quatro regiões que compõem a pesquisa do CRECISP: na Capital (- 3,96%), no Interior (- 3,74%), no Litoral (- 12,3%) e nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (- 44,86%).

Os donos dos imóveis alugados por intermédio das imobiliárias credenciadas pelo CRECISP concederam descontos médios de 9,84% para as casas e apartamentos situados em bairros de áreas nobres, de 10,76% para os de bairros centrais e de 11,59% para os de bairros de periferia. A maioria das novas locações no Estado – 54,25% do total – foi de imóveis com valor mensal de até R$ 1.000,00.

Segundo a pesquisa CRECISP, a maioria dos imóveis foi alugada com a garantia do fiador pessoa física (60,5%), seguida pelo depósito de três meses do valor do aluguel (19,96%), pelo seguro de fiança (11,54%), pela caução de imóveis (6,29%), pela cessão fiduciária (1,17%) e pela locação sem garantia (0,54%).

Os novos inquilinos preferiram os imóveis de bairros mais centrais, que representaram 74,17% dos contratos assinados nas 1.060 imobiliárias das 37 cidades pesquisadas. As demais distribuíram-se entre os bairros de periferia (16,38%) e os de áreas nobres (9,46%).

A pesquisa do CRECISP também apurou que o número de inquilinos com o aluguel em atrasou caiu em dezembro. A inadimplência nas imobiliárias consultadas foi de 5,26% do total de contratos em vigor, percentual 5,49% menor que os 5,56% que estavam em atraso em novembro.

A pesquisa CRECISP foi feita em 37 cidades do Estado de São Paulo. São elas: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.

 
Carnaval é época propícia para ação de criminosos

É preciso tomar cuidado com a residência

O Carnaval é uma época festiva e de comemorações, com muitas atividades e atrações diferentes. Muitas pessoas saem às ruas com fantasias e máscaras para aproveitar os dias de folia, e justamente por isso, é necessário estar atento cada vez mais à segurança de suas casas. São em momentos de descontração como estes que os criminosos preferem agir para assaltos e roubos.
Por causa das comemorações é necessário cuidado redobrado com a entrada de pessoas na portaria, pois se não tomar cuidado a segurança do condomínio poderá ficar mais frágil. Qualquer visita ou reunião com os amigos é preciso deixar uma lista na portaria com os nomes, para que sejam melhores identificados, e mesmo assim, quando chegarem devem ser anunciados pelo porteiro. Cabe aos profissionais de portarias estar mais atentos e ser ágeis para impedir que a grande movimentação se torne um risco para o condomínio.
Muitas pessoas ainda tiram estes dias para viajarem, o que quer dizer, casa vazia e uma ótima oportunidade para ação dos criminosos. Quem irá viajar deve se precaver com atitudes que trarão ainda mais segurança domiciliar como manter a discrição e privacidade dos detalhes da viagem, como local, data de saída ou chegada. Por mais que se confie em funcionários da residência, como a faxineira ou o jardineiro, eles podem inocentemente comentar com alguém de fora, que pode não ser uma pessoa bem intencionada.
Entre os cuidados durante a ausência, é melhor não deixar evidente que a residência está vazia, uma alternativa pode ser o uso de temporizadores ou fotocélula nas lâmpadas para que elas apaguem durante o dia e acendam a noite; avisar uma pessoa de confiança, como parente, vizinho ou amigo, que estará viajando para que retire a correspondência da casa ou na portaria e cuide do local, limpando a frente e o quintal; no caso de condomínios o zelador deve ser previamente informado e o condômino também deve fazer uma autorização, caso queira que alguma pessoa, ou empregado entre no apartamento ou casa durante a ausência.
O profissional de portaria acompanha a rotina de um condomínio diariamente e certamente notará a ausência de algum morador. Por isso, é recomendável que os porteiros sejam contratados através de empresa terceirizada confiável, que ofereça um treinamento especializado de atendimento, discrição e segurança preventiva. Por ser profissional e especializada, a empresa contrata após verificar o histórico profissional e pessoal do porteiro, investigando antecedentes criminais, conduta e indicação. Porém, quando contratados diretamente no condomínio, esta contratação não dispõe destes recursos, que impeçam maus profissionais de adentrarem em um ambiente onde se deve prezar pela segurança.


Texto: Amilton Saraiva, especialista em condomínios da GS Terceirização

 
Nutricionista dá dicas simples para você se preparar para o carnaval

Investir em uma alimentação equilibrada e cozinhar em casa ajudam a curtir a folia

São Paulo, 14 de fevereiro de 2017 – O mês de fevereiro começa com a contagem regressiva para o feriado mais esperado do ano: o Carnaval. Com isso, a nutricionista Lara Natacci dá dicas para te ajudar a se preparar para curtir com mais energia e animação. Uma dica da profissional é não esquecer do consumo de frutas, legumes e verduras. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um consumo mínimo de 400g por dia. É uma ótima forma de montar refeições equilibradas, refrescantes e ideais para o clima quente.
Outra dica, segundo Lara, é não abusar no uso do sal, para evitar a retenção de líquidos. Por isso, é importante provar a comida antes de adicionar mais do ingrediente durante o cozimento. Outra boa alternativa é usar caldos e temperos na diluição correta no preparo das refeições, sempre seguindo as instruções do rótulo.
Criar o hábito de preparar a própria refeição também é importante para manter o pique. Assim, fica mais fácil controlar a quantidade de sal adicionada em cada refeição, além de ser mais saudável e econômico. “Planejar a alimentação de todo o dia é outra dica que ajuda no processo, por isso, vale pensar em lanchinhos equilibrados, como frutas, castanhas, para ter sempre a mão na hora da fome”, reforça Lara.
Um bom exemplo de alimentação antes da folia seria uma refeição mais balanceada com em carboidratos complexos e moderada em gorduras. Uma massa integral com molhos “leves” com molho de tomates frescos seria uma alternativa. Um sanduíche com pão integral e queijo magro, complementado com folhas de alface e tomate também é uma boa opção.
Além dessas dicas importantes, a nutricionista não deixa de lembrar que manter-se hidratado é fundamental para curtir o Carnaval sem medo. Opte sempre por bebidas leves, como água, água de coco e sucos de frutas naturais.
No caso de consumo de bebidas alcoólicas, é importante não estar de estômago vazio, e também alternar com a ingestão de bebidas não alcoólicas (por exemplo, tomar uma dose e junto um copo grande de água). Isso mantém a hidratação e diminui o volume de ingestão da bebida alcoólica.

 
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