Especial
Praia Grande tem programação especial na Semana da Primavera

Conscientizar a população, principalmente crianças e adolescentes, sobre preservação ambiental, resgate de valores e cidadania. Este é o objetivo da Semana da Primavera realizada entre os dias 17 e 22 em Praia Grande. A cargo da Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria de Educação (Seduc), a programação, que inclui plantio de mudas, palestra e entrega de corações entre outros, atenderá 800 pessoas.

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Soluções para déficit habitacional em SP passam por instrumentos da política urbana, dizem especialistas

O grande número de incêndios em favelas de São Paulo deixa à mostra a situação de vulnerabilidade social de mais de 450 mil paulistanos que moram em favelas e cortiços da capital, de acordo com o Plano Municipal de Habitação (PMH). Só este ano, foram 33 ocorrências de grandes proporções. Especialistas apontam que, para a redução do déficit habitacional, são necessárias ações articuladas aos instrumentos da política urbana.

Na Favela do Moinho, onde houve dois incêndios em menos de nove meses, por exemplo, as soluções adotadas para o atendimento das famílias têm se mostrado insuficientes, na opinião dos moradores. Por isso, muitos estão retornando ao local. Fato recorrente em diversos casos. Segundo a prefeitura de São Paulo, das 400 famílias removidas no início do ano, 37 retornaram.

De acordo com a relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik, não há um modelo único para a política habitacional e devem consideradas as diferentes demandas existentes. “Em São Paulo, temos situações como essas das favelas, em que é necessário um processo de urbanização, regularização, integração à cidade, como também é fundamental o aumento de ofertas de novas moradias para evitar a formação de novos assentamentos informais”, propõe.

Raquel Rolnik avalia que diferentes demandas por habitação pedem soluções específicas. É o caso dos cerca de 80 mil paulistanos que moram em cortiços. “Parte da população de São Paulo hoje vive de aluguel em cortiços, normalmente em áreas bem localizadas da cidade, mas pagando somas exorbitantes por uma qualidade bastante sofrível. Isso indica que há claramente uma demanda de um programa de habitação social de aluguel.”

É o que demonstra a história da diarista Maria de Araújo da Silva, de 46 anos, que vive há oito anos em um cortiço no bairro Belém, na zona leste da capital. Em apenas dois cômodos, pelos quais paga R$ 350 por mês, ela mora com a irmã e dois sobrinhos. No prédio, vivem mais 12 famílias. “Estamos com ameaça de despejo. Já estou procurando um lugar para ir. A vida aqui não é fácil, mas é o que a gente tem”, relatou. Ela informou que está cadastrada em programas habitacionais há cerca de onze anos, e ainda aguarda ser contemplada.

Como meio de diminuir o déficit habitacional em São Paulo, o arquiteto e urbanista do Instituto Pólis, Kazuo Nakano, aposta em mudança da concepção da política habitacional, em que o tema da habitação seja tratado como um serviço e não como oferta de propriedade privada e individualizada por parte do Estado.

“Nosso grande desafio é desmercantilizar parte das terras urbanas das nossas cidades”, aponta Nakano. Ele explica que a maioria das políticas 




 

 

Fonte: ABr
11:40   Quinta-feira
Praia Grande, dia 20 de setembro de 2012

 

 
SP atende duas pessoas por hora por ingestão de objetos estranho

Cerca de 50 pessoas diariamente são atendidas em prontos-socorros e ambulatórios públicos por terem aspirado algum tipo de objeto estranho. É o que aponta levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde. O Estado registrou, em 2011, 19.465 casos de retiradas de objetos estranhos. Em 2010 haviam sido 22.523 atendimentos.

 

A capital e Grande São Paulo concentram o maior número de casos no ano passado, com 5.396 procedimentos, seguidas pela região de São José do Rio Preto, com 3.789, e de Presidente Prudente, com 1.575 procedimentos realizados no ano passado. A Baixada Santista aparece com 479 casos.

 

As principais vítimas atendidas nos hospitais são crianças de 1 a 4 anos. Em 2011, 26% dos atendimentos em hospitais, relativos à aspiração de objetos estranhos foram em crianças nessa faixa etária, sendo moedas e peças de brinquedos os objetos mais comuns encontrados.

 

“Se a moeda desce diretamente pelo canal do estômago, será eliminada por vias naturais, porém os pais devem prestar atenção para ver se o objeto é realmente eliminado em um período de 12 horas a cinco dias. Caso isso não ocorra, devem procurar um serviço médico”, explica o médico pediatra e diretor do Hospital Infantil Darcy Vargas, unidade da Secretaria na zona sul da capital paulista, Sérgio Sarrubo.

 

O pediatra também explica que, caso a moeda vá para a traqueia, pode causar parada respiratória. “É muito importante que os pais tomem cuidado com crianças dessa idade, pois é nessa época que crianças costumar levar objetos à boca”, afirma Sarrubo.

 

Outros objetos muito comuns nesses casos são pilhas e baterias de brinquedos, que devem ser retirados o mais rapidamente possível, pois a permanência deles no estômago ou nas vias respiratórias pode causar lesões ou perfurações e até mesmo infecções. Não se deve provocar o vômito da criança. O certo é encaminhá-la ao hospital mais próximo.

 

Também é necessário ficar atento aos brinquedos aos quais as crianças pequenas têm acesso. Muitas peças de plástico, como rodas de carrinhos ou acessórios de bonecas, não aparecem nos exames de raio-X.

 

A aspiração de objetos pode prejudicar o sistema respiratório e causar asfixia, levando o paciente à morte. É recomendável que aos primeiros sintomas de asfixia, como acesso de tosse seguido por engasgamento, falta de ar e lábios e unhas arroxeadas, o paciente ou seus responsáveis procurem o serviço médico imediatamente.

 





Fonte: Secretaria de Estado da Saúde
15:36  Terça-feira
Praia Grande, dia 18 de setembro de 2012 

 
Maurício de Sousa lança gibi da Turma da Mônica com personagens soropositivos

Por meio de Igor e Vitória, o gibi da Turma da Mônica abordará questões referentes ao vírus HIV, como a forma de contágio e como viver com crianças soropositivas e o preconceito. O lançamento aconteceu na segunda-feira, dia 17, em Brasília. Ao lado de personagens bem conhecidos como Cascão e Magali, os novos integrantes terão habilidades com esportes e levarão uma vida saudável.

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Escola Sebastião Tavares de Oliveira inaugura a 20ª biblioteca escolar de Praia Grande

A Prefeitura de Praia Grande inaugura nesta terça-feira, dia 18, às 17h, a biblioteca escolar da Escola Municipal Sebastião Tavares de Oliveira, no bairro Quietude. Este é o terceiro equipamento entregue no mês de setembro que deve fechar com seis inaugurações. As unidades fazem parte do projeto Porto do Saber.

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