Especial
‘Dietas da moda’ podem comprometer a saúde

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP alerta para os cuidados que as pessoas devem ter na hora de tentar perder peso. As dietas muito restritivas podem trazer danos à saúde, principalmente aquelas associadas ao uso de remédios mesmo naturais, como o óleo de coco e ervas. O segredo para o emagrecimento saudável está na reeducação alimentar através de uma alimentação equilibrada.

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Audiência de conciliação no STF sobre obra de Monteiro Lobato não chega a consenso

"Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou que nem uma macaca de carvão". Este é um dos trechos responsáveis pela polêmica sobre o livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, que traria um conteúdo dito racista. A discussão sobre se a obra continuará sendo distribuída nas unidades de ensino públicas terminou sem consenso continuará no dia 25.

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Fifa anuncia o tatu-bola como mascote da Copa de 2014

Daqui a quase dois anos, o Brasil sediará Copa, a maior competição de futebol do mundo. O evento já tem um mascote oficial, o tatu-bola, idealizado pela ONG Associação Caatinga do Ceará. A imagem do animal será usada em produtos oficias pelos próximos dez anos.

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SUS amplia lista de distribuição de remédios para artrite

O Ministério da Saúde distribuirá pelo Sistema Único de Saúde (SUS) cinco novos medicamentos para artrite reumatoide – abatacepte, certolizumabe pegol, golimumabe, tocilizumabe e rituximabe.

Atualmente, a rede pública disponibiliza dez remédios para o tratamento da doença, em 15 diferentes apresentações. As drogas diminuem a atividade da artrite reumatóide, previnem a ocorrência de danos irreversíveis nas articulações, aliviam as dores e melhoram a qualidade de vida do paciente.

De acordo com o ministério, a incorporação dos remédios vai possibilitar que as pessoas que sofrem da doença tenham acesso a todos os medicamentos biológicos (produzidos a partir de células vivas) disponíveis no mercado.

Ainda segundo a pasta, a inclusão das novas drogas deve ampliar a oferta de tratamento para pacientes que não respondem aos remédios convencionais ou que apresentam intolerância às demais terapias.

O governo gasta, em média, R$ 25 mil por ano com cada paciente que utiliza medicamentos biológicos. Com a inclusão, o custo do tratamento por paciente pode cair para até R$ 13 mil por ano. Em 2011, foram investidos R$ 1 bilhão na compra de medicamentos biológicos para a doença.

 

 



Fonte: ABR
16:45  Terça-feira
Praia Grande, dia 11 de setembro de 2012

 

 
MEC discuti se o livro Caçadas de Pedrinho continua no Programa Nacional Biblioteca na Escola

O Pai do Sítio do Picapau Amarelo, Monteiro Lobato, é tema de polêmica: uma de suas obras renomadas, o livro Caçadas de Pedrinho (escrito em 1933), traria conteúdo de preconceito racial, aponta alguns representantes da luta contra racismo. O governo não concorda totalmente, e acredita apenas que “algumas passagens devem ser contextualizadas”.

O Ministério de Educação (MEC) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) participam nesta terça-feira, dia 11, da audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para discutir o mandado de segurança de autoria do Instituto de Advocacia Racial (Iara) e do pesquisador de gestão educacional Antônio Gomes da Costa Neto contra o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) que liberou a adoção do livro no Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE).

A posição do governo é contrária à censura ou suspensão do livro. “Não se trata de vetar, mas indicar que precisa ser lido a partir da crítica”, salienta a coordenadora-geral para Educação de Relações Étnica-Raciais do MEC, Ilma Fátima de Jesus. Segundo ela, o PNBE não deve adotar nenhuma obra que coloque “a pessoa em situação vexatória”.

“É importante que essas obras sejam veiculadas porque fazem parte da história e Monteiro Lobato é uma figura importante. Vejo que têm que ser discutidas criticamente. Algumas passagens que hoje em dia ferem muito mais os ouvidos da sociedade brasileira do que feriam alguns anos atrás. Isso tem que ser contextualizado”, concordou Theodoro.

O advogado do Iara, Humberto Adami, também defende a contextualização e alerta para riscos de preconceitos. “Não se pode permitir que essas expressões racistas de outro momento entrem impunemente e reproduzam ou reinventem o racismo em sala de aula. Depois não adianta fazer campanha contra bullying na escola.”

 

 

 

Fonte: ABr
16:13  Terça-feira
Praia Grande, dia 11 de setembro de 2012 

 

 

 
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