Gazeta do Litoral


Governo acredita que poderá erradicar a dengue com novas vacinas em até dez anos

Durante o 18º Congresso Internacional de Medicina Tropical e Malária, no Rio de Janeiro, o Ministério da Saúde apresentou novo método para eliminar a dengue no País. A ação consiste no desenvolvimento de uma bactéria que contamina o mosquito Aedes aegypti e vacinas contra a dengue.

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Pessoas com 60 anos ou mais de idade já representam 12% da população do País

A população brasileira chegou a 195,2 milhões de habitantes em 2011, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira, dia 21, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As pessoas com 60 anos ou mais de idade representam 12,1% da população total.

De acordo com o IBGE, 23,3% da população tinham até 14 anos em 2011, 16,9% de 15 a 24 anos e 47,8% entre 25 e 59 anos.

A pesquisa também mostrou que 47,8% dos brasileiros se declararam brancos, 43,1% disseram se considerar pardos e 8,2% pretos. Os índios representam 0,4% da população e os amarelos, 0,6%. A Região Norte concentra a maioria dos pardos (67,9%) e também dos indígenas (1,6%) entre a população regional, enquanto o Nordeste tem a maior concentração de pretos (10,5%).

A região com maior número de brancos é a Sul (77,8%). Já as regiões Sudeste e Centro-Oeste são aquelas que concentram a população de amarelos (0,7%).

Segundo a Pnad, 57,1% dos brasileiros com 15 anos ou mais idade viviam em algum tipo de união conjugal, enquanto 21% estavam separados e 22% eram solteiros. Quase 60% dos homens viviam em união, contra 54,8% das mulheres.

 

 

 

 

 

Fonte: ABr
17:44  Sexta-feira
Praia Grande, dia 21 de setembro de 2012 

 
Praia Grande tem queda em índices de desemprego

O índice de desemprego em Praia Grande caiu para 13,52%, conforme pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (Nese), ficando abaixo dos 15,69% registrados no ano passado.

Os números foram avaliados positivamente pelo secretário de Relações de Emprego e Trabalho, Getúlio de Matos, que levou em consideração ainda os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, para analisar a situação atual da Cidade.

De acordo com o Caged, Praia Grande ocupa a 3ª posição em geração de empregos na Baixada Santista, com 199 postos criados até julho deste ano, ficando atrás apenas de Santos e Guarujá, com 3.147 e 561 postos respectivamente. “As cidades que têm melhor desempenho são justamente as cidades atendidas pelo Porto. Fazendo essa comparação, considero os números de Praia Grande positivos”, afirmou Matos. Em um ano, a Cidade gerou 994 empregos.

Matos acredita que os números apresentados tanto pelo Nesse como pelo Caged representam uma tendência para os próximos anos. “A região é metropolitana e os empregos circulam. Acredito que essa circulação das vagas comece a acontecer também para a outra extremidade da região, uma vez que Santos e Guarujá estão em uma dessas extremidades. Praia Grande está no centro e tem como crescer nesse sentido”. O setor de serviços é um dos que mais empregam em Praia Grande.

 

 



Fonte: DeCom/PMPG
14:40  Sexta-feira
Praia Grande, dia 21 de setembro de 2012 

 
Praia Grande tem programação especial na Semana da Primavera

Conscientizar a população, principalmente crianças e adolescentes, sobre preservação ambiental, resgate de valores e cidadania. Este é o objetivo da Semana da Primavera realizada entre os dias 17 e 22 em Praia Grande. A cargo da Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria de Educação (Seduc), a programação, que inclui plantio de mudas, palestra e entrega de corações entre outros, atenderá 800 pessoas.

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Soluções para déficit habitacional em SP passam por instrumentos da política urbana, dizem especialistas

O grande número de incêndios em favelas de São Paulo deixa à mostra a situação de vulnerabilidade social de mais de 450 mil paulistanos que moram em favelas e cortiços da capital, de acordo com o Plano Municipal de Habitação (PMH). Só este ano, foram 33 ocorrências de grandes proporções. Especialistas apontam que, para a redução do déficit habitacional, são necessárias ações articuladas aos instrumentos da política urbana.

Na Favela do Moinho, onde houve dois incêndios em menos de nove meses, por exemplo, as soluções adotadas para o atendimento das famílias têm se mostrado insuficientes, na opinião dos moradores. Por isso, muitos estão retornando ao local. Fato recorrente em diversos casos. Segundo a prefeitura de São Paulo, das 400 famílias removidas no início do ano, 37 retornaram.

De acordo com a relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik, não há um modelo único para a política habitacional e devem consideradas as diferentes demandas existentes. “Em São Paulo, temos situações como essas das favelas, em que é necessário um processo de urbanização, regularização, integração à cidade, como também é fundamental o aumento de ofertas de novas moradias para evitar a formação de novos assentamentos informais”, propõe.

Raquel Rolnik avalia que diferentes demandas por habitação pedem soluções específicas. É o caso dos cerca de 80 mil paulistanos que moram em cortiços. “Parte da população de São Paulo hoje vive de aluguel em cortiços, normalmente em áreas bem localizadas da cidade, mas pagando somas exorbitantes por uma qualidade bastante sofrível. Isso indica que há claramente uma demanda de um programa de habitação social de aluguel.”

É o que demonstra a história da diarista Maria de Araújo da Silva, de 46 anos, que vive há oito anos em um cortiço no bairro Belém, na zona leste da capital. Em apenas dois cômodos, pelos quais paga R$ 350 por mês, ela mora com a irmã e dois sobrinhos. No prédio, vivem mais 12 famílias. “Estamos com ameaça de despejo. Já estou procurando um lugar para ir. A vida aqui não é fácil, mas é o que a gente tem”, relatou. Ela informou que está cadastrada em programas habitacionais há cerca de onze anos, e ainda aguarda ser contemplada.

Como meio de diminuir o déficit habitacional em São Paulo, o arquiteto e urbanista do Instituto Pólis, Kazuo Nakano, aposta em mudança da concepção da política habitacional, em que o tema da habitação seja tratado como um serviço e não como oferta de propriedade privada e individualizada por parte do Estado.

“Nosso grande desafio é desmercantilizar parte das terras urbanas das nossas cidades”, aponta Nakano. Ele explica que a maioria das políticas 




 

 

Fonte: ABr
11:40   Quinta-feira
Praia Grande, dia 20 de setembro de 2012

 

 
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